domingo, 21 de abril de 2013
sábado, 23 de março de 2013
sábado, 2 de outubro de 2010
Caso Netinho não pode ficar sem resposta
O caso Netinho não pode passar em branco. Durante anos se falou em ameaça do uso do poder do Estado contra adversários políticos. Essa ameaça se concretizou na invasão da casa de uma pessoa pela polícia, sem embasamento legal.
Netinho foi alvo de uma investida em que pessoas, se valendo de seus cargos públicos, promoveram um atentado inaceitável às liberdades democráticas.
Continue lendo no blog do Luís Nassif.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Sanções contra o Irã: uma obsessão em cinco atos e um poema
Sanções contra o Irã: uma obsessão em cinco atos e um poema
Primeiro ato
No início de seu primeiro mandato, FHC enfrentou um dilema. Para honrar a sua recente conversão ao Consenso de Washington, precisava vender empresas estatais e juntar dinheiro para pagar os juros sobre a dívida que iria acumular rapidamente com os bancos que pagavam o salário dos economistas que tinham inventado o seu novo credo. Queria começar por dar empresas lucrativas como a Petrobras aos brilhantes empresários que tinham ajudado a financiar a sua campanha presidencial, e sabia que nunca conseguiria vender a ideia aos brasileiros; mas também sabia que não cumprir a palavra dada aos financiadores de campanha era a melhor maneira de acabar com a sua carreira política. Precisava encontrar uma maneira de tornar a idéia de privatizar a Petrobras, a Vale e o Banco do Brasil palatável para os eleitores brasileiros, e para isso usou um dos truques mais velhos da história da trapaça política: chutar um cachorro morto, puxar briga com alguém de quem o público não gosta, criar um precedente e depois ir para o seu objetivo real. Assim, a venda das ineficientes, endividadas e impopulares empresas estatais de telecomunicações foi decidida e rapidamente executada. Criado o precedente, liquidar o resto deveria ter sido fácil, e de fato foi até venderem a Vale do Rio Doce por um décimo do seu valor de mercado, mas o plano foi interrompido pela sucessão de crises econômicas que reduziu o segundo mandato de FHC a um governo mendigo, ocupado em andar pelo mundo pedindo empréstimos.
Vejam o texto completo em LUIS NASSIF ONLINE
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Escândalo de grampos ilegais se aproxima do presidente da Colômbia
"Minha filha foi convertida em um instrumento de tortura psicológica, controle social e violência política", diz a jornalista Claudia Julieta Duque, que protagonizou um dos casos mais dramáticos do chamado "escândalo do grampo" na Colômbia. Há cinco anos ela teve de sair do país com a filha, então com 10 anos, depois que seguidas chamadas prometiam "queimá-la viva".
Documentos em poder do Ministério Público colombiano desde o ano passado indicam que Julieta Duque, protegida pelo Estado, era perseguida por agentes do também estatal DAS (Departamento Administrativo de Segurança) --ligado à Presidência. Ás vésperas da eleição presidencial, a investigação sobre esquema ilegal de gravações telefônicas e quebra de sigilos bancários feito pelo órgão de inteligência subordinado a Álvaro Uribe avança e envolve cada vez mais funcionários de alto escalão do governo e do gabinete da Presidência.
A notícia continua na Folha.com, antiga Folha Online.
sexta-feira, 12 de março de 2010
EUA reafirmam críticas a abusos de polícias estaduais no Brasil
O relatório anual sobre direitos humanos divulgado nesta quinta-feira pelo Departamento de Estado americano afirma que as polícias estaduais são responsáveis por inúmeros abusos e mortes ilegais no Brasil.
"O governo federal e seus agentes não cometeram crimes politicamente motivados, mas homicídios ilegais cometidos pelas polícias estaduais (militar e civil) foram frequentes", diz o relatório, que reúne dados relativos aos direitos humanos em 194 países em 2009.
O trecho relativo ao Brasil repete várias afirmações já feitas em anos anteriores sobre o envolvimento da polícia brasileira em abusos e em esquadrões da morte.
"Em muitos casos, os policiais empregaram força letal indiscriminada durante apreensões. Em alguns casos, mortes de civis ocorreram após tortura por oficiais", diz o texto.
O documento afirma que as mortes perpetradas por policiais ocorreram por diversas razões e que alguns policiais acusados de matar suspeitos "não tinham treinamento e profissionalismo para lidar com força letal".
"Em outras ocasiões, os policiais agiram como criminosos", diz o relatório.
Continua na BBC Brasil.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
A repressão contra a FAG. Yeda acerta no que vê e atinge o que não conseguia enxergar!
Confira o texto no Estratégia e Análise.
domingo, 6 de setembro de 2009
Exército dos EUA mantém cinegrafista da Reuters preso há um ano
A Corte Criminal Central iraquiana já decidiu em novembro passado que não há acusações contra Jassam.
Mas as forças americanas dizem que consideram Jassam uma ameaça de segurança ao Iraque. Dizem que, pelo acordo de segurança, têm o direito de manter Jassam detido pelo máximo possível de tempo.
Notícia completa na Reuters.
terça-feira, 21 de abril de 2009
BRASIL: A condenação é refletir sobre sua violência machista
Fabiana Frayssinet (...)
Acosta teve a idéia dos grupos após constatar que trabalhar apenas com mulheres não reduzia a violência porque ao se separar o agressor repetia a violência com sua nova companheira, enquanto a agredida buscava uma nova companhia, que também costumava ser violenta. Ele também concluiu que a maioria dos agressores tem medo das mulheres e que as agridem justamente por isso. “É um recurso que os homens usam em todas as situações em que se sentem ameaçados em sua masculinidade, seja por medo das mulheres, seja por estarem impossibilitados de exercer seu papel de provedor, seja por ter alguma dificuldade relacionada com a sexualidade”, explicou o especialista. “Qualquer coisa que pode questionar a identidade masculina dominante é fator gerador de medo e, em consequência, um fator gerador de violência”, resumiu.
(...)
“Para alguns juizes, os homens agridem as mulheres por estarem desempregados, bêbados ou drogados, quando, na realidade, o movimento feminista entende que a violência é própria da cultura patriarcal”, destaco Calasans. O diretor do SerH compartilha dessa idéia. “A base da violência contra a mulher tem um modelo masculino patriarcal e de virilidade, que parte do abuso de poder que temos. Com base nesse modelo, praticamos a violência, especialmente contra as mulheres porque culturalmente acreditamos que somos superiores a elas”, analisou Acosta.
Vejam o texto completo na Agência de notícias Inter Press Service IPS
(os trechos destacados acima são de responsabilidade deste editor)