terça-feira, 13 de abril de 2010
Empresa de telefonia é condenada por enfarto de cliente durante atendimento
quarta-feira, 29 de julho de 2009
RS: Telefônica Oi expande demissões após fusão
Veja a notícia na Agência Chasque.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Mais de 80 mil pessoas têm direito a ações da antiga CRT e não sabem
... Por que não há uma ampla divulgação pelos jornais e TVs desta situação? Porque as grandes empresas de telefonia são fortes anunciantes – e nenhuma delas tem interesse em anunciar que está devendo dinheiro atrasado aos consumidores (a recompra das ações é um direito quando a companhia é negociada)."
Não sabem e se depender da grande mídia vão continuar sem saber. A RBS, além de não querer perder os anúncios das telefônicas, não quer que ninguém lembre que ela faz parte dessa história. A família Sirotsky só não é dona também da telefonia gaúcha por um erro de cálculo.
Mais no site do Jornal Já.
domingo, 12 de abril de 2009
As 250 Caixas da Kroll
Acontece que no seu depoimento, Protógenes lembrou das 250 caixas do processo da Kroll.
A história dessas caixas começou quando a Brasil Telecom, logo que Dantas foi deposto, descobriu que ele pagara US$ 40 milhões a Kroll e não tinha um comprovante sequer na contabilidade. A BrT acionou a Kroll.
Na Justiça de Nova York, seus advogados pediram um “discovery” ao Juiz. Equivale a uma busca e apreensão com um agravante: se não entregar tudo o que foi solicitado, e se descobrir mais tarde, vai todo mundo em cana.
A Kroll acabou entregando 250 caixas, coalhadas de comprovações das atividades ilegais de Dantas, com grampos e outras jogadas. Grampos ilegais - justamente o mote da CPI dos Grampos. Há de tudo, troca de emails entre ele e a Kroll, entre executivos do Opportunity, com informações variadas sobre privatização, sobre inimigos, sobre políticos.
Texto completo no blog do Luís Nassif.
sábado, 17 de janeiro de 2009
Marcos Dantas: um olhar positivo sobre a fusão BrT-Oi
O professor do Departamento de Comunicação da PUC do Rio de Janeiro Marcos Dantas é um experiente conhecedor do jogo político na área das telecomunicações. É autor de livros sobre o tema, como A Lógica do Capital Informação (Ed. Contraponto, 1996), assessorou a Federação Interestadual dos Trabalhadores em Telecomunicações (Fittel) e integrou o governo Lula como secretário de planejamento do Ministério das Comunicações na gestão Miro Teixeira (2003-2004) e secretário de educação à distância do Ministério da Educação (2004-2005).
Por Jonas Valente, no Observatório do Direito à Comunicação
Vejam mais no Vermelho
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Mangabeira se reuniu com a Kroll a pedido de Dantas
Em 2003, a BrT e Mangabeira, que morava em Massachusetts (EUA), assinaram um acordo pelo qual o filósofo serviria como um fiel depositário ou procurador da empresa ("trustee"). Sua atuação seria em ações judiciais da BrT contra a Telecom Itália e os dirigentes da mesma companhia, contra o grupo holandês Stet International e contra os fundos de pensão Previ (fundo de previdência dos funcionários do Banco do Brasil), Petros (fundo dos funcionários da Petrobrás) e Telos (fundo dos funcionários da Embratel).
Conforme o combinado, Mangabeira poderia processar, negociar e estabelecer acordos dentro desses casos, fazer empréstimos e contratar serviços em nome da empresa. O acordo que lhe dava esses poderes tinha prazo de 20 anos.
Apesar de ser sócio minoritário da BrT, o Opportunity, de Dantas, tinha poderes para remover Mangabeira --e qualquer outro "trustee" que assumisse o cargo-- a qualquer momento. Dantas e Mangabeira são amigos.
Mais na Folha Online.
domingo, 20 de julho de 2008
BrOi
O dardos venenosos enviados no caso BrOi por lobistas (voluntários e involuntários), cegam as pessoas porque todos só ouvem e só lêem as fontes de notícias do PIC/PIG e o "fogo-amigo". A mesma coisa que aconteceu no primeiro momento do afastamento do delegado Protógenes.
Não é verdade que o governo não se defende no caso BrOi. O problema é que todos ignoram o que o governo diz, a exceção da gente, de alguns poucos blogs, e dos Jornais de negócios como o Valor Econômico.
O governo explica todos os passos, na hora que pode (por obrigação de seguir a lei) através dos principais envolvidos: o BNDES, o BB. A PREVI (fundo de pensão dos funcionários do BB) não é subordinada ao governo, apesar das atual direção ter ligação histórica de lutas comuns dos trabalhadores.
