Mostrando postagens com marcador Brasil Telecom. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Brasil Telecom. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 13 de abril de 2010

Empresa de telefonia é condenada por enfarto de cliente durante atendimento

A empresa de telefonia Brasil Telecom foi condenada a pagar indenização de R$ 20,4 mil, por danos morais, pela morte de um cliente que sofreu um enfarte enquanto tentava cancelar um serviço usando o sistema de Call Center - vindo a falecer dois dias depois.

Continua no Última Instância.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

RS: Telefônica Oi expande demissões após fusão

Sindicato dos Telefônicos no estado (Sinttel/RS) estima que quadro de funcionários da antiga Brasil Telecom pode ser reduzido em 40% desde a fusão com a telefônica Oi. Áreas técnicas são mais afetadas, enquanto setores de call centers vêm sendo prioridades na nova empresa.

Veja a notícia na Agência Chasque.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Mais de 80 mil pessoas têm direito a ações da antiga CRT e não sabem

"Alô? Seu número de telefone é ainda do tempo da antiga CRT? Então você pode, sem saber, ter R$ 30 mil para receber de indenização de sua companhia telefônica. Isto acontece porque até 1996 o consumidor era obrigado a comprar ações da CRT para ter acesso a uma linha telefônica, o que o transformava num acionista minoritário. Mas, quando a empresa foi vendida pelo governo, os novos compradores “esqueceram” de recomprar as ações dos minoritários, hoje avaliadas em R$ 2.4 bi.
... Por que não há uma ampla divulgação pelos jornais e TVs desta situação? Porque as grandes empresas de telefonia são fortes anunciantes – e nenhuma delas tem interesse em anunciar que está devendo dinheiro atrasado aos consumidores (a recompra das ações é um direito quando a companhia é negociada)."

Não sabem e se depender da grande mídia vão continuar sem saber. A RBS, além de não querer perder os anúncios das telefônicas, não quer que ninguém lembre que ela faz parte dessa história. A família Sirotsky só não é dona também da telefonia gaúcha por um erro de cálculo.
Mais no site do Jornal Já.

domingo, 12 de abril de 2009

As 250 Caixas da Kroll

Acontece que no seu depoimento, Protógenes lembrou das 250 caixas do processo da Kroll.

A história dessas caixas começou quando a Brasil Telecom, logo que Dantas foi deposto, descobriu que ele pagara US$ 40 milhões a Kroll e não tinha um comprovante sequer na contabilidade. A BrT acionou a Kroll.

Na Justiça de Nova York, seus advogados pediram um “discovery” ao Juiz. Equivale a uma busca e apreensão com um agravante: se não entregar tudo o que foi solicitado, e se descobrir mais tarde, vai todo mundo em cana.

A Kroll acabou entregando 250 caixas, coalhadas de comprovações das atividades ilegais de Dantas, com grampos e outras jogadas. Grampos ilegais - justamente o mote da CPI dos Grampos. Há de tudo, troca de emails entre ele e a Kroll, entre executivos do Opportunity, com informações variadas sobre privatização, sobre inimigos, sobre políticos.

Texto completo no blog do Luís Nassif.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Marcos Dantas: um olhar positivo sobre a fusão BrT-Oi

O professor do Departamento de Comunicação da PUC do Rio de Janeiro Marcos Dantas é um experiente conhecedor do jogo político na área das telecomunicações. É autor de livros sobre o tema, como A Lógica do Capital Informação (Ed. Contraponto, 1996), assessorou a Federação Interestadual dos Trabalhadores em Telecomunicações (Fittel) e integrou o governo Lula como secretário de planejamento do Ministério das Comunicações na gestão Miro Teixeira (2003-2004) e secretário de educação à distância do Ministério da Educação (2004-2005).

Por Jonas Valente, no Observatório do Direito à Comunicação

Na polêmica compra da Oi pela Brasil Telecom, Dantas fica do lado daqueles que vêem o negócio como uma iniciativa positiva para o país. Na avaliação do professor, a fusão deveria ter ocorrido já no início do governo e, embora tenha acontecido apenas agora, seguindo uma demanda do mercado, a criação da nova tele é estratégica para fortalecer o país em um importante setor na atual fase de desenvolvimento do capitalismo.


