A usina Brenco conseguiu um mandado de segurança na Justiça que impede o governo brasileiro de incluí-la na lista negra de trabalho escravo do Ministério do Trabalho, informa a coluna de
Mônica Bergamo, publicada nesta segunda-feira pela
Folha (
íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal). Um dos sócios da usina é o ex-presidente americano Bill Clinton.
De acordo com a coluna, a Brenco foi acusada de manter, no Brasil, empregados em situação análoga à de escravo.
Mais na Folha Online.
Aberta a porteira para os que exploram o trabalho escravo ficarem "com a barra limpa".
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