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quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Por Lula, Cristina, Correa e Maduro


x Ángel Guerra Cabrera

O regime de Washington e as direitas locais lançaram uma contra-ofensiva integral
Na quarta-feira 22 Evo Morales tuitava: nos unimos ao pronunciamento da rede de intelectuais que denuncia ação de ingerência dos EEUU para derrubar o governo da Venezuela, e impulsiona uma perseguição midiática e judicial contra os irmãos Lula, Correa e Cristina.

Ante os contínuos triunfos eleitorais das forças populares e progressistas e o êxito de seus governos no combate ao neo-liberalismo ao elevar o bem-estar de nossos povos, Washington e as direitas locais optaram pelo judicialismo. Lançaram uma contra-ofensiva integral baseada no esquema das revoluções coloridas de Eugene Sharp, fundador líder da organização direitista Open Society, cujo histórico golpista e desestabilizador ocorre em toda a geografia planetária onde queira que haja governos que não são do agrado dos EEUU.
Evidenciando uma vez mais em nossa história que somente respeitam as regras da democracia representativa quando os favorecem, o imperialismo ianque e as direitas iniciaram uma cadeia de golpes de Estado contra os governos progressistas. A primeira vítima foi a pequena Honduras, onde derrubaram Manuel Zelaya (2009) pela força das armas, e para isso contaram com o apoio judicial, parlamentar e midiático. Seguiram os golpes contra o presidente Fernando Lugo no Paraguai (2012) e contra sua homóloga Dilma Roussef (2016) no gigantesco Brasil. Mas também tem havido várias tentativas de golpe contra os governos populares. O caso paradigmático é Venezuela por ter utilizado quase a totalidade dos recursos da guerra não convencional, híbrida ou de quarta geração. Para somente mencionar algumas ações muito relevantes, se produziu o golpe de Estado contra o presidente Hugo Chávez em 2002, precedido de um locaute (patronal) e seguido aos poucos meses da greve petroleira, que paralisou a principal indústria do país a um custo de bilhões de dólares. O golpe chegou a tirar Chávez do governo mas durou escassas 48 horas ao reinstalar o líder venezuelano logo após um contundente contra-golpe popular-militar sem precedentes. Ali se consolidou a unidade cívico-militar que venceu as numerosas tentativas de derrubar o chavismo, encarnado nos últimos anos pelo presidente Nicolás Maduro. Entre elas, as ferozes guarimbas de 2014 e 2017, o recrudescimento sem limites da criminosa guerra econômica e midiática e a recentemente frustrada tentativa de magnicídio contra o mandatário venezuelano. Não foi por acaso, este estava para lançar uma verdadeira revolução econômico-financeira dentro da revolução, que golpeará duramente a especulação contra a economia popular e romperá com o dólar como moeda de câmbio.
Também foram objeto de graves tentativas de golpe os presidentes Evo Morales (2008) e Rafael Correa (2010), os que, dada sua essência, não podem mesmo qualificar-se senão como golpes de Estado de nova geração. Ambos requereram uma ação enérgica da Unasur, hoje em processo de liquidação pelo atual governo equatoriano e outras administrações de direita da América do Sul.
Por sua vez, Lula está preso depois de um processo armado cujo único objetivo é impedir o político mais popular do país que participe das eleições para presidência em outubro deste ano. Submetido a um descomunal linchamento midiático internacional o governo golpista lhe proíbe manifestar-se nos meios, participar nos debates e sequer ter acesso livre ao telefone ou às redes sociais. Não obstante, continua sendo o líder em todas as pesquisas e já alcança uma intenção de voto de 39 por cento, muito acima de seus eventuais rivais. Apesar dos sonoros protestos e questionamento dentro e fora do Brasil busca-se a ilegalização de sua candidatura.
Algo parecido ocorre com o ex-presidente Correa, contra quem se desenrola um processo judicial espúrio e que, após meses de guerra midiática, pretende-se detê-lo pelo governo reconvertido a neo-liberal por Lenín Moreno mediante uma ordem internacional de captura. A direita teme que Correa seja o vitorioso de uma futura eleição.
Logo após numerosas montagens midiáticas e judiciais continua a perseguição contra Cristina Fernández de Kirchner, principal referencia do campo popular argentino, cujas propriedades estão ameaçadas de invasão, que, segundo o plano direitista, seria seguido da perda de foro parlamentar. Apesar disso, lidera as pesquisas para as eleições de 2019 e se as eleições fossem hoje derrotaria claramente o presidente Mauricio Macri, motivo principal de um maior enfurecimento contra ela. Necessitamos uma contra-ofensiva popular muito inteligente e criativamente organizada para derrotar aqueles que pretendem manter a ditadura oligárquica sobre os povos latino-americanos.

