Mauro Santayana
Agricultores
brasileiros, também cúmplices da agressão química contra a natureza, estão em
litígio contra a Monsanto, que lhes cobrou royalties pelo uso de uma tecnologia
cuja patente expirou em 2010, de acordo com a legislação brasileira. As leis
nacionais estabelecem que o início da vigência de uma patente é a data de seu primeiro registro. A Monsanto invoca a
legislação norte-americana, pela qual a patente passa a vigorar a partir de seu
último registro. Como sempre há maquiagem dos processos tecnológicos, a patente
não expira jamais.
Vejam o artigo completo no JORNAL DO BRASIL
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Transgênicos aumentam em até três vezes ocorrência de câncer em ratos
Os ratos alimentados com organismos geneticamente modificados (OGM) morrem antes e sofrem de câncer com mais frequência do que os demais, destaca um estudo publicado nesta quarta-feira (19) pela revista "Food and Chemical Toxicology", que considera os resultados "alarmantes".
Confira no IG.
Confira no IG.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Jaime Sautchuk: O uso do Agente Laranja na Amazônia
Grande parte das 4 toneladas de agrotóxicos apreendidas pelo Ibama semana passada, na fronteira de Rondônia com o Amazonas, é do reagente 2,4D, que vinha sendo usado para desfolhar floresta, antes do desmate completo. Só que este é um dos dois principais componentes do Agente Laranja, que fez atrocidades no Vietnã, na década de 1960.
Por Jaime Sautchuk
Na ocupação do Vietnã, as Forças Armadas dos Estados Unidos encomendaram essa arma química das empresas Monsanto e Dow Chemical, ambas americanas. O nome que se popularizou vem dos galões de cor alaranjada em que o veneno era acondicionado para demarcar diferença, por causa de seu enorme poder letal.Na guerra genocida, esse agente tinha dupla função. Uma, era desfolhar a floresta para desnudar bases da guerrilha vietnamita. A outra, ainda mais cruel, era arrasar as plantações agrícolas, especialmente de arroz, e assim privar o povo do seu principal componente alimentar.
Vejam o texto completo no PORTAL VERMELHO
quarta-feira, 9 de março de 2011
El glifosato es intocable
Por Santiago O’Donnell, para Página/12
La embajada de los Estados Unidos defendió el uso del cuestionado pesticida glifosato ante autoridades del Senasa, el organismo responsable de garantizar y certificar la sanidad y calidad de la producción agropecuaria. Según un cable diplomático de julio del 2009 filtrado por Wikileaks, al que tuvo acceso Página/12, la embajada tomó la decisión de presentar estudios propios ante el ente regulador que había autorizado el uso del pesticida después de que este diario revelara un estudio científico alertando sobre la posible toxicidad del producto.
El lobbying estadounidense en favor del fabricante del pesticida, la multinacional Monsanto, tuvo lugar seis meses después de que la presidenta Cristina Fernández de Kirchner ordenara al Ministerio de Salud iniciar una investigación oficial sobre los posibles efectos nocivos del pesticida. El estudio, que aún se está realizando, servirá de base para limitar o eventualmente prohibir el uso de glifosato, si se demuestra que efectivamente afecta la salud de la población, tal como sugiere el trabajo cuestionado por la embajada. Lo realizó el toxicólogo Andrés Carrasco con embriones de pollo.
La embajada de los Estados Unidos defendió el uso del cuestionado pesticida glifosato ante autoridades del Senasa, el organismo responsable de garantizar y certificar la sanidad y calidad de la producción agropecuaria. Según un cable diplomático de julio del 2009 filtrado por Wikileaks, al que tuvo acceso Página/12, la embajada tomó la decisión de presentar estudios propios ante el ente regulador que había autorizado el uso del pesticida después de que este diario revelara un estudio científico alertando sobre la posible toxicidad del producto.
El lobbying estadounidense en favor del fabricante del pesticida, la multinacional Monsanto, tuvo lugar seis meses después de que la presidenta Cristina Fernández de Kirchner ordenara al Ministerio de Salud iniciar una investigación oficial sobre los posibles efectos nocivos del pesticida. El estudio, que aún se está realizando, servirá de base para limitar o eventualmente prohibir el uso de glifosato, si se demuestra que efectivamente afecta la salud de la población, tal como sugiere el trabajo cuestionado por la embajada. Lo realizó el toxicólogo Andrés Carrasco con embriones de pollo.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Contratos secretos da Monsanto são revelados
Contratos confidenciais que detalham as práticas de negócios da Monsanto Co. revelam como a maior desenvolvedora de sementes do mundo está pressionando competidores, controlando companhias menores de sementes e protegendo seu domínio sobre o mercado multibilionário de sementes geneticamente modificadas.
