sexta-feira, 27 de maio de 2011

Hiroshima: as fotografias perdidas

Numa noite de chuva há oito anos, em Watertown, Massachusetts, um homem levava um cão para passear. Na calçada, em frente à casa de um vizinho, viu um monte de lixo: velhos colchões, caixas de papelão, uma lâmpada quebrada. Em meio ao lixo viu um maltrado baú. Se agachou e abriu suas trancas.

Surpreendeu-se ao descobrir que a maleta estava cheia de fotografias em preto e branco. Surpreendeu-se ainda mais ao ver as imagens: edifícios devastados, vigas torcidas, pontes destruidas - instantaneos de uma cidade aniquilada. Rapidamente fechou a maleta, arrastou-a consigo e voltou para casa.

Na mesa da cozinha, olhou as fotografias uma a uma e confirmou o que havia suspeitado. Ele estava vendo algo que nunca havia sido visto antes: os efeitos da primeira utilização da bomba atomica. O homem olhava para Hiroshima.

Vejam o texto integral e as fotos em CUBADEBATE

2 comentários:

  1. Paz e bem!

    A imagem dos ataques nucleares
    ao Japão em 1945
    que mais me impressionou até hoje
    é dos restos de um ser humano;
    dele só restou
    o que não resta de ninguém:

    Restou sua sombra !!!

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  2. Salve, Eugenio.

    Conheço a foto da gravação da sombra de um sujeito numa escada que estava encostada na parede de um prédio. Os dois, aparentemente, foram desintegrados pela radiação. Nessas fotos que o post indica há uma que só vemos as marcas deixada pelos dois sapatos de alguém numa ponte.

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