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domingo, 31 de maio de 2015

Especialista de Harvard alerta sobre interesses dos EUA em crise na Fifa

"Eu estou chocado, você não está?", diz John Shulman ao atender a reportagem do UOL. Ele tem uma opinião diferente sobre o envolvimento dos Estados Unidos no escândalo da FIFA. Professor convidado da Fundação Dom Cabral, especialista em mediação de negociações, cofundador do Centro para a Negociação e a Justiça dos EUA, e formado em direito pela Universidade de Harvard, ele acredita que a intervenção "não teve cunho legal, mas geopolítico".
"Com essa ação, os EUA enviam dois recados. Para o mundo, o de que o nosso sistema legal pode te pegar se você estiver fazendo algo errado. Internamente, mostramos que tomamos a iniciativa de resolver a corrupção dos outros", diz o professor.

Continue lendo no UOL Esporte, via Diário do Centro do Mundo. 

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Ação orquestrada pela justiça americana expõe corrupção na Fifa

Era previsível que a Fifa voltasse às manchetes esta semana, afinal a entidade escolheria o seu novo presidente na Suíça — ou, mais provável, reelegeria Joseph Blatter para outro mandato. De fato a entidade foi protagonista, mas por outro motivo, bem pior. Uma ação orquestrada pela Justiça norte-americana prendeu sete dirigentes ligados à Fifa, incluindo o ex-presidente da CBF José Maria Marin. 


Confira no Correio do Povo. 

terça-feira, 15 de julho de 2014

Após críticas, Fifa errou mais do que governo na Copa-2014

Após seguidas críticas pelos atrasos nos preparativos do torneio, a Fifa cometeu os maiores erros na organização da Copa-2014. Falhas na segurança interna dos estádios e comercialização ilegal de ingressos foram os piores problemas do Mundial, encerrado neste domingo. E ambos os itens estavam nas mãos da entidade e do COL (Comitê Organizador Local).


Confira no Blog do Rodrigo Mattos no UOL. 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Após adiamento, Fifa diz ainda querer divulgar dossiê


Explica-se: os papéis tratam da falência da ISL, ex-parceira de marketing da Fifa nos anos 90. Eles mostram que cartolas receberam US$ 100 milhões em propinas.
De acordo com a BBC, Havelange é apontado como receptor de US$ 1 milhão. Teixeira, de US$ 9,5 milhões.
O processo que reúne os documentos da ISL tornou-se sigiloso em acordo da Fifa e de dois de seus dirigentes que admitiram à Justiça suíça terem recebido suborno. Jornalistas pediram em ações, ainda em julgamento, a abertura do caso. Nesses processos, os dois cartolas são chamados de Z e B2 para se manterem o anônimos. Para a BBC, são Havelange e Teixeira.
Ou seja, só poderia partir deles a ação para impedir a divulgação dos documentos. Nos processos movidos por jornalistas, não houve nova medida judicial. Mas pode ter sido obtida uma nova liminar pelos cartolas anônimos.


Confira na Folha.com .

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

A batata na chaleira esportiva

A Reuters, finalmente, “levanta a bola” de uma jogada à qual ninguém estava dando atenção e publica hoje a seguinte matéria: Governo vai recrudescer negociações com Fifa e CBF.


O governo avalia que a denúncia contra o ministro do Esporte, Orlando Silva, traz benefícios para Fifa e CBF, como na negociação da Lei Geral da Copa, que começou a tramitar na Câmara dos Deputados na semana passada, disse à Reuters uma fonte do governo. 

Leia tudo AQUI.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Exigências da Fifa para a Copa violam direitos do consumidor brasileiro

A polêmica começou quando se descobriu que o projeto de lei e as exigências feitas pela Fifa entram em conflito com dispositivos já vigentes no Brasil, como o direito à meia-entrada, o Código de Defesa do Consumidor, os Estatutos do Idoso e do Torcedor e leis adotadas por alguns Estados para questões específicas, como a venda de bebidas alcoólicas.

A organização presidida pelo suíço Joseph Blatter já disse, por exemplo, que não quer que estudantes e idosos tenham direito a pagar meia-entrada para assistir às partidas. Além disso, não abre mão da venda de bebidas alcoólicas nos estádios, o que é proibido por leis estaduais, e pretende elevar a pena para quem piratear produtos esportivos.

Acontece que o maior fornecedor desses produtos é a própria Fifa, que também faz a intermediação da maioria das relações comerciais nos jogos. De acordo com o advogado do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec),Guilherme Varella, se aprovada, a lei fará da entidade uma “superfornecedora”. "A Fifa tem exclusividade na venda de todos os produtos e serviços cuja marca seja a Copa do Mundo, desde a negociação de transmissão das imagens até a venda de ingressos e de produtos básicos, como camisetas e canecas.

Ele diz que, como fornecedora, a Fifa deveria se sujeitar à legislação brasileira. A Fifa não pode ser uma exceção sob o pretexto da excepcionalidade do evento. A Lei da Copa permite que ela entre no território nacional como uma superfornecedora. Nenhum outro fornecedor terá as mesmas condições durante o torneio. 





Confira o texto completo no Correio do Povo. 

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

"Faltou sinceridade da Fifa", diz secretário sobre escolha do estádio do Corinthians

A novela para definição do estádio da cidade de São Paulo na Copa do Mundo de 2014 fez com que a cidade atrasasse os planos e ficasse fora da Copa das Confederações de 2013. Na opinião do atual Secretário Especial de Articulação para Grandes Eventos em São Paulo, Walter Feldman, a Fifa não foi sincera com o comitê organizador local na hora de desaprovar o Morumbi como a arena da capital paulista. A declaração foi dada durante o seminário “Um olhar para a Zona Leste”, nessa terça-feira. As informações são do portal R7.

"Faltou sinceridade. Tivemos muitos contatos com os comitês e nas reuniões eles eram profundamente reticentes, não definiam, não deixavam nada claro. Havia um esforço da diretoria do São Paulo para apresentar alternativas, mas todas as respostas eram negativas. Se houvesse sinceridade, nós já teríamos resolvido isso há muito tempo. O estádio provavelmente já estaria com a construção mais avançada, seja o Itaquerão, o Pacaembu ou qualquer outro. Mas a Fifa, na minha avaliação, nos prejudicou", explicou.


Continue lendo no Correio do Povo.