@aguerraguerra

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Da guerra anticomunista à guerra anti-corrupção

Ollantay Itzamná

A guerra contra a corrupção é tão falsa como foi a guerra contra o comunismo.

Durante o século XX, em especial em sua segunda metade, a América Latina foi um campo sangrento da falsa guerra anticomunista jamais vista no mundo ocidental.

Somente na Guatemala, os projéteis 'made in USA', assassinaram mais de 200 mil pessoas inocentes (cerca de 90% indígenas). O Plano Condor, na América do Sul, deixou cenários dantescos similares perseguindo comunistas inexistentes.

Nesse período, o defensor da democracia derrubou presidentes constitucionais, e promoveu ingentes golpes de Estado. Cooptou os órgãos executivos dos estados centenários com militares servis para aniquilar as legítimas expressões políticas de emancipação.

Décadas depois, os povos sobreviventes daquele holocausto constatamos que a Doutrina de Segurança Nacional e sua guerra anti-comunista, não só era falsa, mas também uma efetiva dose de veneno social que paralisou sócio-politicamente por várias décadas. Enquanto isso, a desigualdade, a miséria, e o saque violentos de nossos bens comuns fizeram gemer até os próprios deuses e demônios insensíveis do céu longínquo.

A aurora do século XXI nos encontrou, a muitos povos latino-americanos, com brios de liberdade e vontade para prosseguir com nossos processos emancipatórios truncados. E, em menos de duas décadas, nossos governos progressistas (com políticas de investimento social e redistribuição direta de renda) conseguiram tirar da condição de pobreza mais de 60 milhões de latino-americanos.

Assim, estes governos dignos fizeram retroceder as porcentagens de pobreza e desigualdade a nível global na região. Enquanto isso, em países como os EEUU, México, Guatemala, Honduras, Colômbia, Peru e outros, no mesmo período, milhões de pessoas da classe média ingressaram nos nichos de pobreza, com descomunais dívidas públicas.

Neste contexto, e ante os soberanos acordos de integração latino-americana sem a presença norte-americana, aparece a farsante e midiática guerra anticorrupção. Com o argumento de: a corrupção pública é a causa do atraso dos povos latino-americanos.

Ninguém duvida que a corrupção pública seja um mal a superar. Mas, este mal é apenas um lubrificante do mal maior. Isto é, o mal fundamental da desgraça de nossos povos é o sistema hegemônico vigente que nos saqueia, explora e subordina. A corrupção pública é só um óleo que lubrifica o saque que sofremos.

Mas, a hegemonia midiática (aceita pela corrupção) conseguiu instalar no vulnerável imaginário coletivo de muitos povos da América Latina a ideia sobre a corrupção como pecado original de suas desgraças. E, em consequência, esquecer-se do crescente saqueio multidimensional que sofremos.

A guerra anticorrupção é para aniquilar e escaldar incômodos governos progressistas na região.

Uma vez configurado os sentimentos "pátrios" contra a corrupção, os gringos, mediante os órgãos judiciais dos países sob seu controle, sentaram no banco dos acusados todos os governantes latino-americanos que defenestraram o projeto de anexação comercial denominado Área de Livre Comércio das Américas (ALCA), EM 2005.

Hugo Chávez, Néstor Kirchner, foram demonizados na alma latino-americana antes de serem linchados judicialmente. Ao legendário Lula do Brasil, que tirou da pobreza cerca de 50 milhões de pessoas, o lincharam judicialmente, sem respeitar o devido processo. Com a evidente intenção de prevenir um terceiro governo dele.

