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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Pré-Sal: piscadela do PSDB às transnacionais

Antônio Martins *

British Petroleum -que despejou centenas de milhões de barris no Golfo do México- é uma das cortejadas pelo assessor de José Serra

Em público, o candidato José Serra não endossará as palavras de seu subordinado; se questionado de modo explícito, talvez até as contrarie. Mas, no intrincado jogo político que se abriu para o segundo turno, certamente não foram em vão as palavras de David Zylberstajn, ex-diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo-ANP (no governo FHC), atual assessor para a área de Energia da campanha PSDB-DEM.

Em entrevista concedida ontem ao Valor Econômico, Zylberstajn ser "tecnicamente" a favor de retomar, nas reservas de petróleo do Pré-Sal, o sistema de leilões que vigorou em seu período. Para proteger o candidato a que se ligou, fez uma ressalva: "dentro do contexto político, eu não sei"…

O mecanismo antigo foi instituído em 1995, logo após o governo FHC quebrar o monopólio estatal de petróleo. Funciona assim: a União leiloa áreas do subsolo em que há possibilidade de haver jazidas. Os vencedores pagam um montante inicial ao Estado e ficam com todo o petróleo encontrado.

Vejam o texto completo em PATRIA LATINA

terça-feira, 30 de março de 2010

Petroleiros denunciam programa privatista do pré-sal dos tucanos

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) alerta que “caso vença as eleições presidenciais de outubro, o PSDB, deve rever a legislação que tramita no Congresso referente ao pré-sal. Os tucanos pretendem retomar as regras do marco regulatório do petróleo elaboradas no governo Fernando Henrique Cardoso em 1997, que estabeleceu o sistema de concessão”.

A denúncia dos petroleiros é baseada nas declarações do deputado Luis Paulo Vellozo (PSDB-ES), cotado para coordenar o programa de governo de José Serra para a presidência da República, publicadas pelo jornal Valor Econômico da edição do dia 22 de março.

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terça-feira, 8 de setembro de 2009

Daniel Thame: Deus e Diabo na Terra do Pré-Sal



O que poderia ser (e é) a melhor notícia dos últimos anos para os brasileiros, com a descoberta e exploração de imensas reservas de petróleo na camada conhecida como Pré-Sal, está se transformando numa inacreditável queda de braço, que tem como pano de fundo o interesse eleitoral. Mais precisamente, as eleições presidenciais de 2010.

(...)

E o que mais interessa é a eleição de 2010.
Entra em cena, de novo, a dupla DEM-PSDB (este com seu apêndice, o PPS), disposta a emperrar a aprovação da regulamentação, por considerar o processo apressado e a proposta enviada pelo governo exageradamente nacionalista.


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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Que fim levará o Pré-sal?

A sete mil metros de profundidade, num trecho de 800 quilômetros de extensão por 200 quilômetros de largura na parte do Oceano Atlântico integrada ao território brasileiro, tem muito petróleo e muito gás que, extraídos, renderão muito e muito dinheiro. Há estimativas de que ali, da costa do Espírito Santo à costa de Santa Catarina, se acumulam 80 bilhões de barris – o que põe o Brasil entre os dez países que detêm as maiores reservas.

Ninguém sabe quanto dinheiro esse petróleo e esse gás renderão – mas é certo que será uma fortuna imensa, em qualquer moeda que se calcule.

É nada menos do que a posse, o destino e, em última análise, a utilidade dessa riqueza que o Congresso Nacional decidirá nos próximos meses, provocado pela proposta do governo que pretende fixar as regras para a exploração de petróleo e gás nesses campos ultraprofundos – a camada de pré-sal.

Mais ano site Brasília Confidencial


Desde 1998, com a nova Lei do Petróleo implementada pelo FHC se discute o monopólio do petróleo no Brasil. Por enquanto o governo parece disposto a retomar a legislação getulista e encampar os lucros para o povo brasileiro. Espero que continue assim. Terça à noite tem uma aula pública no salão de atos da UFRGS com o Ildo Sauer e o Carlos Lessa pra explicar a questão. Todos são muito bem vindos.

sábado, 29 de agosto de 2009

Proposta dos trabalhadores para pré-sal vira projeto de lei

A proposta defendida pela Federação Única dos Petroleiros (FUP) e movimentos sociais para restabelecer o monopólio estatal do petróleo e transformar a Petrobrás em empresa 100% estatal e pública virou projeto de lei e já está em tramitação na Câmara dos Deputados. A proposta foi apresentada nesta quinta-feira (27) pelo deputado Fernando Marroni (PT-RS).

O texto traz na íntegra todos os pontos do anteprojeto aprovado pelo Conselho Deliberativo da FUP. Resultado de intensos debates realizados com os movimentos sociais, o projeto quer o restabelecimento do monopólio estatal e a retomada dos blocos exploratórios que foram leiloados.

Segundo a FUP, nos últimos dez anos foram leiloados mais de 500 blocos de petróleo para 72 grupos econômicos, metade multinacionais. Os leilões ocorreram com base na atual lei do petróleo, aprovada no governo FHC. “Não podemos permitir que as riquezas do pré-sal tenham o mesmo destino”, alertou o coordenador da FUP, João Antônio Moraes.



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sábado, 22 de agosto de 2009

Colombia: El acuerdo Washington Bogotá amenaza el Amazonas.

NO ES LA "FALTA de comprensión " ni la carencia de información detallada lo que provocó un alerta roja en el gobierno brasileño y sus FF.AA. aA raíz del acuerdo entre Colombia y EE.UU. por la instalación de bases militares.

El impacto no proviene tampoco del hecho de que estén en juego siete de ellas.Y menos aún que algunas de esas instalaciones, que irán a compartir colombianos y estadounidenses, estén en puntos limítrofes del Amazonas.

La verdadera preocupación de Lula da Silva, de su canciller Celso Amorim y su ministro de Defensa, tiene un nombre: se llama Palanquero.Basta acceder a un paper de la Fuerza Aérea norteamericana: "White paper air mobility command. Global en route strategy" publicado en abril de este año, para entender por qué en particular esa instalación, la única que tiene presupuesto asignado para este año, coloca a Brasil en una emergencia desde que cualquier punto de sus 8 millones de kilómetroscuadrados puede ser rápidamente alcanzado por tropas expedicionarias de EE.UU.

(...)
Para Brasil, el objetivo trasciende la paz regional, en el sentido que se había planteado Lula a partir de 2003. Ya no es Venezuela, ni Ecuador y ni siquiera Honduras.

Es un nuevo escenario que está a las puertas de Brasil y que permitirá a Estados Unidos llegar cómodamente hasta la costa Atlántica de este país, incluidos los riquísimos reservorios de petróleo que están en la plataforma submarina.


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