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domingo, 11 de agosto de 2013

Batalha de grupos ou guerra de classes?

@Twistedpalo
twistedpaloComeçando a leitura de As Origens do Totalitarismo, de Hannah Arendt (para que vejam que livros escolho para me divertir nas férias), chamou-me a atenção uma reflexão da autora e politóloga de origem judia, sobre o extermínio genocida de seu povo em mãos das SS do III Reich. Arendt sustenta que o povo judeu não constituía "per se" uma classe social dentro das nações onde viviam, senão um grupo. Dito grupo podia distinguir-se por ter privilégios sociais (como os judeus palatinos) ou o contrário, ser repudiado, apátrida e estar em situação de desvantagem com respeito a outros se considerados cidadãos de pleno direito nos emergentes Estados Nações.

Esta configuração de grupo, e não de classe, segundo Arendt, foi uma das chaves que facilitou seu extermínio, pois como grupo eram muitíssimo mais débil e a solidariedade de classe, não ia com ele e nem até ele. Nem buscaram essa proteção e nem sequer a concederam. Era um grupo, não uma classe, e segundo foram as coisas e os negócios, poderia ser um grupo privilegiado ou pária.

laRepública.es

Vejam a tradução completa em NEBULOSA.DE.ÓRION

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Morre sobrevivente mais idoso dos campos de concentração

O homem mais idoso que sobreviveu aos campos de concentração nazistas, o austríaco Leopold Engleitner, faleceu no dia 21 de abril aos 107 anos, informou nesta quinta-feira o jornal austríaco Salzburger Nachrichten.

(...)

Engleitner, nascido no dia 23 de julho de 1905 perto de Salzburgo, foi internado sucessivamente nos campos de concentração de Buchenwald, Niederhagen e Ravensbruck por ter se negado a integrar as fileiras das Forças Armadas alemãs durante a Segunda Guerra Mundial por razões religiosas.

A vida de Leopold Engleitner, que era Testemunha de Jeová, foi registrada em uma biografia publicada em 1999, "Ungebrochener Wille" ("Uma vontade de ferro"), e em um documentário.


Confira a notícia da AFP, no UOL.

Deputado neonazista tenta atacar prefeito de Atenas e fere menina de 12 anos

Após seu partido - o neonazista Amanhecer Dourado - ser proibido de distribuir alimentos somente para gregos na praça Syntagma, o deputado Yorgos Germenis tentou atacar nesta quinta-feira o prefeito de Atenas, Yorgos Kaminis, e acabou ferindo uma menina de 12 anos na ação.


Confira a notícia da AFP, disponível no UOL.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Leandro Fortes: O nazijornalismo do CQC

"Dar um microfone a uma criança, ou usá-la como instrumento pérfido de manipulação, como fez o CQC com José Genoíno, não faz dela um repórter – e, provavelmente, não irá ajudá-la a construir um bom caráter. É um crime"
por Leandro Fortes, em CartaCapital
A violência do CQC contra o deputado José Genoíno alcançou, essa semana, um grau de bestialidade que não pode ser dimensionado à luz do humorismo, muito menos no campo do jornalismo. Isso porque o programa apresentado por Marcelo Tas, no comando de uma mesa onde se perfilam três patetas da tristeza a estrebuchar moralismos infantis, não é uma coisa nem outra.   

Vejam mais em VIOMUNDO

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Mensalão: prisão imediata sem justificação concreta é nazismo jurídico

Luiz Flávio Gomes
(jurista e professor, é fundador da Rede de Ensino LFG e diretor-presidente do Instituto Avante Brasil.)

Nos delicados momentos de alto risco para o Estado de Direito e suas garantias todos nós, por mais que nosso espírito esteja carregado de emoção e de ódio contra os fraudadores do dinheiro público e do poder, de sectarismos partidários ou de preconceitos ideológicos, temos que contar até 10, dar espaço para a razão e raciocinar como juristas e cidadãos preocupados com o futuro da nação, não com imediatismos populistas irracionais, típicos da era nazista de Hitler.