Evo Morales,, da Bolívia, Daniel Ortega da Nicarágua, Rafael Correa do Equador, Nicolás Maduro da Venezuela, e outras/os, não participaram do IV Encontro das Américas no Rio da Prata. Mas a ordem para o linchamento judicial já estava em movimento.

O ridículo desta falsa guerra contra a corrupção é seu caráter de duas medidas. Enquanto isso os sistemas judiciais, operacionados pela cooperação técnica e financeira gringa (USAID), são ágeis para sentenciar/encarcerar funcionários ou ex-funcionários de governos progressistas, mas com os corruptos neo-liberais são lentos e permissivos.

Fizeram crer aos guatemaltecos e latino-americanos sobre a eficiência da luta contra a corrupção na Guatemala. Inclusive encarceraram a dois ex-presidentes, envolvidos em atos de corrupção. Mas a três anos da apoteótica inauguração desse teatro, não existe sentença judicial condenatória alguma contra os ex mandatários. E mais, estes ex-governantes vivem num quartel militar exclusivo, com todos os serviços necessários que milhões de guatemaltecos "livres" não tem. Esperando o descumprimento oportuno. Enquanto isso, são bodes expiatórios no teatro gringo da luta anticorrupção.

O Peru, é outro caso de sociedade teledirigida enganada com o vulgar teatro da luta contra a corrupção. Aplaudem e festejam as momentâneas detenções judiciais de seus ex-governantes corruptos e neo-liberais. Mas, este saem livres dos cárceres e são recebidos como heróis pelos gringos nos EEUU.

Por que o presidente Macri da Argentina, ou Temer do Brasil, com denúncias e evidência de atos de corrupção, não são destituídos e encarcerados? Por que os ex-presidentes Fujimori, Garcia, Toledo, Humala, Kuczynski... andam soltos pelo mundo?

O peruano ou o guatemalteco médio acredita que os agentes e ex-agentes dos governos progressistas latino-americanos são os mais corruptos. Mas, enquanto se distraem crédulos no teatro de mau gosto da luta contra a corrupção, consórcios norte-americanos, canadenses e outros rapinam e saqueiam as riquezas comuns que ainda restam nestes povos.

Em outras palavras, a guerra contra a corrupção é tão falsa como foi a guerra contra o comunismo. Os gringos, nestas duas últimas décadas ocuparam mediante a USAID e outras agências de cooperação os órgãos judiciais para operacionalizá-las para seus interesses e vingar-se dos governantes latino-americanos "mal educados" que abortaram a ALCA.

Neste sentido, a ditadura ianque jamais terminou na América Latina. Só mudou de uniforme. Antes operaram os órgãos executivos, com homens de uniforme militar. Agora, operam a partir de órgãos judiciais, com civis de toga e terno. O objetivo é o mesmo: castigar e sabotar qualquer processo de emancipação dos povos. Mesmo eles sabendo mais que ninguém que a corrupção pública é para o sistema neo-liberal o que o óleo é para o motor.


CALPU

Texto completo em: https://www.lahaine.org/de-la-guerra-anticomunista-a

domingo, 9 de dezembro de 2012

Chávez anuncia nova cirurgia e pede apoio a Maduro em eventual sucessão

Dois meses após conquistar um novo mandato, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, anunciou na madrugada deste domingo (09/12) que deverá realizar uma nova cirurgia em Cuba após o aparecimento de "algumas células malignas". Ele, que luta contra um câncer desde 2011, indicou que o atual vice-presidente, Nicolás Maduro, deverá assumir seu lugar "se algo acontecer".


