Paralelismo entre a violação do chefe do Fundo Monetário à camareira de um hotel de luxo em Nova York, com a atitude que o FMI tem em relação aos paises do sul.
Petras: Bom, comecemos. O caso mais importante é o de Al Nakba de onde os palestinos celebram o aniversário da catástrofe quando Israel lançou a campanha de terror na fundação do Estado israelista. Forçaram a saída de 800 mil palestinos a partir das medidas de terrorismo, massacres, assassinatos e roubaram dos palestinos suas terras, suas casas, seus negócios, suas escolas e forçaram as pessoas a sair do país e viver em campos de refugiados.
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O segundo tema que queria discutir é o paralelismo da violação do chefe do FMI à camareira num hotel de luxo em Nova York, com a atitude que o FMI tem em relação aos paises do sul da Europa e da América Latina. O senhor Strauss violou uma mulher. Forçosamente a impôs suas perversões sexuais, a raptou, a encerrou em seu dormitório não deixando-a sair partindo então para a violência violando-a. Este ato individual é uma boa representação de como atua o FMI a organização do senhor Strauss Kahn: entram num país, impõem seu critério, castigam qualquer um que não lhe seja obediente e depois retiram seu patrimônio; no caso da mulher tratam de destruir sua virtude. Os paralelismo são fortes.
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O último tema que queria tratar é o massacre no México: 40 mil pessoas foram mortas desde que governa Felipe Calderón o presidente fraudulento que lançou a guerra contra os narcotraficantes.Agora, o que muita gente não sabe, é que os traficantes estão intimamente vinculados aos bancos mais importantes dos Estado Unidos. Um banco só (Wachovia) lavou 373 bilhões de dólares em quatro anos, entre 2004 e 2007. Esse dinheiro é essencial para os lucros dos traficantes e sem o apoio do dinheiro lavado pelos bancos ianques os traficantes não podem financiar suas atividades.
Vejam o texto em LA HAINE.ORG (e uma tradução livre no espaço de comentários deste post)