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domingo, 28 de abril de 2013

CartaCapital: “A central de grampos de Marconi Perillo”


Recomendo a todos a leitura da reportagem de capa da CartaCapital desta semana. O texto diz que um universitário prestou serviços como hacker a pessoas ligadas ao governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). É claro que, no restante da grande imprensa, não houve repercussão, repetindo o que ocorre quando denúncias envolvem os tucanos.

Segundo a revista, por meio de dois jornalistas e dois integrantes do primeiro escalão da administração goiana, o estudante de medicina operou entre 2011 e 2012 – época em que Perillo foi investigado na Operação Monte Carlo – uma rede ilegal de grampos telefônicos em favor do tucano.

O objetivo, acrescenta a CartaCapital, era invadir contas de adversários e até mesmo aliados do governador por meio de perfis falsos na internet. Segundo a revista, o hacker atuava a partir de encomendas de um casal de radialistas de Goiânia, Luiz Gama e Eni Aquino. 


Vejam mais no blog do ZÉ DIRCEU

sábado, 24 de novembro de 2012

PT: relatório da CPI do Cachoeira é “sereno, coerente e contundente”

O PT divulgou nota ontem, 6ª feira, rebatendo as declarações do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), que tentaram desqualificar o relatório final da CPI do Cachoeira. Para o partido, Perillo “apenas revela uma tentativa desesperada de salvar seu mandato e seu governo, em razão dos vínculos estreitos e perigosos mantidos com a organização criminosa chefiada por Cachoeira”.

Veja a íntegra da nota no blog do Zé Dirceu


terça-feira, 2 de outubro de 2012

Em Goiás, falta de provas já livrou Serra e Perillo de condenação

Nos anos de 2001 e 2002, José Serra (PSDB) era ministro da saúde, no governo FHC, e Marconi Perillo (PSDB) era governador de Goiás. O Ministério da Saúde repassou dinheiro federal para a Secretaria de Saúde de Goiás para controle de epidemias. Do dinheiro dessa parceria Serra-Perillo, R$ 2.482.099,11 foram parar nas agências de publicidade de Marcos Valério, por conta de serviços supostamente prestados para a divulgação de ações do ministério naquele estado.

O relatório de auditoria n. 3458 do Denasus (Departamento Nacional de Auditoria do SUS), de 2006, identificou diversas irregularidades. Uma delas foi a campanha goiana de vacinação da gripe em 2001. A semana da vacinação começou no dia 25 de abril, mas toda a campanha de divulgação foi resolvida em um único dia, na véspera. No dia 24, o processo tramitou por cinco setores diferentes da Secretaria de Saúde – quatro agências de publicidade apresentaram orçamentos, houve a criação e produção de dois anúncios em vídeo para televisão e 1 "spot" de rádio. E também foi definida a estratégia de inserções em TVs e rádios do país. Tudo isso aconteceu no dia 24, segundo a documentação.

Vejam mais em  BRASIL ATUAL

terça-feira, 19 de junho de 2012

Juiz da Operação Monte Carlo sofre ameaças e Perillo não faz nada

O juiz federal Paulo Augusto Moreira Lima, de Goiânia, responsável pelo processo da Operação Monte Carlo, pediu afastamento do caso por ameaça de morte. O juiz disse no ofício que, mesmo seguindo rígido esquema de segurança sob recomendação da Polícia Federal, sua família já foi abordada na própria residência por policiais  deixando recados de que gostariam de "conversar" sobre a Monte Carlo - uma clara ameaça velada. A operação colocou no banco dos réus 35 policiais federais, civis e militares. 

Vejam mais em BRASIL ATUAL

sexta-feira, 18 de maio de 2012

CPI do Cachoeira: Oposição quis bagunçar a fila da guilhotina, para tirar Perillo do 1º lugar

Dê 50 coisas para uma pessoa fazer ao mesmo tempo, e ela não conseguirá fazer nenhuma. Dê uma coisa de cada vez, e ela conseguirá fazer as 50 coisas, uma a uma, ao longo do tempo.
Aponte para tudo quanto é lado, que não se chega a lugar nenhum.

A CPI tem 180 dias e a oposição, com ajuda dos amigos da revista Veja, Miro Teireixa (PDT-RJ), Pedro Taques (PDT-MT) e Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), querem impedir o começo pelo início.
Querem relaxar na investigação sobre o núcleo duro da organização de Cachoeira, para desviar o foco na direção lateral do esquema, sem destrinchá-lo.
O motivo é criar confusão, bagunçando a ordem da investigação, para tirar seu governador tucano Marconi Perillo (GO), do primeiro lugar na fila de candidatos à guilhotina. 

Vejam mais no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

quarta-feira, 18 de abril de 2012

As férias sabáticas de um ex-senador em Goiás


Prefeituras e governos dos estados governados pela oposição viraram cabide de emprego para políticos derrotados nas urnas. Primeiro foram Roberto Freire e Raul Jungmann, do PPS de Pernambuco. Ambos ganharam uma boquinha na paulistana Sabesp, sem nunca terem morado e muito menos conhecerem a cidade. E ainda por cima receberem jetons dos cofres públicos para não trabalhar na capital paulista.
Agora é a vez do goiano Marconi Perillo (PSDB) dar uma boquinha para o ex-senador Heráclito Fortes (DEM-PI), no Conselho de Administração da Saneago (estatal de saneamento de Goiás). O ex-senador mora em seu estado, mas recebe R$ 12,5 mil por mês.
Apesar disso, parece que Fortes não está contente com o salário ou com o cargo que ocupa. Recentemente ele afirmou opaafirmou estar em Goiás em "férias sabáticas". A pergunta que fica é; Depois do vimos no JN desta segunda, seria de se supor que essa mais uma indicação de Carlinhos Cachoeira para o governo tucano de Marconi Perillo?  

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sexta-feira, 2 de março de 2012

Carlos Cachoeira nomeava no governo Marconi Perillo

Goiás vive dias de grande apreensão. O motivo é a prisão do bicheiro Carlinhos Cachoeira, que teria políticos, empresários, policiais e jornalistas na folha de pagamento; segundo juiz, ele nomeou dezenas de pessoas no governo goiano e manchete oficialista do Diário da Manhã já revela preocupação; 24 horas depois, governador Perillo permanece calado.

Vejam mais detalhes em BRASIL 247

 

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Os Perillo e a Casa Civil paulista

Posso estar enganado, mas nunca soube da Casa Civil se envolvendo em qualquer investigação criminal. Não faz parte de suas atribuições, a não ser que tenha repercussões políticas.

Concretamente:

A Casa Civil do governo paulista participou de um inquérito em que, no meio do caminho, foi retirado o nome de uma empresa goiana que pertence a um primo do aliado político de Serra, Marconi Perillo - que é suspeito de participar da empresa.


Veja o texto completo no blog do Luís Nassif.