Confira no Opera Mundi. 

domingo, 15 de maio de 2011

Professor da Universidade de Nova York contesta ligações entre Chávez e Farc

Redação Carta Capital

O Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, em inglês), produziu um estudo difundido na terça-feira 10 sobre as supostas relações entre a Venezuela e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farcs). O dossiê intitulado Os documentos das Farc: Venezuela, Equador e o arquivo secreto de Raúl Reyes diz basear-se em dados armazenados em computadores de líderes da guerrilha apreendidos após um ataque em solo equatoriano em 2008. A credibilidade do IISS foi contestada, ainda no dia 10, pelo professor de História da Universidade de Nova York, Greg Grandin. Em artigo publicado no The Guardian, de co-autoria de Miguel Tinker Salas, ele ressaltou que entre os especialistas do instituto britânico figuram ex-assessores do governo de George W. Bush e de Tony Blair. Na prática, são especialistas que atestaram a existência de armas de destruição em massa no Iraque, a razão utilizada por norte-americanos e britânicos para depor Saddam Hussein.

“Em outras palavras, algumas das pessoas que manipularam o povo norte-americano e do Reino Unido para invadir o Iraque agora querem que acreditemos em suas ‘revelações’ sobre a Venezuela, o Equador e as Farc”, escreve Grandin. “A política dos Estados Unidos, ao longo da maior parte do governo Uribe (2002-2010), pareceu determinada a provocar tensão entre Colômbia e Venezuela. Agora, (…) promotores dessa política estão novamente buscando criar problemas, desta vez por meio do IISS”, conclui.

Vejam o artigo completo em PATRIA LATINA

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Inglaterra segue orientação de Hugo Chaves?

Os depoimentos dos representantes dos governos europeus sobre a legislação nos seus países no Seminário Internacional Comunicações Eletrônicas e Convergências de Mídia devem estar deixando Hugo Chávez corado.

As legislações desses países são muito mais avançadas do ponto de vista democrático e podem também ser consideradas assustadoras se olhadas a partir do discurso dos donos dos meios de comunicação no Brasil.

O representante inglês, Vincent Edward Affeck, acaba de responder a uma pergunta de um representante da Abert sobre se a regulação da mídia na sua terra natal não significa algum controle da produção informativa dos meios. Com a maior naturalidade respondeu que sim, mas que na Inglaterra eles tratam dos meios eletrônicos e que há um entendimento de que esse controle é importante do ponto de vista democrático.

domingo, 25 de julho de 2010

A Oligarquia anti-pátria e racista


As cabeças pensantes do império continuam seu labor contra o Governo Revolucionário, não descansam, trabalham 24 horas. São formados em manipulação de massas, já conseguiram exitos em outros paises, e aquí puderam derrotar-nos nas eleições para aprovar a reforma.

Lutam corpo a corpo, não deixam terreno livre, sua marcação é cerrada. Cada passo que dá o governo, cada abertura que deixa a Revolução, é aproveitada, deformada, para com ela construir um veneno direto à alma popular.


Fizeram isso com PDVAL: uma operação heróica a favor do povo, pretendem transforma-la em um desastre. O mesmo intentam com o Metrô, com a eletricidade. Buscam falhas para magnifica-las, e justificar ataques ao governo. Se chove é culpa de Chávez, mas se não chove também, se faz calor é a Revolução que falhou, se faz frio também.

Vejam o texto completo em UN GRANO DE MAÍZ

terça-feira, 4 de maio de 2010

Mais de oito mil pacientes paraguaios atendidos na Missão Milagre

Assunção, 4 maio (Prensa Latina) Um total de 8.743 pacientes paraguaios foram operados de diferentes patologias da vista nos últimos dois anos e primeiros três meses de 2010 como parte da Missão Milagre.

O doutor Rafael Armando Rodríguez, diretor do Centro Oftalmológico María Auxiliadora, em Itapúa, 370 quilômetros ao sudeste de Assunção, declarou à Prensa Latina que o maior número de intervenções foi de pterígio (5.156), cataratas (2.082) e outras doenças (1.505).

Este projeto humanitário, surgido em julho de 2004 por iniciativa do Líder da Revolução cubana, Fidel Castro, e do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, chegou a este país sul-americano em novembro de 2007 e desde então somam 12.145 os paraguaios atendidos de forma gratuita.


Vejam mais em PRENSA LATINA-Agência Informativa Latinoamericana

terça-feira, 30 de março de 2010

Oliver Stone em maio no Brasil para lançar filme sobre Hugo Chávez

O diretor Oliver Stone chega ao Brasil em maio, diz nota do Ancelmo Gois hoje no Globo. Vem lançar 'South of the border', documentário sobre o governo de Hugo Chavez na Venezuela.

