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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

WikiLeaks: EUA acusam Brasil de sabotar a Alca

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Um novo mapa no mundo

Por Celso Amorim
[16 de setembro de 2010 - 19h09]

Uma boa política externa exige prudência. Mas também exige ousadia. Não pode basear-se na timidez ou no complexo de inferioridade. É comum escutar que os países devem atuar de acordo com os seus meios, o que é quase uma obviedade. Mas o maior erro é subestimá-los. Ao longo destes quase oito anos, o Brasil atuou com ousadia e, assim como fizeram outros países em desenvolvimento, mudou seu lugar no mundo. Esses países são vistos hoje, inclusive pelos eventuais críticos, como atores que estão recebendo crescentes responsabilidades e um papel cada vez mais central nas decisões que afetam os destinos do planeta.

Há sete anos, quando se falava da necessidade de mudanças na geografia econômica mundial ou se dizia que o Brasil e outros países deveriam desempenhar um papel mais relevante na Organização Mundial do Comércio (OMC) ou integrar-se de modo permanente ao Conselho de Segurança na ONU, muitos reagiam com ceticismo. Desde então, o mundo e o Brasil mudaram numa velocidade acelerada e algumas supostas “verdades” do passado vão se rendendo ante a evidência dos fatos. As diferenças no ritmo de seu crescimento econômico em relação aos países desenvolvidos converteram os países em desenvolvimento em atores centrais da economia mundial.


Vejam o texto completo em REVISTA FÓRUM

quinta-feira, 11 de março de 2010

A sabujice da Globo diante do conflito comercial Brasil-EUA

O governo Obama não gostou das medidas anunciadas pelo governo Lula em retaliação aos subsídios ilegais que os EUA concedem aos produtores de algodão, o que não deixa de ser natural. Inusitada neste episódio foi a reação de alguns bajuladores e aliados do império, com destaque para as Organizações Globo da família Marinho.

Confira o texto de Umberto Martins, no Vermelho. Via Conversa Afiada.

A retaliação comercial brasileira

Está um pouco confusa essa história da retaliação brasileira aos produtos americanos, em decorrência na vitória obtida na OMC (Organização Mundial do Comércio) contra o subsídio ao algodão norte-americano.

A retaliação consiste no direito do país vencedor em escolher quais produtos poderão ser retaliados (isto é, ter as alíquotas de importação aumentadas) do país condenado.

Pode parecer estranho à primeira vista. Os subsídios americanos foram para o algodão. As retaliações brasileiras foram sobre outros produtos. Qual a lógica de se retaliar setores que nada tinham a ver com a pendência original.

Confira a análise de Luís Nassif sobre o assunto.


terça-feira, 9 de março de 2010

Falar em aumento do pãozinho é “terrorismo”, diz Stephanes

Danilo Macedo
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, disse hoje (9) que “estão fazendo terrorismo” os que falam que o preço do pão vai aumentar por causa da sobretaxa que o país pode aplicar à importação do trigo americano.

Ontem (8), a Câmara de Comércio Exterior (Camex) anunciou a medida, como parte da retaliação autorizada pela Organização Mundial do Comércio (OMC) à prática do governo dos Estados Unidos de pagar subsídios aos produtores de algodão.

“Já tem gente querendo ganhar dinheiro à custa de uma determinada situação”, comentou Stephanes em entrevista coletiva para apresentar o sexto levantamento da safra de grãos 2009/2010.

Vejam mais na AGÊNCIA BRASIL

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Amorim diz que Brasil pode ir à OMC contra 'Buy American'

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou nesta segunda-feira que o país pode recorrer à Organização Mundial de Comércio (OMC) contra a cláusula "Buy American" (compre produtos americanos, em tradução livre) do pacote de estímulo à economia aprovado pelo Congresso dos Estados Unidos na última sexta-feira.

"É uma análise legal complexa, mas estamos fazendo. (Ir à OMC) é uma opção real", afirmou Amorim, segundo a agência de notícias Reuters, durante uma entrevista à rede estatal TV Brasil que vai ao ar na próxima quarta-feira.

A cláusula em questão estipula que somente aço, minério de ferro e manufaturados produzidos nos Estados Unidos poderão ser utilizados em projetos contemplados pelo pacote US$ 787 bilhões.

Após protestos da União Europeia, do Canadá e do Brasil - que classificaram a legislação como "protecionista" -, no entanto, os senadores americanos votaram por amenizar a cláusula, prevendo que ela só poderá ser aplicada na medida em que não interfira nos acordos comerciais firmados pelos EUA.

Mais AQUI.

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Do Conversa Afiada: A Cabeça do Colonizado

. Os países ricos não querem que a melhor agricultura do mundo entre em seus mercados para beneficiar seus consumidores.

. E a mídia conservadora (e golpista) prefere reproduzir o Presidente Bush e responsabilizar o Brasil pelo fracasso da reunião.

. Manchete do Estadão: “Países ricos culpam Brasil e índia por fracasso da OMC”.

. Manchete da Folha: “Bush e Europa culpam Brasil por fracasso em negociação comercial”.

O texto completo está no Conversa Afiada, do Paulo Henrique Amorim.

Índia rejeita concessão agrícola para chegar a acordo sobre Doha

A Índia não pretende comprometer a questão do acesso a mercados para produtos agrícolas a fim de fechar um acordo comercial, disse nesta sexta-feira o ministro do Comércio do país, Kamal Nath.

"Não vamos comprometer a sobrevivência dos agricultores", disse Nath. "Não pode haver uma troca entre sobrevivência e prosperidade." Leia mais