Num caso de espionagem que está sendo investigado pela Justiça suíça, a empresa de segurança Securitas teria repassado à Nestlé informações sobre a Attac e o ativista brasileiro Franklin Frederick.
A Nestlé também é alvo de críticas porque seu diretor-geral na Suíça, Roland Decorvet, integra o conselho de uma fundação da Igreja Protestante contrária à privatização da água. A empresa rebate as acusações e nega a existência de um conflito de interesses.
O assunto não é novo, mas voltou a ser destaque na semana passada nos jornais Tagesanzeiger e 20min.ch, ambos do grupo Tamedia, segundo maior grupo de mídia da Suíça, com manchetes como "A espionagem da Nestlé na luta pela água".
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Apesar do nome, acho que esta "wikileaks" tem pouco a ver com a organização de Julian Assange...
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