Visite Blue Bus.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Opositor de Chávez apóia Venezuela no Mercosul

O encontro de Ledezma [prefeito de Caracas] com os senadores poderá ser realizado no dia 22. No dia 29, a Comissão vota o parecer de Jeressiti e o voto em separado prometido por Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo.

Tasso Jereissati afirmou que pode mudar o voto depois de conhecer os argumentos de Antonio Ledezma. (...)

O líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP), reforçou a fala do também senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), destacando que até a oposição ao governo do presidente Hugo Chávez já defende a participação daquele país no Mercosul. (Opositor de Chavez defende Venezuela no Mercosul). "Quem fez o pedido público ao congresso brasileiro foi o prefeito de Caracas, Antonio Ledezma, que é opositor de Chávez na Venezuela", diz o líder.

Texto completo no Vermelho

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Ex-agente confirma que Colômbia planejou derrubar Chávez

De acordo com o ex-chefe de informática do serviço de Inteligência da Colômbia Rafael García, o governo do presidente Álvaro Uribe elaborou "uma conspiração" contra o líder venezuelano, Hugo Chávez, que incluiu o envio de paramilitares e planejava o assassinato de personalidades.

O procurador-geral interino da Colômbia, Guillermo Mendoza, disse nesta segunda-feira à emissora de rádio "RCN" que as declarações de García "conduziram a diversas investigações, acusações e até sentenças condenatórias", mas que em "outras ocasiões nada foi encontrado".

Em entrevista ao "Canal Uno" de televisão, García alegou que faziam parte do plano para derrubar e assassinar Chávez o ex-diretor do Departamento Administrativo de Segurança (DAS) Jorge Noguera, preso por supostas conexões com paramilitares, e o Bloco Norte das Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC).

"Houve toda uma conspiração contra o governo venezuelano, no qual até onde sei, participaram facções do Bloco Norte e do DAS, também estimuladas pelo ex-ministro (do Interior) Fernando Londoño", disse.


Vejam mais no Vermelho

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Chávez: EUA querem guerra entre Venezuela e Colômbia

CARACAS, Venezuela (AFP) - Os Estados Unidos planejam gerar uma guerra entre os "irmãos" Colômbia e Venezuela com a instalação de bases militares no território colombiano, como fizeram com Irã e Iraque nos anos 80, afirmou nesta quinta-feira o presidente venezuelano, Hugo Chávez.

"O império ianque (EUA) tem planos para uma guerra entre Venezuela e Colômbia e é preciso dizer isto à Colômbia porque não nos pode ocorrer uma guerra entre irmãos", disse Chávez.

Mais AQUI.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Chávez exige punição a canal oposicionista


O presidente venezuelano, Hugo Chávez, ameaçou tomar pessoalmente providências contra o canal oposicionista de TV Globovisión caso outras autoridades não o punam. Há expectativa de que a emissora será fechada.
Paralelamente, promotores disseram que o presidente do canal, Guillermo Zuloaga, será processado por manter ilegalmente veículos Toyota novos, o que foi descoberto em uma blitz policial em uma propriedade sua, na semana passada. O empresário diz que a ação tem motivação política.
Chávez vem ampliando a pressão contra seus adversários nas últimas semanas, e já havia exigido mudanças na linha editorial da Globovisión. "Se o que tiver de acontecer não acontecer nas instituições corretas, então terei de agir como fiz em ocasiões anteriores", disse Chávez à TV estatal.
Há dois anos, ele recusou-se a renovar a licença do maior canal privado da TV aberta, que esteve envolvida em uma tentativa de golpe contra ele. O fato provocou indignação internacional, mas não abalou sua popularidade interna. Leia aqui a matéria completa

quinta-feira, 2 de abril de 2009

General opositor é preso acusado de corrupção na Venezuela

A Diretoria de Inteligência Militar (DIM) da Venezuela prendeu nesta quinta-feira o general Raúl Isaias Baduel, ex-ministro da Defesa e atual opositor do governo de Hugo Chávez, sob a acusação de corrupção.