Há um livro que todos os acadêmicos e juristas jamais poderiam deixar de ler: Los juristas del horror (de Ingo Müller). Quem lê este livro tem a nítida sensação de que a prisão imediata de qualquer réu no país, antes do trânsito em julgado, como mera antecipação da pena, tal como pediu o procurador-geral, sem a presença dos requisitos da prisão preventiva, pouco importando se o réu é rico ou pobre, petista ou peessedebista, preto ou branco, tem todo sabor de exceção, colocando esse ato do procurador-geral, com todo colorido populista, ao lado dos atos idênticos dos juristas nazistas como Goering, Goebbels, Rosenberg, Himmler, Dahn, Schaffstein, Schmitt, tidos como juristas monstros, guiados pelo fanatismo, demagogia e populismo.


Vejam o texto completo no JORNAL DO BRASIL

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Historiador decifra carisma de Hitler e vê paralelos com mundo hoje


Hitler disse a milhões de alemães que eles eram arianos e, portanto, "especiais". Que eram, racialmente, um povo "melhor" do que os outros, algo que ajudou a cimentar a conexão carismática entre o líder e os liderados.
Ele não escondeu do eleitorado seu ódio, seu desprezo pela democracia ou sua crença no uso da violência para alcançar objetivos políticos. Um detalhe crucial, no entanto, era que ele falava contra inimigos definidos cuidadosamente, como comunistas e judeus.
A maioria dos alemães comuns não se encaixava nesses grupos e, desde que essa maioria abraçasse o novo mundo nazista, o alemão comum estava relativamente livre de perseguições. Pelo menos até os alemães começarem a perder a guerra.
Essa história é importante para nós hoje. Não apenas porque nos oferece "lições", mas porque a História pode conter avisos. Em uma crise econômica, milhões de pessoas decidiram se voltar para um líder pouco convencional que, na opinião deles, tinha "carisma". Um líder que se conectava com seus medos, esperanças e desejo latente de culpar os outros pela situação difícil que viviam.
O resultado disso foi desastroso para milhões de pessoas. Quando Hitler assumiu o poder, o índice de desemprego na Alemanha era 30%. Hoje, na Grécia, ele é 25,1%. E está subindo.


Confira o texto da BBC Brasil, reproduzido no Terra. 

sábado, 30 de junho de 2012

O início nazista da OTAN: Como o Ocidente implementou os objetivos de Hitler

Quem deu a NATO o direito de governar o mundo? Este autor elucida como a elite ocidental, da qual muitos integrantes eram apoiadores de Hitler, resgatou uma grande parte da hierarquia nazista e a colocou em posição de continuar a luta de muitas décadas contra a Rússia. O "Um Por Cento" da época e o "Um Por Cento" de hoje enviou milhões para a morte, formulando e adotando a promessa de Winston Churchill de 1918 de "estrangular no seu nascimento" a ameaça bolchevique. O controle total dos ditos meios de comunicação tradicionais promoveu essa tarefa odiosa.

Robert S. Rodvik
Internet activist and the author of  


Vejam o texto integral em Red Voltaire

terça-feira, 8 de maio de 2012

Namibia, primeiro genocídio do século XX?

Mulheres escravas na Alemanha do Sudoeste Africano,
 em meados de 1904.
Desde 2006, uma pequena rua nos arredores de Munique, denominada  “Herero Straße, a rua dos Herero”,nome que provavelmente não signifique nada para seus habitantes, nem para o resto de seus concidadãos, e muito menos aos leitores espanhois que lêem estas linhas. Mas tal denominação esconde uma triste, violenta e, sobretudo, história oculta.
Uma história que poderia ter saído do armário há algumas semanas, se o Parlamento alemão não houvesse decidido -após um debate de apenas meia hora-, opor-se ao reconhecimento como genocídio a matança sistemática que fez contra diversas tribos da atual Namíbia no início do século XX.
Genocídio? Sim, provavelmente essa seria a melhor maneira de defini-lo, tal como afirma a expert do Museu de Etnologia de Colônia, Larissa Förster: "Foi claramente uma ordem para eliminar as pessoas pertencentes a um grupo étnico específico e somente porque formavam parte deste grupo".
O Executivo, por outro lado, negou a maior e aceitou somente uma mera "responsabilidade histórica e moral pela Namíbia". E mais, em 2004, o governo alemão desautorizou as palavras de seu ministro de Auxílio ao Desenvolvimento.

