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quinta-feira, 24 de março de 2016

Igreja das Dores vai abrigar o primeiro museu de arte sacra de Porto Alegre

A Igreja Nossa Senhora das Dores, a mais antiga de Porto Alegre, se prepara para um novo marco em sua história: abrigar o primeiro museu de arte sacra da capital gaúcha. A inauguração do espaço deve acontecer somente a partir de 2019, mas os trabalhos para torná-lo real já estão sendo realizados.


Confira no Correio do Povo. 

terça-feira, 7 de maio de 2013

Suécia inaugura museu dedicado ao grupo ABBA

Os quatro integrantes do lendário grupo ABBA se mostraram, a princípio, resistentes, mas parecem ter, definitivamente, virado a página de seus receios, ao aceitarem a criação de um museu que abrirá suas portas nesta terça-feira em Estocolmo.


Confira no Correio do Povo.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Museu de Arte do Rio Grande do Sul pode fechar as portas

O Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs) poderá fechar nos próximos dias. Com o ar-condicionado das pinacotecas funcionando de forma intermitente e o do acervo técnico estragado há mais de um ano, a orientação de cerrar as portas, até que uma providência seja tomada pela Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), é da Associação dos Amigos do Margs (AAMargs). “As obras estão sofrendo desgate e os funcionários estão pedindo para deixar de trabalhar por causa do calor dentro do prédio. Além disso, o público entra e não consegue apreciar a exposição”, revela a presidente da associação, Beatriz Fleck.


Confira no Correio do Povo. 

terça-feira, 22 de junho de 2010

Crônicas de um Velho Ranheta e Reaça

[Lúcio Jr.] Está na hora de Ferreira Gullar ir para o museu. É isso que concluo, diante de suas últimas entrevistas e prêmios.

Gosto muito de seus ensaios e poemas. Foram importantes para mim. Mas a pessoa do poeta já está na hora de Deus chamar ou de entrar num museu para virar parte do patrimônio.

Leio no site dele que ganhou o prêmio Jabuti pelo livro Resmungos, crônicas escritas na Folha de S. Paulo. Ora, "resmungos"? Por que não ser mais vanguarda e escrever logo: Crônicas de um Velho Ranheta e Reaça?

Mais espantoso é o site pessoal dele, onde registra que introduziu o "pós-modernismo" em São Luís do Maranhão ao lado do ex-presidente José Sarney. Que horror. Eu teria vergonha de ter feito uma coisa dessas. Introduzir pós-modernismo junto com um poeta que escreve livros chamados "Marimbondos de Fogo". Ainda que fossem "Marimbondos de Néon", "Marimbondos Punks Aidéticos", uma coisa assim, mais pós-pós.

Vejam o texto completo em DIÁRIO DA LIBERDADE (ou no sitio REVISTA CIDADE SOL)

terça-feira, 18 de maio de 2010

O poder incendiário de uma palavra, artigo de Ruy José Válka Alves

"Quantos Butantans ainda serão necessários para nossos tesouros científicos, culturais e históricos terem a guarda que merecem?"

Ruy José Válka Alves é professor do Departamento de Botânica do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do qual foi vice-diretor. Artigo enviado pelo autor ao "JC e-mail":

O Brasil acaba de perder um acervo insubstituível da diversidade biológica, graças à precariedade da infraestrutura de segurança, carência tão comum em nossas instituições públicas. Com muita propriedade, Miguel Trefaut e Hussan Zaher dizem no artigo de 16/05, que esse incêndio era uma tragédia anunciada, pela falta de condições adequadas - Estadão, www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100516/not_imp552414,0.php


Vejam o texto completo no JORNAL DA CIÊNCIA (SBPC)


sexta-feira, 13 de junho de 2008

Ladrões aproveitaram excursão escolar para roubar museu

Os três criminosos que levaram quatro obras da Estação Pinacoteca na tarde desta quinta-feira, no centro de São Paulo, aproveitaram a presença de alunos de uma escola municipal para realizar o roubo de quatro telas. As obras são duas gravuras do espanhol Pablo Picasso (1881-1973), um óleo sobre tela do brasileiro Di Cavalcanti (1897-1976) e um guache sobre cartão do lituano radicado no Brasil Lasar Segall (1891-1957).

Segundo funcionárias que estavam no local na hora do crime, os homens entraram no local como se fossem visitantes comuns. Em seguida, acessaram um elevador que dá acesso a uma área restrita onde ficam as obras que não estão em exposição. "Eles aproveitaram a bagunça que a criançada estava fazendo", diz a Wenna Adriana Moura, 18, que trabalha na limpeza.

Mais na Folha Online.