Leia a íntegra AQUI.
Leia a íntegra AQUI.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
La soja transgénica, el "yuyo" que no para de generar problemas
Cuando descubrió que el cuerpo de su hija María Luz tomaba forma de mujer, Margarita no creyó que había parido a una niña índiga o cristal. Lo que le ocurría a su nena de cinco años se acercaba más a una mutación hormonal que al nacimiento de seres humanos con capacidades superiores. Y su olfato materno no se equivocaba; María Luz experimentaba un desarrollo con síntomas puberales que a los 60 meses de vida le había provocado el crecimiento de senos. Los médicos no pudieron diagnosticar con precisión lo que estaba ocurriendo aunque más de una década después el cuadro de la paciente puede ajustarse a lo que provoca la ingesta elevada de isoflavonas, los fitoestrógenos que se encuentran en la soja.
CRÍTICA DIGITAL
CRÍTICA DIGITAL
terça-feira, 14 de abril de 2009
Alemanha proíbe milho transgênico
A Alemanha anunciou nesta terça-feira que suspenderá o cultivo de milho geneticamente modificado da gigante americana Monsanto (o MON810), passando a ser o sexto país europeu a aplicar a medida, apesar da posição contrária da Comissão Européia.
A ministra alemã da Agricultura, Ilse Aigner, explicou que as autoridades adotaram a decisão pela possibilidade de que o cultivo geneticamente modificado represente riscos para o meio ambiente.Mais no Luís Nassif.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Brasil tem 12% das lavouras transgênicas de todo o mundo
Estudo divulgado hoje, 11, pela organização não-governamental (ONG) Conselho de Informações sobre Biotecnologia diz que o Brasil foi o responsável por 12% das lavouras geneticamente modificadas no mundo em 2007. Isso significa 15,8 milhões de hectares de lavouras desse tipo no país e a terceira posição no ranking dos maiores produtores de transgênicos.
De acordo com o estudo, o Brasil só fica atrás dos Estados Unidos e da Argentina. Grande parte dos transgênicos produzidos no país são soja, responsável por 14 milhões de hectares; seguida do milho, com 1,4 milhão. O restante é de lavouras de algodão.
O estudo da ONG informou que a área de plantações transgênicas cresceu 10,7 milhões de hectares no ano passado em todo o mundo, 9,4% em comparação com o ano anterior. No total, as lavouras transgênicas representam 125 milhões de hectares.
Roberta Lopes , da Agência Brasil na Revista Fórum.
De acordo com o estudo, o Brasil só fica atrás dos Estados Unidos e da Argentina. Grande parte dos transgênicos produzidos no país são soja, responsável por 14 milhões de hectares; seguida do milho, com 1,4 milhão. O restante é de lavouras de algodão.
O estudo da ONG informou que a área de plantações transgênicas cresceu 10,7 milhões de hectares no ano passado em todo o mundo, 9,4% em comparação com o ano anterior. No total, as lavouras transgênicas representam 125 milhões de hectares.
Roberta Lopes , da Agência Brasil na Revista Fórum.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Até que enfim a Monsanto perdeu uma
A empresa transnacional estadunidense Monsanto deverá se retirar de uma área equivalente a 26 campos de futebol, localizada dentro do assentamento de Reforma Agrária em Campo Verde (MT). A decisão foi tomada pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). A área foi comprada de forma ilegal pela empresa e era utilizada para a realização de experimentos com transgênicos. O Ministério Público e a Polícia Federal devem fazer com que a decisão se cumpra.
Para efetuar a compra, que se deu recentemente, a Monsanto utilizou uma empresa brasileira laranja chamada Agroeste Sementes. Segundo a coordenadora Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Itelvina Maria Maziolli, tudo indica que a Monsanto forjou um contrato de compra e venda para daí tomar posse da área.
Leia mais no blog CELEUMA.
