domingo, 13 de agosto de 2017

Painel sobre a - necessária - intervenção da Esquerda na Blogosfera e nas Redes Sociais realizado em Porto Alegre

Jornalista Celso Schröeder, deputado federal  Marco Maia (PT/RS)
e o vereador Adeli Sell (PT/Porto Alegre)

*Da Redação

Na noite de ontem, no Auditório Moacir Leão da AFOCEFE/Sindicato, na Rua dos Andradas, centro de Porto Alegre, promovida pelos gabinetes do Deputado Federal Marco Maia e do Vereador Adeli Sell, ambos do Partido dos Trabalhadores, sob o tema 'Estado de Exceção, Redes Sociais e Sociedade em Crise: intensificar o combate - e a parceria - na Blogosfera e nas Redes!', ocorreu uma qualificada"Reunião/Debate" (transmitida ao vivo pelas páginas dos organizadores, bastante acessada e compartilhada nas Redes) sobre uma necessária política estratégica de comunicação das esquerdas em tempos de Blogosfera e Redes Sociais (e, sobretudo, durante um Regime de Exceção, como o que vivemos no país após o golpe que destituiu a Presidenta Dilma).

A mesa dos trabalhos (foto) contou com a participação, além do Deputado Marco Maia (ex-presidente da Câmara dos deputados e integrante da CCJ, considerado - segundo estudo realizado pelo FSB Pesquisa - como um dos 10 parlamentares mais influentes nas Redes no Brasil) e do vereador Adeli Sell (do PT de Porto Alegre, professor de Letras e Acadêmico de Direito), com o jornalista, chargista, professor e líder sindical Celso Schröeder (Ex-presidente da Federação Nacional dos Jornalistas - FENAJ e Presidente da Federação de Periodistas da América Latina e do Caribe - FEPALC).

Ao final da reunião foram realizados os encaminhamentos, sendo que foi decidido, dentre outras ações, a criação de um 'grupo de trabalho'para sistematizar propostas visando dar continuidade ao debate e encaminhar as demandas e sugestões dos blogueiros e midioativistaspresentes ao evento.

domingo, 30 de julho de 2017

Estado de Exceção, Resistência ... y Otras Cositas Más...



Crítica & Autocrítica - nº 117

*Estado de Exceção continua correndo solto em nosso maltratado país. Com o golpe parlamentar/jurídico/midiático/empresarial que derrubou uma Presidenta legítima e honesta, a Constituição foi rasgada, o Estado Democrático de Direito substituído pelo Estado de Exceção; traíra golpista na presidência montou um governo de ladrões; juízes e procuradores parciais, autoritários, muitos fundamentalistas; prisões e condenações sem provas; presunção de inocência ignorada; perseguições seletivas direcionadas aos petistas, tucanos e afins esquecidos ou mesmo 'protegidos' pelo MP e Judiciário... caça implacável ao Lula etc... Essa, infelizmente, é a realidade hoje do país. Ainda bem que os olhos do mundo estão voltados para cá e não se pautam pela Rede Globo e suas versões tendenciosas e, não raro, criminosas.

*Governicho golpista liderado por Michel Temer (o mais desaprovado da história brasileira) agora foi denunciado na ONU por deixar de investir no combate à fome. Além das maldades que está fazendo contra os trabalhadores (as ditas 'reformas' – anti-reformas, na verdade, que retiram direitos conquistados à duras lutas nos últimos 70 anos), o traíra e sua turma fazem retornar a fome que tinha praticamente sido extinta no país nos treze anos de governos liderados pelo PT, sob a presidência de Lula e Dilma. (...)

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*Coluna que mantenho (i)regularmente no Blog 'O Boqueirão Online'

sexta-feira, 21 de julho de 2017

sábado, 15 de julho de 2017

MORO E A MORTE DO DIREITO



Por Wadih Damous*

A decisão judicial que condenou o ex-presidente Lula pode ser analisada por três aspectos: o técnico-jurídico, o histórico e o psicanalítico. Os dois primeiros absolvem o acusado, o terceiro ajuda a explicar aquilo que, na lição do jurista italiano Franco Cordero, se denominou quadro mental paranoico do juiz.

Do ponto de vista do rigor técnico-jurídico é importante afirmar que a sentença afronta a exigência constitucional de que fundamentadas sejam todas as decisões judiciais, ainda mais quando está em jogo a vida e a liberdade alheias. Só é legítima e válida a decisão judicial que indicar, concretamente, as suas premissas lógicas e o caminho racional percorrido pelo magistrado para resolver a contradição entre acusação e defesa. (...)

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Rádio Brasil Atual - Uma Opção Inteligente!!!


O Editor do Blog 'O Boqueirão Online' recomenda:

-RBA (ao vivo) tem ótima seleção musical, notícias, entrevistas, variedades  (e, acima de tudo,  está 'livre de chinelagem')!

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segunda-feira, 12 de junho de 2017

Partido da mídia segue unido e quer saída da crise ao seu modo

Temer, é uma forma de serem fiadoras de um novo governo que parece se anunciar para breve
por Lalo Leal*
             COLETIVO DIRETAS JÁ
Rede Golpe
Manifestantes por Diretas Já, em São Paulo: a mídia ajudou no golpe para botar Temer lá; agora quer trocá-lo pôr outro igual
RBA- A Globo interrompe sua programação, pouco antes do Jornal Nacional, para dar uma notícia extraordinária. Gravação mostrava relações promíscuas entre Michel Temer e o dono da empresa JBS. A partir dai o conglomerado de mídia líder do movimento golpista que derrubou a presidenta Dilma Rousseff e apoiadora fiel do governo ilegítimo passou a atacá-lo duramente. Outras empresas de comunicação não adotaram a mesma linha, caso dos jornais Folha de S.Paulo, o Estado de S. Paulo e da Rede Bandeirantes. Ao contrário, seguiram apoiando o governo ilegítimo. (...)
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sexta-feira, 9 de junho de 2017

"Café com Marx"



Por Marcelo Pires Mendonça*

“A história de toda a sociedade até aqui é a história de lutas de classes. Homem livre e escravo, patrício e plebeu, barão e servo, burgueses de corporação e oficiais, em suma, opressores e oprimidos, estiveram em constante oposição uns aos outros, travaram uma luta ininterrupta, ora oculta ora aberta, uma luta que de cada vez acabou por uma reconfiguração revolucionária de toda a sociedade ou pelo declínio comum das classes em luta.

