sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Um novo mapa no mundo
Por Celso Amorim Há sete anos, quando se falava da necessidade de mudanças na geografia econômica mundial ou se dizia que o Brasil e outros países deveriam desempenhar um papel mais relevante na Organização Mundial do Comércio (OMC) ou integrar-se de modo permanente ao Conselho de Segurança na ONU, muitos reagiam com ceticismo. Desde então, o mundo e o Brasil mudaram numa velocidade acelerada e algumas supostas “verdades” do passado vão se rendendo ante a evidência dos fatos. As diferenças no ritmo de seu crescimento econômico em relação aos países desenvolvidos converteram os países em desenvolvimento em atores centrais da economia mundial.
Vejam o texto completo em REVISTA FÓRUM
quinta-feira, 11 de março de 2010
A sabujice da Globo diante do conflito comercial Brasil-EUA
Confira o texto de Umberto Martins, no Vermelho. Via Conversa Afiada.
A retaliação comercial brasileira
Está um pouco confusa essa história da retaliação brasileira aos produtos americanos, em decorrência na vitória obtida na OMC (Organização Mundial do Comércio) contra o subsídio ao algodão norte-americano.
A retaliação consiste no direito do país vencedor em escolher quais produtos poderão ser retaliados (isto é, ter as alíquotas de importação aumentadas) do país condenado.
Pode parecer estranho à primeira vista. Os subsídios americanos foram para o algodão. As retaliações brasileiras foram sobre outros produtos. Qual a lógica de se retaliar setores que nada tinham a ver com a pendência original.
Confira a análise de Luís Nassif sobre o assunto.
terça-feira, 9 de março de 2010
Falar em aumento do pãozinho é “terrorismo”, diz Stephanes
Danilo Macedo
Repórter da Agência Brasil
Brasília - O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, disse hoje (9) que “estão fazendo terrorismo” os que falam que o preço do pão vai aumentar por causa da sobretaxa que o país pode aplicar à importação do trigo americano.
Ontem (8), a Câmara de Comércio Exterior (Camex) anunciou a medida, como parte da retaliação autorizada pela Organização Mundial do Comércio (OMC) à prática do governo dos Estados Unidos de pagar subsídios aos produtores de algodão.
“Já tem gente querendo ganhar dinheiro à custa de uma determinada situação”, comentou Stephanes em entrevista coletiva para apresentar o sexto levantamento da safra de grãos 2009/2010.
Vejam mais na AGÊNCIA BRASIL
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Amorim diz que Brasil pode ir à OMC contra 'Buy American'
"É uma análise legal complexa, mas estamos fazendo. (Ir à OMC) é uma opção real", afirmou Amorim, segundo a agência de notícias Reuters, durante uma entrevista à rede estatal TV Brasil que vai ao ar na próxima quarta-feira.
A cláusula em questão estipula que somente aço, minério de ferro e manufaturados produzidos nos Estados Unidos poderão ser utilizados em projetos contemplados pelo pacote US$ 787 bilhões.
Após protestos da União Europeia, do Canadá e do Brasil - que classificaram a legislação como "protecionista" -, no entanto, os senadores americanos votaram por amenizar a cláusula, prevendo que ela só poderá ser aplicada na medida em que não interfira nos acordos comerciais firmados pelos EUA.
Mais AQUI.
sexta-feira, 22 de junho de 2007
Do Conversa Afiada: A Cabeça do Colonizado
. Os países ricos não querem que a melhor agricultura do mundo entre em seus mercados para beneficiar seus consumidores.
. E a mídia conservadora (e golpista) prefere reproduzir o Presidente Bush e responsabilizar o Brasil pelo fracasso da reunião.
. Manchete do Estadão: “Países ricos culpam Brasil e índia por fracasso da OMC”.
. Manchete da Folha: “Bush e Europa culpam Brasil por fracasso em negociação comercial”.
O texto completo está no Conversa Afiada, do Paulo Henrique Amorim.
Índia rejeita concessão agrícola para chegar a acordo sobre Doha
"Não vamos comprometer a sobrevivência dos agricultores", disse Nath. "Não pode haver uma troca entre sobrevivência e prosperidade." Leia mais