A detenção foi informada por um dos filhos de Baduel. Segundo ele, o general passava de carro com a mulher perto de casa, quando "foi fechado funcionários da DIM que, apontando armas de fogo contra eles e ameaçando-os para que não chamassem ninguém pelo telefone, os empurraram para dentro de um veículo" militar, disse à emissora privada de televisão Globovisión.

Mais no Terra.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Referéndum en Venezuela: Chávez consigue vía libre a la reelección

A la segunda intentona, Hugo Chávez ganó. El 54,36% de los venezolanos votó ayer sí a la reforma constitucional que permitirá al actual presidente de Venezuela presentarse a la reelección cuantas veces quiera. Con el 94% de los votos escrutados y una participación superior al 70%, la opción del no que defendía toda la oposición sólo consiguió un 45,63% de los sufragios. Chávez había cursado la orden a su poderosa maquinaria electoral de que buscara el voto hasta debajo de las piedras. Barrio por barrio. Puerta por puerta. "No me falléis", les había pedido, "que yo no os fallaré".

Sólo unos minutos después de conocer la victoria, Chávez se dirigió a la multitud desde el balcón del palacio presidencial -escoltado por sus hijas y nietos- y realizó un juramento solemne tomando prestadas unas palabras del apóstol San Pablo: "Me consumo y me consumiré gustosamente al servicio del hombre sufriente, de la mujer sufriente, del pueblo sufriente. Me consagro íntegramente al pleno servicio del pueblo. Todo lo que me queda de vida. Así lo juro, delante del pueblo, de mis hijas, de mis nietos. A menos que el pueblo decida lo contrario, este soldado será el candidato a las elecciones de 2012 para dirigir al país entre 2013 y 2019".


Vejam mais no ELPAIS.COM

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Chávez diz que vai expropriar bancos em caso de crise na Venezuela


O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, assegurou no domingo (2) que, em caso de uma crise financeira no país, seu governo preferiria "expropriar" os bancos com problemas do que recorrer a planos de resgate como o fizeram alguns países ante a conjuntura econômica mundial.
“Se acontecer na Venezuela algo parecido (à crise financeira nos Estados Unidos e Europa) não tenham a menor dúvida de que eu não vou dar um centavo aos banqueiros, tiro-lhes os bancos, expropriando-os", alfinetou Chávez, durante um pronunciamento no estado de Barinas (sudoeste).
Mais aqui no G1.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Venezuela y Brasil suscriben 7 acuerdos y memorandos de entendimiento

Foto: Archivo. ABN.

Caracas, 30 Sep. ABN.- Los Gobiernos de Brasil y Venezuela firmaron 7 acuerdos y memorandos de entendimiento para el fortalecimiento y desarrollo de ambas naciones en las áreas tecnológica, petrolera, agrícola, entre otras.

La reunión que se llevó a cabo en la ciudad de Manaos, Brasil, contó con la presencia del presidente brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva, y su par venezolano, Hugo Chávez Frías, quien agradeció al Gobierno de Brasil por toda la colaboración prestada para el desarrollo de la nación venezolana.


(Agencia Bolivariana de Noticias)

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Presidente Chávez - Silencio de la oposición sobre intento de golpe de Estado demuestra complicidad

El Viñedo, Anzoátegui, 14 Sep. ABN.- “A tres días de develarse la denuncia de golpe de Estado que que hizo Mario Silva, el silencio de los sectores de la oposición sigue demostrando la complicidad en los planes terroristas contra Venezuela”, manifestó el Primer Mandatario Nacional, Hugo Chávez Frías.

Tales declaraciones las ofreció en la inauguración del Liceo Bolivariano Miguel Otero Silva, en El Viñedo, municipio Simón Bolívar del estado Anzoátegui, donde agregó que algunos columnistas del diario El Universal siguen justificando su muerte al escribir “el que a hierro mata no puede morir a sombrerazos”, tal y como lo hicieron en el golpe de Estado de 2002.


Vejam o texto completo na Agencia Bolivariana de Notícias