Vejam mais no Vermelho

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Mangabeira se reuniu com a Kroll a pedido de Dantas

Em 2003, a BrT e Mangabeira, que morava em Massachusetts (EUA), assinaram um acordo pelo qual o filósofo serviria como um fiel depositário ou procurador da empresa ("trustee"). Sua atuação seria em ações judiciais da BrT contra a Telecom Itália e os dirigentes da mesma companhia, contra o grupo holandês Stet International e contra os fundos de pensão Previ (fundo de previdência dos funcionários do Banco do Brasil), Petros (fundo dos funcionários da Petrobrás) e Telos (fundo dos funcionários da Embratel).

Conforme o combinado, Mangabeira poderia processar, negociar e estabelecer acordos dentro desses casos, fazer empréstimos e contratar serviços em nome da empresa. O acordo que lhe dava esses poderes tinha prazo de 20 anos.

Apesar de ser sócio minoritário da BrT, o Opportunity, de Dantas, tinha poderes para remover Mangabeira --e qualquer outro "trustee" que assumisse o cargo-- a qualquer momento. Dantas e Mangabeira são amigos.

Mais na Folha Online.


domingo, 20 de julho de 2008

BrOi

Enquanto o PIC / PIG tenta se salvar jogando o lixo da corrupção tucana no nosso quintal, a gente tem que ficar aqui desarmando bombas plantadas pelo "fogo-amigo", em vez de partir para o ataque contra tucanos.

O dardos venenosos enviados no caso BrOi por lobistas (voluntários e involuntários), cegam as pessoas porque todos só ouvem e só lêem as fontes de notícias do PIC/PIG e o "fogo-amigo". A mesma coisa que aconteceu no primeiro momento do afastamento do delegado Protógenes.

Não é verdade que o governo não se defende no caso BrOi. O problema é que todos ignoram o que o governo diz, a exceção da gente, de alguns poucos blogs, e dos Jornais de negócios como o Valor Econômico.

O governo explica todos os passos, na hora que pode (por obrigação de seguir a lei) através dos principais envolvidos: o BNDES, o BB. A PREVI (fundo de pensão dos funcionários do BB) não é subordinada ao governo, apesar das atual direção ter ligação histórica de lutas comuns dos trabalhadores.

Pedir para o presidente Lula e Dilma virarem garotos propaganda da BrOi, é pedir o impeachment dos dois.


Texto completo do Zé Augusto no site http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Maracutaia a céu aberto e com bequiboni

Reúne-se hoje o Conselho de Administração da Brasil Telecom em que os acionistas – os Fundos de pensão Previ, Funcef e Petros – e o Citi se comprometem a encerrar todas as ações que movem na Justiça contra Daniel Dantas. Sem isso, Dantas teria o poder de impedir a criação da “BrOi”. É o que revela informação publicada ontem à noite pela Teletime, em reportagem de Samuel Possebon.

. Rubens Glasberg, editor da Teletime, entrevistou recentemente o presidente de um desses fundos. Ele disse a Glasberg que fazia o acordo com Dantas na mesma situação do morador da favela que faz acordo com o líder do tráfico para poder viver em paz. No excelente Conversa Afiada.

domingo, 30 de março de 2008

Conversa afiadíssima

[...] O Presidente Lula botou o esqueleto de FHC no seu próprio armário e deixou FHC aliviado.

. Fica feliz o presidente eleito José Serra.

. A Decidir.com, Inc, empresa da filha de Serra que Dantas financiou, é apenas um dos capítulos da tenebrosa relação entre Serra e Dantas.

. Ficam felizes José Dirceu (que trabalha para Dantas), o PT e sua bancada na Câmara – José Eduardo Cardozo à frente - e no Senado - porque Dantas tem eles na mão.

. E, em alguns casos, no bolso.

. Ficam felizes os tucanos na Câmara e no Senado, porque Dantas tem eles na mão.

. E, em alguns casos, no bolso.