Para efetuar a compra, que se deu recentemente, a Monsanto utilizou uma empresa brasileira laranja chamada Agroeste Sementes. Segundo a coordenadora Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Itelvina Maria Maziolli, tudo indica que a Monsanto forjou um contrato de compra e venda para daí tomar posse da área.
domingo, 9 de março de 2008
Mulheres da Via Campesina destroem plantação de milho transgênico
Grupo ligado ao MST invadiu fazenda da Monsanto na manhã desta sexta (7). Objetivo foi protestar contra liberação da venda de duas variedades de milho transgênico.
Texto completo no G1. Comentário: nesta semana da mulher, as camponesas da Via Campesina trabalharam bastante.
Texto completo no G1. Comentário: nesta semana da mulher, as camponesas da Via Campesina trabalharam bastante.
domingo, 17 de fevereiro de 2008
OMS considera “altamente tóxico” herbicida de soja transgênica
Enquanto isso, ruralistas querem diminuir a alíquota de importação sobre o glifosato chinês, princípio ativo do herbicida usado na soja transgênica e patenteado pela Monsanto
14/02/2008
Mayrá Lima, de Brasília
Por um lado a Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, em Brasília, tenta diminuir a alíquota sobre o glifosato chinês, numa tentativa de “baixar os custos do herbicida e melhorar a concorrência do produto no mercado”. Por outro, a Organização Mundial de Saúde (OMS) anuncia que decidiu reclassificar o herbicida patenteado pela transnacional Monsanto de “produto que não oferece perigo” para produto “altamente tóxico”.
A reclassificação está baseada em demonstrações científicas que alertaram sobre os efeitos cancerígenos, a ação mutagênica, a contaminação de alimentos e persistência do veneno no solo e em cultivos. Segundo a Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa (ASPTA), a soja transgênica RR (Roundup Ready), também da Monsanto, foi desenvolvida para resistir à aplicação do herbicida à base de glifosato (cujo nome comercial é Roundup). Com o uso da soja transgênica, os agricultores pulverizam o agrotóxico sobre a lavoura, eliminando todas as plantas invasoras, deixando intacta a soja transgênica – três quartos dos transgênicos produzidos no mundo foram desenvolvidos para resistir à aplicação de herbicidas.
“Se por um lado as empresas alegam que a tecnologia simplifica o trabalho de controle do mato, por outro, é evidente que o consumo do produto tende a aumentar em muito pouco tempo. Isto porque as plantas invasoras rapidamente também adquirem resistência ao produto, o que força os agricultores a usar quantidades cada vez maiores do veneno para garantir sua eficácia. Outro resultado deste fenômeno é que as alegadas vantagens econômicas da tecnologia em pouco tempo são anuladas, pois a aquisição de veneno é um dos fatores que mais pesam nos custos de produção da agricultura convencional. Mais veneno, mais custos”, explica a entidade ambientalista.
A Comissão de Agricultura enviou em 8 de fevereiro um ofício à Camex (Câmara de Comércio Exterior) solicitando a não renovação da tarifa para a matéria-prima do herbicida Roundup. Do lado dos ruralistas, as movimentações em torno da diminuição de custos escondem o aumento do uso do veneno já considerado tóxico.
“Caiu a máscara dos ruralistas que falavam que o glifosato não era tóxico. Além disso, o preço elevado tanto do Roundup quanto dos royalties pagos para a Monsanto começam a inviabilizar a plantação de transgênicos. A única coisa que pode salvar os ruralistas é justamente a liberação da taxa de importação do glifosato”, disse Adão Pretto (PT/RS) que faz oposição à bancada ruralista, maioria da Comissão de Agricultura da Câmara.
Contradição
A bancada ruralista da Câmara é favorável ao uso de transgênicos na agricultura brasileira. No caso da liberação da soja, a articulação desses deputados para reduzir o custo do glifosato importado jogou por terra o argumento de que a soja transgência diminui o uso de herbicidas.
Hoje, quem domina a produção das sementes de soja geneticamente motificadas e controla 80% do mercado de glifosato no País é a Monsanto. A empresa de biotecnologia, por sua vez, subiu o preço do veneno em 50%. “Os agricultores que embarcaram na onda transgênica estão agora pagando o preço duplamente: não só se vêem forçados a usar maiores quantidades de agrotóxicos, como têm que pagar mais caro por eles”, registrou a ASPTA, em nota.