Pedir para o presidente Lula e Dilma virarem garotos propaganda da BrOi, é pedir o impeachment dos dois.
Texto completo do Zé Augusto no site http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Maracutaia a céu aberto e com bequiboni
. Rubens Glasberg, editor da Teletime, entrevistou recentemente o presidente de um desses fundos. Ele disse a Glasberg que fazia o acordo com Dantas na mesma situação do morador da favela que faz acordo com o líder do tráfico para poder viver em paz. No excelente Conversa Afiada.
domingo, 30 de março de 2008
Conversa afiadíssima
. Fica feliz o presidente eleito José Serra.
. A Decidir.com, Inc, empresa da filha de Serra que Dantas financiou, é apenas um dos capítulos da tenebrosa relação entre Serra e Dantas.
. Ficam felizes José Dirceu (que trabalha para Dantas), o PT e sua bancada na Câmara – José Eduardo Cardozo à frente - e no Senado - porque Dantas tem eles na mão.
. E, em alguns casos, no bolso.
. Ficam felizes os tucanos na Câmara e no Senado, porque Dantas tem eles na mão.
. E, em alguns casos, no bolso.
. Ficam felizes os Fundos. [...] Leia o que mais diz o Paulo Henrique Amorim, que pelo jeito saiu do IG com a conversa mais afiada ainda.
quinta-feira, 20 de março de 2008
Os motivos do rompimento
Texto do Blog Entrelinhas.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Fusão BrT/Oi será lesiva ao usuário de telefonia
ZH, conseqüente com o mau jornalismo que pratica, distorce o pensamento do ouvidor. Todo o texto do relatório aponta duras críticas às privatizações das telecomunicações e ao fatiamento do antigo Sistema Telebrás, chegando a propor uma empresa nacional robusta (ele não chega a afirmar que essa empresa seria estatal, mas também não afirma que seja o resultado da fusão Oi/BrT) para reacomodar o setor em bases que convirjam mais com os interesses nacionais, com a pesquisa e a tecnologia brasileira. Se Aristóteles dos Santos passa o relatório inteiro criticando o monopólio regional das teles, como irá aceitar a fusão BrT/Oi, que constituirá não mais um monopólio regional, mas nacional?
Brasil Telecom - OI: A inépcia do Globo e do Estadão
"BrOi": A INÉPCIA DO GLOBO E DO ESTADÃO
Paulo Henrique Amorim
Máximas e Mínimas 877
. O Conversa Afiada insiste em que o PIG é um conjunto de jornais e revistas de baixíssima qualidade técnica.
. É um partido político e, como órgãos de imprensa, não passa de um ajuntamento que se deposita abaixo do pré-sal.
. Só serve como partido político.
. Para informar, mesmo que para defender seus interesses (frequentemente subalternos), não presta.
. Veja o episódio da “BrOi”.
. O editorial do Globo de ontem, “Passo em falso” (clique aqui para ler na página 6), e do Estadão de hoje, quinta-feira, dia 17, “Retrocesso na telefonia” (clique aqui para ler), são dois exemplos exuberantes de inépcia.
. Diz o Globo: “Pratica-se assim (com a ‘BrOi’) uma política de reserva de mercado inspirada no modelo intervencionista estatal da ditadura militar (que os Marinho defenderam com unhas, dentes e verba publicitária das empresas estatais da ditadura militar - PHA)...”
. Diz ainda o Globo, esse paladino das nobres causas: “Há quem vislumbre (quem ? – PHA) por trás da operação a tentativa de criação de uma paraestatal...”
. Diz o Estadão de hoje: “O que as declarações das autoridades mostram (quais ? nenhuma autoridade falou até agora – PHA) é que o Governo está intervindo na questão por razões (olha a cacofonia, amigo editorialista ! – PHA) ideológicas...”
. “Tudo indica que o que move o Governo” – continua o Estadão – “é o desejo de ampliar a participação estatal ... Isso é um retrocesso”.
. O mais interessante na argumentação do Estadão é que, à falta absoluta de informações confiáveis, o Estadão recorre à Folha - o jornal com que concorre em São Paulo: “Fortalece a tese de que as razões são ideológicas a notícia publicada pela Folha de S. Paulo (!!! – PHA) segundo a qual, no acordo dos três principais futuros acionistas ... o Governo terá uma cláusula de proteção para garantir o controle nacional sobre ela.”
. Ou seja, a Folha se transformou de pleno direito no órgão oficial da “BrOi”.
Este texto continua no Conversa Afiada, do Paulo Henrique Amorim.