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quarta-feira, 7 de outubro de 2015

A interminável armação do golpe do impeachment

Há duas posturas contrárias ao impeachment de Dilma Rousseff: um pequeno grupo dos que aprovam o governo em qualquer hipótese; e o grupo dos que, mesmo sendo críticos em relação a ele, encaram o impeachment como golpe contra a democracia.
De fato, significaria tirar do país o único grande diferencial positivo em relação aos demais emergentes: uma democracia que se acredita consolidada.
***
Tem-se, em uma das pontas, um exército disposto a tudo para derrubar o governo. Fazem parte dele uma oposição que perdeu o rumo, autoridades judiciais, como Gilmar Mendes, falsos varões de Plutarco como Aécio Neves e Agripino Maia, uma mídia enlouquecida, disposta a tudo, até a desorganizar totalmente a economia por um governo que a salve de uma crise estrutural.

Continue lendo no Blog do Luís Nassif. 

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

O Xadrez da batalha do impeachment

Nos próximos meses, recrudescerá a tentativa de impeachment da presidente da República. As cartas já estão na mesa. Aliás, estão desde o julgamento da AP 470.
Em regimes democráticos, golpes não são meramente uma quartelada planejada por meia dúzia de conspiradores. Há a necessidade de, inicialmente, criar-se a mobilização da opinião pública e, depois, se cumprir rituais, formalismos, dando aparência de legalidade ao golpe, que seja convalidado por um dos dois poderes da República – o STF (Supremo Tribunal Federal) ou o Congresso.
O modelo é conhecido, do suicídio de Getúlio, à queda de Jango e de Collor.
Na América Latina pós-ditaduras, todos os golpes – de André Peres e Fernando Collor a presidentes de esquerda – começaram  com uma campanha midiática, que, exacerbando a opinião pública, convalidou o impeachment via Congresso ou Supremo.

Continue lendo no Blog do Luís Nassif. 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

O senador Mário Couto, “amigo próximo” de Aécio, é muso inspirador do impeachment

Antes mesmo daquele velho cantor barbudo e verborrágico, as hordas que pedem o impeachment já tinham um modelo, um homem que fez o que se espera de gente honrada: Mário Couto.
Em abril, o senador pelo PSDB do Pará protocolou um pedido de abertura de processo de impedimento de Dilma Rousseff em razão dos “prejuízos” causados pela compra da refinaria de Pasadena pela Petrobras.
Afirmava que a presidente cometeu crime de responsabilidade ao autorizar a operação em 2006, quando era presidente do conselho de administração.
É uma figura folclórica. A campanha deste ano teve uma mãozinha de Aécio Neves, que declarou num vídeo que se tratava “dos amigos mais próximos que fiz na política. A sua coragem, ao lado do seu amor ao Pará e a sua gente, serão decisivos para que nós possamos iniciar, no Brasil, rapidamente, um novo ciclo, onde a decência e a eficiência possam caminhar juntas. Eleger Mário Couto é eleger o lado bom da política brasileira.”
O protomuso do impeachment — que chamou, certa vez, os colegas de “ladrões” — tem uma carreira, para usar um eufemismo, controvertida. Apesar de Aécio usar o termo “decência” para se referir ao chegança, Couto está envolvido em diversos escândalos.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

O julgamento do mensalão

Realmente esta história do mensalão é de dar engulhos.
Por um lado, porque não agrega nada a cultura política do país (os equívocos dantes cometidos são sumariamente repetidos – especialmente os vinculados ao financiamento das campanhas), fica como um erro pontual e não sistêmico, que é o caso – bem citado no texto "As lições não aprendidas do mensalão", do Luis Nassif.

Só pra deixar bem claro: os problemas éticos e morais que o presidente Lula teve em sua base de apoio não foram muitos até o mensalão (quando supostamente teria sido descoberta e alterada a forma como se praticava a interlocução governo-congresso), os problemas com certeza foram muito mais graves depois do mensalão, pois, para garantir que não haveria contestações institucionais ao seu governo (já que a porca oposição udenista que temos tentou dar um golpe com um impeachment no presidente Lula – plano malfadado pela falta de apoio popular), ele ampliou imensamente a base de sustentação do seu governo, assimilando a pior escória da política brasileira. Assimilou esta escumalha do jeito clássico criado por FHC: via emendas parlamentares e cargos governamentais.
É isto que a ignorância moralista não consegue enxergar: o mensalão é um embuste, mas coisa pior é aplicada sumariamente nos governos federal, estaduais e municipais, o “mensalão branco”, via emendas e cargos.