Vejam o texto original em EL PAÍS ou uma tradução livre em NEBULOSA.DE.ÓRION

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

O Holocausto silenciado

Gays nos campos de concentração.
O parágrafo 175 do Código Penal Alemão de 1871 afirmava o seguinte:
"Os atos sexuais contra a natureza cometidos entre pessoas de sexo masculinos ou por humanos com animais serão castigados com prisão; essas pessoas poderão também perder os direitos civis."

Historia 16, n. 374, 2007.
Um mês depois da chegada de Hitler ao poder, em fevereiro de 1933, todos os bares gays de Berlim são fechados por ordem das novas autoridades nazistas. Milhares de pessoas foram perseguidas pelos nazistas por serem homossexuais. Mas ao contrário de outras minorias, após a guerra não tiveram sequer o direito ao reconhecimento pela repressão que haviam sofrido e foram condenados para sempre ao esquecimento.

Vejam o texto original em SARE ANTIFAXISTA
ou uma tradução livre do texto no BLOG NEBULOSA.DE.ORION

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Alemanha proíbe organizações que protegem neonazistas e seus parentes

O governo da Alemanha determinou nesta quarta-feira (21/09) a proibição a qualquer tipo de ajuda ou apoio a neonazistas e suas famílias. A decisão é do ministro do Interior do país, Hans Peter Friedrich, que expediu a ordem depois de analisar conclusões de investigações policiais sobre a atuação do grupo Organização de Ajuda a Presos Políticos Nacionais e Parentes (cuja sigla, em alemão, é HNG).

“Não é aceitável que radicais de direita, que estão na prisão, tenham sua posições reforçadas no que se refere a atuar contra o Estado de Direito”, diz o comunicado oficial do Ministério do Interior da Alemanha.


Leia mais no Opera Mundi.

sábado, 13 de agosto de 2011

O continente que brincava com fogo

Em 2008, a trilogia de ficção policial intitulada Millennium – Os homens que não amavam as mulheres,A menina que brincava com fogo e A rainha do castelo de ar – vendeu cerca de 21 milhões de exemplares em mais de quarenta países, alavancando seu autor, o jornalista sueco Stieg Larsson, à condição de segundo best-seller mundial. Infelizmente, Larsson não viveu para conhecer sua inesperada fama: morreu de um ataque cardíaco fulminante aos 50 anos, pouco depois de entregar os originais para seu editor.

Desde então, muito tem sido debatido a respeito da áspera violência, especialmente sexual, contida em seus livros. Os debates apontam para uma anomalia: como explicar que a Suécia, um país conhecido por ser uma espécie de paraíso na terra, onde supostamente imperariam a paz social e a tolerância racial, pudesse servir como pano de fundo para tanta sordidez praticada contra mulheres por indivíduos poderosos que, pra piorar, são acobertados por autoridades governamentais corruptas? Uma mirada no homem por detrás da trilogia insinua uma resposta. 





Continue lendo no Opera Mundi. 

domingo, 31 de julho de 2011

Stieg Larsson já havia avisado em 1995: «O atentado de Oklahoma é possível na Suécia. Há ódio, violência, fanatismo.

Stieg Larsson, sempre com uma sombra atrás, escreveu centenas de artigos sobre os grupos nazistas na Escandinavia, que o ameaçaram e perseguiram, que o fizeram não contrair matrimônio com sua companheira, Eva Garielsson, para não deixar pistas nos registros. Em um daqueles textos, de 1995, escreveu: "...Finalmente, um massacre como o de Oklahoma ocorrerá também na Suécia. Dispomos de todos os ingredientes: ódio, fanatismo, glorificação da violência e mentalidade sectária". O artigo, publicado no número 1 da revista "Expo", com o título "Em Estocolmo também podem podem ser produzidos atentados terroristas".

Vejam o texto original em SAREANTIFAXISTA ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

Anders Behring Breivik, já havia se registrado em 2009 no foro de internet sueco de nazi-fascistas "Nordisk".