Nas anteriores épocas da história encontramos quase por toda a parte uma articulação completa da sociedade em diversos estados [ou ordens sociais], uma múltipla gradação das posições sociais.

Na Roma antiga temos patrícios, cavaleiros, plebeus, escravos; na Idade Média: senhores feudais, vassalos, burgueses de corporação, oficiais, servos, e ainda por cima, quase em cada uma destas classes, de novo gradações particulares.

A moderna sociedade burguesa, saída do declínio da sociedade feudal, não aboliu as oposições de classes. Apenas pôs novas classes, novas condições de opressão, novas configurações de luta, no lugar das antigas.

A nossa época, a época da burguesia, distingue-se, contudo, por ter simplificado as oposições de classes. A sociedade toda cinde-se, cada vez mais, em dois grandes campos inimigos, em duas grandes classes que diretamente se enfrentam: burguesia e proletariado.” (Karl Marx, Manifesto do Partido Comunista)
*** 
*Professor, trabalha na Secretaria de Educação do Distrito Federal. Foi Coordenador-Geral de Instâncias e Mecanismos de Participação Social da Presidência da República. É filiado ao Partido dos Trabalhadores.

**Nota do Editor do Blog: O companheiro Marcelo Pires Mendonça (foto), com suas qualificadíssimas - e sempre oportunas - 'tiras'' denominadas "Café com Marx" (Engels, Lenin, Rosa, Kollontai e outras/os) que posta regularmente em seu face e demais redes sociais, é o mais novo colaborador deste Blog, o que muito nos honra. 

-Seja muito bem-vindo, companheiro Marcelo! (Júlio Garcia) 

Via  https://jcsgarcia.blogspot.com.br/

domingo, 4 de junho de 2017

O legado e a atualidade de Che Guevara: “ele acreditava no melhor do humano”





No ano do cinquentenário de sua morte, a figura de Ernesto Che Guevara segue influenciando jovens no mundo inteiro, seja como inspiração política, seja como um símbolo pop de rebeldia. Mas qual é o mesmo legado e a atualidade desse jovem argentino que, após ser um dos líderes da Revolução Cubana junto com Fidel Castro, trocou os postos que ocupava em ministérios do governo revolucionário, para se engajar na luta antiimperialista no Congo e, mais tarde, na Bolívia, onde acabaria por ser morto aos 39 anos de idade?
Pesquisador da vida de Che, o jornalista e professor cubano Santiago Feliú vem reunindo desde a década de 90 canções compostas em homenagem à memória do jovem médico argentino que virou revolucionário. Mais do que simples homenagem, a preocupação central de Feliú é resgatar o que chama de face ética de Che Guevara, da exemplaridade com que este exerceu a sua luta política. Em entrevista ao Sul21, Feliú fala sobre a atualidade da figura de Che e de seu legado. “Essa atualidade tem a ver, não com o Che heróico e guerrilheiro da luta armada, mas sim o Che ético, que foi ministro em várias pastas no início da Revolução Cubana e que acreditava em determinados valores e, em especial, no melhor do humano”.
Santiago Feliú veio a Porto Alegre a convite da Associação Cultural José Martí para o lançamento da segunda edição do seu livro “Canto épico a la ternura” em homenagem à obra e ao pensamento de Che Guevara. Na entrevista, ele também fala sobre o presente de Cuba e sobre os desafios colocados para o país após a morte de Fidel Castro e aposentadoria de Raúl Castro. 
Sul21Você pesquisou e reuniu canções escritas e compostas em vários países da América Latina para homenagear a vida e a trajetória política de Che Guevara. Como nasceu esse trabalho? Como é que você definiria o legado de Che hoje? Ele segue presente e representa uma figura forte e inspiradora politicamente na América Latina?
Santiago Feliú: A primeira edição foi lançada em 1993 no Uruguai, com 40 canções. Depois, o livro foi lançado em sete outros países e hoje reúne 158 canções para o Che, de 100 autores, de 17 países. A figura do Che está mais presente que nunca. Muitas das coisas que ele disse hoje tem muita vigência. Essa atualidade tem a ver, não com o Che heróico e guerrilheiro da luta armada, mas sim o Che ético, que foi ministro em várias pastas no início da Revolução Cubana e que acreditava em determinados valores e, em especial, no melhor do humano. Houve uma manipulação da figura dele, como se a sua trajetória se resumisse à luta armada. Ele, de fato, defendeu que, nos anos 60, a luta armada era a via para a libertação da América Latina, mas não era o único caminho. Uma prova disso é uma dedicatória que ele escreveu para o presidente chileno Salvador Allende ao dar a ele um exemplar do único livro que realmente escreveu, “A guerra de guerrilhas”. Nesta dedicatória, ele escreveu: Para Salvador que, por outros meios, quer o mesmo que nós”. (...)
-Para continuar lendo a {excelente} entrevista realizada pelo jornalista Marco Weissheimer no SUL21 com o grande Santiago Feliúclique AQUI