Estudos recente de pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente voltado a analisar os potenciais impactos da soja transgênica no Brasil já listou nove espécies de plantas capazes de driblar o glifosato. Quatro delas já desenvolveram resistência ao veneno nas lavouras brasileiras de soja transgênica e apresentam “grande potencial de se tornarem um problema". Essa pesquisa complementa dados do Ibama que indicam que para cada quilo de princípio ativo do herbicida reduzido no Rio Grande do Sul, houve um aumento de 7,5 kg de glifosato no período de 2000 a 2004, época de expansão da área da soja RR resistente ao glifosato no estado.
Em artigo publicado, semana passada, pela revista Ethical Corporation, uma porta voz do EuropaBio, um grupo de lobby da indústria biotecnológica, admitiu que “os cultivos Roundup Ready levaram as plantas invasoras a se tornarem resistentes ao Roundup, o que resultou em maiores aplicações do produto, comumente em combinação com outros químicos”.
14/02/2008
Mayrá Lima, de Brasília
Por um lado a Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, em Brasília, tenta diminuir a alíquota sobre o glifosato chinês, numa tentativa de “baixar os custos do herbicida e melhorar a concorrência do produto no mercado”. Por outro, a Organização Mundial de Saúde (OMS) anuncia que decidiu reclassificar o herbicida patenteado pela transnacional Monsanto de “produto que não oferece perigo” para produto “altamente tóxico”.
A reclassificação está baseada em demonstrações científicas que alertaram sobre os efeitos cancerígenos, a ação mutagênica, a contaminação de alimentos e persistência do veneno no solo e em cultivos. Segundo a Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa (ASPTA), a soja transgênica RR (Roundup Ready), também da Monsanto, foi desenvolvida para resistir à aplicação do herbicida à base de glifosato (cujo nome comercial é Roundup). Com o uso da soja transgênica, os agricultores pulverizam o agrotóxico sobre a lavoura, eliminando todas as plantas invasoras, deixando intacta a soja transgênica – três quartos dos transgênicos produzidos no mundo foram desenvolvidos para resistir à aplicação de herbicidas.
“Se por um lado as empresas alegam que a tecnologia simplifica o trabalho de controle do mato, por outro, é evidente que o consumo do produto tende a aumentar em muito pouco tempo. Isto porque as plantas invasoras rapidamente também adquirem resistência ao produto, o que força os agricultores a usar quantidades cada vez maiores do veneno para garantir sua eficácia. Outro resultado deste fenômeno é que as alegadas vantagens econômicas da tecnologia em pouco tempo são anuladas, pois a aquisição de veneno é um dos fatores que mais pesam nos custos de produção da agricultura convencional. Mais veneno, mais custos”, explica a entidade ambientalista.
A Comissão de Agricultura enviou em 8 de fevereiro um ofício à Camex (Câmara de Comércio Exterior) solicitando a não renovação da tarifa para a matéria-prima do herbicida Roundup. Do lado dos ruralistas, as movimentações em torno da diminuição de custos escondem o aumento do uso do veneno já considerado tóxico.
“Caiu a máscara dos ruralistas que falavam que o glifosato não era tóxico. Além disso, o preço elevado tanto do Roundup quanto dos royalties pagos para a Monsanto começam a inviabilizar a plantação de transgênicos. A única coisa que pode salvar os ruralistas é justamente a liberação da taxa de importação do glifosato”, disse Adão Pretto (PT/RS) que faz oposição à bancada ruralista, maioria da Comissão de Agricultura da Câmara.
Contradição
A bancada ruralista da Câmara é favorável ao uso de transgênicos na agricultura brasileira. No caso da liberação da soja, a articulação desses deputados para reduzir o custo do glifosato importado jogou por terra o argumento de que a soja transgência diminui o uso de herbicidas.
Hoje, quem domina a produção das sementes de soja geneticamente motificadas e controla 80% do mercado de glifosato no País é a Monsanto. A empresa de biotecnologia, por sua vez, subiu o preço do veneno em 50%. “Os agricultores que embarcaram na onda transgênica estão agora pagando o preço duplamente: não só se vêem forçados a usar maiores quantidades de agrotóxicos, como têm que pagar mais caro por eles”, registrou a ASPTA, em nota.