Oslo y Utoya * Rep Noruega

Nesse foro, Nordisk, 22.000 registrados debatiam temas como "o poder da raça ariana branca" e estratégias políticas para combater a democracia.
Expo é a organização líder sueca de observação do nazi-fascismo e que se fez conhecer internacionalmente pelo trabalho realizado por seu sócio fundador Stieg Larsson, conhecido mundialmente pela autoria da trilogia "Millenium" e falecido em 2004, e que possibilitou a descoberta da relação do assasino ultra-direitista e o foro em questão.

Sare Info:
http://sareantifaxista.blogspot.com/2011/04/stieg-larsson-y-bjorn-soderberg-in.html

Vejam o texto original em SAREANTIFAXISTA

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Raiva mal dirigida

Noam Chomsky

Ridicularizar as travessuras do Tea Party não é o mais acertado. Seria muito mais apropriado tentar compreender o que é que subjaz por trás do encanto do popular movimento, e perguntar-nos a nós mesmos por que uma série de pessoas justamente enraivecidas estão sendo mobilizadas pela extrema direita e não pelo tipo de ativismo construtivo que surgiu nos tempos da Depressão.
(...)
Tomando emprestadas as palavras de Fritz Stern, o ilustre estudioso da história alemã: "tenho idade suficiente para recordar-me daqueles dias arrepiantes e ameaçadores em que os alemães despencaram da decência ao barbarismo nazista". Num artigo de 2005, Stern indica que tem o futuro dos Estados Unidos em mente quando repassa um "processo histórico em que o ressentimento contra o mundo secular desencantado encontrara a liberação no êxtase do escape da razão".

Vejam o texto completo em NODO50

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Encontrada em Berlim arte que se acreditava destruída pelos nazistas

Quase uma dezena de esculturas consideradas pelos nazistas como arte "degenerada" e que se acreditava perdidas ou destruídas depois da Segunda Guerra Mundial foram desenterradas durante uma construção perto da prefeitura em Berlim e foram apresentadas nesta segunda-feira à imprensa. As estátuas de bronze e terracota foram encontradas durante uma escavação para uma nova linha de metrô.

Pertencenram a uma coleção de 15.000 trabalhos condenados pelo regime de Adolfo Hitler por conter elementos sexuais “desviados”, temas antinacionalistas ou por criticar a ideologia nazista.


Vejam mais detalhes em CUBADEBATE

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Photoshop abre túnel do tempo para dimensão fantasma da Segunda Guerra Mundial




O fotógrafo russo Sergey Larenkov pegou algumas fotografias antigas da Segunda Guerra Mundial e as combinou com fotos recentes e com mesma perspectiva. O resultado: uma série de portais temporais que nos ajudam a contextualizar a guerra na nossa realidade atual.

A técnica é bastante simples, mas bem engenhosa e eficaz, gerando resultados interessantes como o visto acima. Este é o lendário Marechal da União Soviética Georgy Zhukov. Em 1945, ele comandou a Primeira Frente Bielorrussa do Exército Vermelho, que tomou controle de Berlim com a Primeira Frente Ucraniana. Ele está olhando para a câmera, todo sério, nas escadas do Reichstag, rodeado por alguns de seus tenentes e um monte de turistas.


Continue lendo, e veja mais fotos, no Gizmodo Brasil.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Islamofobia Varre a Europa

O continente que produziu imperialismo, escravatura e Hitler agora produz Geert Wilders. Bélgica e França proibiram a burqah, um deputado britânico afirmou que ele irá recusar-se a falar a eleitores que se recusam revelar a sua cara e Geert Wilders, o líder holandês do Partido de Liberdade nos Países Baixos declara seu objetivo de lançar o seu movimento Stop Islam (Parem o Islão) em cinco países. É a Europa, não os muçulmanos, que estão buscando um choque entre as culturas.

Europa nunca deixa de surpreender com a sua abjecta arrogância, imperialismo imperioso e sua demagogia nojenta. O continente que produziu imperialismo, escravatura e Hitler agora produz Geert Wilders. As vítimas desta vez não são os judeus, mas os muçulmanos e, como foi o caso com o horrível movimento nazista, racista e genocida de Hitler, não só era endêmica à Alemanha, mas teve as suas metástases por todo o continente em movimentos semelhantes.