. Ficam felizes os Fundos. [...] Leia o que mais diz o Paulo Henrique Amorim, que pelo jeito saiu do IG com a conversa mais afiada ainda.

quinta-feira, 20 de março de 2008

Os motivos do rompimento

Não, desta vez não foi pressão de José Serra (PSDB). É raro, mas no caso da "demissão" de Paulo Henrique Amorim do iG, Serra está inocente. Ao que este blog conseguiu apurar - e não foi muita coisa ainda - a motivação do rompimento do contrato foi a postura firme de Paulo Henrique contra a fusão da Brasil Telecom com a Oi (a tal "Broi" de que ele tanto fala). Como a Brasil Telecom é controladora do iG, a versão faz sentido. E, a ser verdadeira esta versão, a recisão é, do ponto de vista do iG, compreensível. O que não cola é a desculpa dada pelo provedor de que o site não tinha audiência e não atraia anunciantes. Amanhã, no novo site do jornalista, será possível saber com detalhes o que ocorreu. De qualquer maneira, de positivo resta o fato de que a internet continua sendo o mais democrático dos meios de comunicação: a temporada fora de Paulo Henrique Amorim fora do ar será curta, para a decepção dos blogs direitosos, em festa hoje com a decisão do iG.

Texto do Blog Entrelinhas.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Fusão BrT/Oi será lesiva ao usuário de telefonia

O jornal Zero Hora, do grupo RBS, faz uma interpretação particular e tendenciosa do relatório de Aristóteles dos Santos, ouvidor da Anatel (ver post anterior). Afirmou em manchete hoje que o ouvidor é plenamente a favor da megafusão Brasil Telecom e Oi.

ZH, conseqüente com o mau jornalismo que pratica, distorce o pensamento do ouvidor. Todo o texto do relatório aponta duras críticas às privatizações das telecomunicações e ao fatiamento do antigo Sistema Telebrás, chegando a propor uma empresa nacional robusta (ele não chega a afirmar que essa empresa seria estatal, mas também não afirma que seja o resultado da fusão Oi/BrT) para reacomodar o setor em bases que convirjam mais com os interesses nacionais, com a pesquisa e a tecnologia brasileira. Se Aristóteles dos Santos passa o relatório inteiro criticando o monopólio regional das teles, como irá aceitar a fusão BrT/Oi, que constituirá não mais um monopólio regional, mas nacional?

O texto continua no Diário Gauche.

Brasil Telecom - OI

Para outro texto do Paulo Henrique Amorim sobre este assunto, clique aqui.

Brasil Telecom - OI: A inépcia do Globo e do Estadão

"BrOi": A INÉPCIA DO GLOBO E DO ESTADÃO

Paulo Henrique Amorim

Máximas e Mínimas 877

. O Conversa Afiada insiste em que o PIG é um conjunto de jornais e revistas de baixíssima qualidade técnica.

. É um partido político e, como órgãos de imprensa, não passa de um ajuntamento que se deposita abaixo do pré-sal.

. Só serve como partido político.

. Para informar, mesmo que para defender seus interesses (frequentemente subalternos), não presta.

. Veja o episódio da “BrOi”.

. O editorial do Globo de ontem, “Passo em falso” (clique aqui para ler na página 6), e do Estadão de hoje, quinta-feira, dia 17, “Retrocesso na telefonia” (clique aqui para ler), são dois exemplos exuberantes de inépcia.

. Diz o Globo: “Pratica-se assim (com a ‘BrOi’) uma política de reserva de mercado inspirada no modelo intervencionista estatal da ditadura militar (que os Marinho defenderam com unhas, dentes e verba publicitária das empresas estatais da ditadura militar - PHA)...”

. Diz ainda o Globo, esse paladino das nobres causas: “Há quem vislumbre (quem ? – PHA) por trás da operação a tentativa de criação de uma paraestatal...”

. Diz o Estadão de hoje: “O que as declarações das autoridades mostram (quais ? nenhuma autoridade falou até agora – PHA) é que o Governo está intervindo na questão por razões (olha a cacofonia, amigo editorialista ! – PHA) ideológicas...”

. “Tudo indica que o que move o Governo” – continua o Estadão – “é o desejo de ampliar a participação estatal ... Isso é um retrocesso”.

. O mais interessante na argumentação do Estadão é que, à falta absoluta de informações confiáveis, o Estadão recorre à Folha - o jornal com que concorre em São Paulo: “Fortalece a tese de que as razões são ideológicas a notícia publicada pela Folha de S. Paulo (!!! – PHA) segundo a qual, no acordo dos três principais futuros acionistas ... o Governo terá uma cláusula de proteção para garantir o controle nacional sobre ela.”

. Ou seja, a Folha se transformou de pleno direito no órgão oficial da “BrOi”.

Este texto continua no Conversa Afiada, do Paulo Henrique Amorim.