Estudos recente de pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente voltado a analisar os potenciais impactos da soja transgênica no Brasil já listou nove espécies de plantas capazes de driblar o glifosato. Quatro delas já desenvolveram resistência ao veneno nas lavouras brasileiras de soja transgênica e apresentam “grande potencial de se tornarem um problema". Essa pesquisa complementa dados do Ibama que indicam que para cada quilo de princípio ativo do herbicida reduzido no Rio Grande do Sul, houve um aumento de 7,5 kg de glifosato no período de 2000 a 2004, época de expansão da área da soja RR resistente ao glifosato no estado.
Em artigo publicado, semana passada, pela revista Ethical Corporation, uma porta voz do EuropaBio, um grupo de lobby da indústria biotecnológica, admitiu que “os cultivos Roundup Ready levaram as plantas invasoras a se tornarem resistentes ao Roundup, o que resultou em maiores aplicações do produto, comumente em combinação com outros químicos”.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Cai a máscara
Agora começa a agir a Monsanto provando o que muitos já diziam. Como praticamente toda a soja, ou grande maioria da soja, plantada no estado é transgênica e contrabandeada da Argentina, o mercado se tornou cativo. A multinacional fez vista grossa para a "importação" brasileira para dominar o mercado. No momento que praticamente inexiste semente orgânica à disposição dos agricultores, o preço do Glifosato sobe e muito (46,2%).
Para quem não sabe, a soja transgênica é a alteração genética do soja para que se torne resistente a um tipo de herbicida fabricado pela Monsanto, o Glifosato. Pela lei, plantar soja da Monsanto exige pagamento de direitos. Trata-se de uma "propriedade" da multinacional, como a origem da semente é ilegal, à rigor não há cobrança por enquanto. Sem os direitos de "sua" semente o Glifosato sobe seus preços para o espaço.
Agora, a soja trangênica torna-se mais barata, mas não há mais como reverter o plantio a curto prazo. Ganha a multinacional e perdem os produtores enganados por uma multinacional inescrupulosa acompanhada por lideranças rurais venais, idiotas e entreguistas.(leia aqui
)
Texto do Agente 65.
Para quem não sabe, a soja transgênica é a alteração genética do soja para que se torne resistente a um tipo de herbicida fabricado pela Monsanto, o Glifosato. Pela lei, plantar soja da Monsanto exige pagamento de direitos. Trata-se de uma "propriedade" da multinacional, como a origem da semente é ilegal, à rigor não há cobrança por enquanto. Sem os direitos de "sua" semente o Glifosato sobe seus preços para o espaço.
Agora, a soja trangênica torna-se mais barata, mas não há mais como reverter o plantio a curto prazo. Ganha a multinacional e perdem os produtores enganados por uma multinacional inescrupulosa acompanhada por lideranças rurais venais, idiotas e entreguistas.(leia aqui
)Texto do Agente 65.
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Embrapa acaba com exclusividade da Monsanto
O diretor-executivo da Embrapa, José Geraldo França, disse em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta segunda-feira, dia 13, que uma das vantagens da pesquisa da Embrapa e da Basf – que desenvolveu a primeira soja transgênica brasileira – é oferecer opções ao produtor.
LEIA A ENTREVISTA NO CONVERSA AFIADA
LEIA A ENTREVISTA NO CONVERSA AFIADA
segunda-feira, 16 de julho de 2007
Monsanto recebe mesmo de agricultores que evitam seus produtos
Agência Estadual de Notícias - Manchetes - Porto de Paranaguá - Paraná ganha com restrição à exportação da soja transgênicaMomentos antes de chegar ao cais do Porto de Paranaguá, no Paraná, maior terminal graneleiro da América Latina, os transportadores da soja brasileira exportada parecem sabotar a própria carga. Sobre os caminhões repletos lançam uma sacai de grãos geneticamente modificados, o que invariavelmente levará o carregamento a ser classificado como transgênico e obrigará o produtor a pagar royalties pelo uso da tecnologia.
A mistura proposital dos grãos tem sido, para uma parcela crescente de agricultores, um atalho perverso para o escoamento da produção. O produtor que se declara usuário de semente transgênica paga 2% de royalties, enquanto os apanhados de surpresa pelo teste na entrada do porto são taxados em 3%, mais as despesas da análise. Como mesmo quem tenta se manter no cultivo tradicional não consegue ter garantias de que as sementes usadas estão livres de contaminação, boa parte opta pelo caminho menos burocrático, o de maquiar a soja para escapar da cobrança mais agressiva do royalty.
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