Como Hitler, na sua repugnante, cruel e inaceitável campanha contra os judeus, Geert Wilders pretende internacionalizar seu movimento, chamado "Stop Islam - defender a liberdade". "Liberdade" é uma daquelas palavras muito usadas e abusadas por aqueles que têm uma agenda, usada contra a União Soviética por aqueles cujas práticas estavam longe de ser pacíficas ou bem-intencionadas: "Liberdade" foi usada por aqueles que apoiaram a repressão de ditadores fascistas na África e na América Latina, "Liberdade" foi usada por aqueles que atacaram Fidel Castro e, em seguida, tentaram assassiná-lo 700 vezes.

Vejam mais em PRAVDA.RU

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Senador russo solicita a criação de base legal para penalizar as intenções de reabilitar aos nazistas

Kíev, 12 de abril, RIA Novosti. O presidente do Conselho da Federação (cãmara alta do parlamento russo), Serguei Mirónov, ao participar hoje em uma conferência organizada por RIA Novosti e dedicada ao 65 aniversário da Vitória na Segunda Guerra Mundial, declarou que se deve criar uma base legal para impedir as intenção de transformar em heróis aos nazistas e seus cumplices.

Vejam mais em RIA NOVOSTI

quarta-feira, 17 de março de 2010

O que é o Sionismo?Entrevista Ralph Schoenman

A comunidade judaica internacional deve repudiar o Estado de Israel, fundado por amigos de nazistas e colaboradores do Holocausto. O tenebroso Holocausto de judeus na Europa na década de 40 jamais foi combatido pelo movimento sionista (fundador do Estado de Israel). Ao contrário, o movimento sionista colaborou (inclusive financeiramente) com a Alemanha nazista em diversos momentos, e chegou a fazer acordos com os nazistas na Hungria para que o Holocausto fosse levado adiante, com a liberação de apenas uma "elite" de alguns poucos judeus "jovens, saudáveis e inteligentes" dispostos a ir participar da invasão da Palestina, enquanto o restante poderia perecer nas câmeras de gás. O sionistas tinham interesse no Holocausto, pois servia para afugentar os judeus da Europa, em direção ao Oriente Médio, para participarem da invasão da Palestina e do conseqüente massacre terrorista contra os habitantes daquela terra, os árabes palestinos. Essas afirmações, que podem chocar algumas pessoas pelo seu "ineditismo", são baseadas em verdades históricas puras e simples, ignoradas durante décadas pela grande mídia. Não se trata de "revisionismo" (o porco movimento neonazista que afirma que o "Holocausto não existiu"), pelo contrário, trata-se do reconhecimento de que o Holocausto nazista de judeus existiu, foi um enorme crime contra a humanidade, e que foi apoiado pelo movimento sionista (fundador de Israel).


Vejam o texto e a entrevista completa em KAOSENLARED.NET

domingo, 12 de julho de 2009

Nazismo e Stalinismo: A Falsa Simetria














Há poucos dias, a Assembleia Parlamentar da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa aprovou uma resolução que equiparou o Stalisnimo ao Nazismo. Trata-se de um erro grave que parte de uma premissa falsa e, no fim das contas, apenas relativiza o que foi o Nazismo - coincidência ou não, num momento em que ocorre uma ascenção de movimentos de extrema-direita no continente europeu.

O Nazismo é uma ideologia que deve ser banida porque rompe com um patamar mínimo civilizatório conquistado no Iluminismo. Seu objetivo é chegar na Utopia eugênica - na verdade, uma terrível distopia -, onde um Estado tecnocrático comandado por humanos geneticamente superiores - entenda-se, germânicos - mantêm as demais etnias - "raças", na sua concepção - em estado de permanente escravidão, matando, à priori, os grupos irremediavelmente incompatíveis com esse projeto. O fim perseguido pelo Nazismo, portanto, já é um crime em si mesmo e qualquer meio que venha a se empregado para atingi-lo será invariável e igualmente iníquo - e o termo crime aqui está sendo empregado no sentido de atentado a princípio ético fundamental para a convivência humana, portanto, vai além da mera concepção juspositivista.



Vejam o texto completo no blog O Descurvo