Vejam o texto completo em POLÍTICA NADA IMPARCIAL

terça-feira, 30 de novembro de 2010

COMO O PSDB RECUOU DO IMPEACHMENT EM 2005

LULA MANDOU AVISAR:
'ELES NÃO SABEM O QUE VAI ACONTECER NESTE PAÍS'

"...Este país já tinha criado as condições para o Getúlio Vargas se matar, este país já tinha ameaçado não deixar Juscelino competir (...) Depois, este país cassou o João Goulart. Eu falei: o que eles vão aprontar comigo? E eles tentaram, em 2005, eles tentaram, em 2005. Só que eles não sabiam que, pela primeira vez, este país tinha eleito um presidente que era a encarnação do povo lá em Brasília.... E, aí, nós fomos para a rua e eles perceberam ... Eu lembro de uma vez que o Sarney foi conversar comigo, eu falei: “Presidente Sarney, eu só quero que o senhor diga lá dentro, para os senadores, o seguinte: se eles tentarem dar um passo além da institucionalidade, eles não sabem o que vai acontecer neste país. Este país teve presidente que foi embora, este país teve presidente que se matou, este país teve presidente que foi cassado e saiu do Palácio. Eu, eles vão saber que eu sou diferente. Eles vão saber, eles vão saber, eles vão saber que não é o Lula que está na Presidência, eles vão saber que a classe trabalhadora brasileira é que chegou à Presidência da República..." (Presidente Lula, em discurso no Maranhã; 01-12)



Vejam em CARTA MAIOR (Blog das Frases)

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Após mortes, oposição tenta destituir presidente do Peru

O principal partido oposicionista do Peru, o Partido Nacionalista Peruano (PNP) apresentou nesta quarta-feira ao Congresso um pedido de impeachment do presidente Alan García por "incapacidade moral", responsabilizando-o pela morte de seis pessoas durante um protesto de garimpeiros informais no domingo.

O requerimento foi apresentado pelo líder do Partido Nacionalista, Ollanta Humala, pré-candidato a presidente nas eleições de 2011. Ele declarou à Agência Efe que o pedido seria feito por causa da "política de criminalização do protesto" existente no Peru. "O que estamos encontrando na conduta do presidente da República está tipificado na Constituição e se chama incapacidade moral permanente", afirmou.

"São mais de 70 mortos, mais de 600 feridos, um desaparecido, um asilado, mais de 1.300 cidadãos peruanos, a maioria líderes sociais, que estão judicializados pelo delito de 'protestar contra o Governo'", disse Humala. A proposta de destituição do presidente, contudo, tem poucas chances de prosperar.


Vejam o texto completo no PORTAL VERMELHO

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

As razões para o impeachment de Yeda Crusius

1) A governadora sabia dos acontecimentos no Detran

2) Mais do que saber, Yeda participou ativamente da reorganização do esquema quando passou de uma fundação para a outra.

Confira o texto completo no RS Urgente.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Serra e PSDB defendem "princípios éticos" de Yeda Crusius

Manifesto assinado pelo governador de São Paulo e por lideranças nacionais do PSDB dá total solidariedade à governadora do Rio Grande do Sul, acusada pelo Ministério Público Federal de integrar uma quadrilha que estaria instalada no aparelho de Estado. Documento destaca longa trajetória política de Yeda, "construída com competêncis e respeito a princípios éticos". Neste momento, governadora gaúcha é alvo de um processo de impeachment na Assembléia Legislativa. CPI investiga fraude que pode ter desviado mais de 340 milhões dos cofres públicos.
O governador de São Paulo, José Serra, assinou um manifesto do PSDB em defesa da governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, acusada pelo Ministério Público Federal do RS de integrar uma quadrilha que estaria instalada do aparelho de Estado. O manifesto destaca a "competência e o respeito a princípios éticos" de Yeda e dá total solidariedade à governadora que enfrenta um processo de impeachment na Assembléia Legislativa do RS. O texto afirma:


Vejam mais em Carta Maior

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

O pedido de impeachment de Yeda


Por alex

ACEITO O PEDIDO DE IMPEACHMENT DE YEDA CRUSIUS

Ivar Pavan, presidente da Assembléia, aceita pedido de impeachment

O presidente da Assembleia, Ivar Pavan, acabou de anunciar que o pedido de impeachment da governadora Yeda Crusius, protocolado pelo Fórum dos Servidores Públicos Estaduais, está aceito pelo Poder Legislativo.

Continua no Luís Nassif.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Centenas de manifestantes pedem saída de Yeda no RS

Centenas de professores, sindicalistas e estudantes participaram hoje de uma manifestação pelo impeachment da governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), em Porto Alegre. Sob chuva, o grupo saiu do Parque da Harmonia e percorreu algumas ruas centrais da cidade até a Praça Marechal Deodoro, em torno da qual estão a Assembleia Legislativa, a sede do governo, a catedral e prédios da Justiça. A governadora é suspeita de montar um esquema de caixa 2 e desvio de recursos na campanha de 2006.

Leia mais AQUI.