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sábado, 23 de março de 2013

Cacique sofre ameaça em Marãiwatsédé depois da retirada de invasores



Damião Paridzané foi ameaçado por um antigo morador de Posto da Mata, uma das comunidades retiradas da terra indígena

Ruy Sposati,
de Campo Grande (MS)
A paz para os Xavante de Marãiwatsédé ainda parece algo distante. O cacique da aldeia, Damião Paridzané, sofreu uma ameaça em público no dia 8 de março, pouco mais de um mês depois de finalizada a desintrusão do território. A terra indígena fica situada nos municípios de Alto Boa Vista, Bom Jesus do Araguaia e São Félix do Araguaia, nordeste do Mato Grosso. Os indígenas lutaram por quase meio século para garantir a permanência na área.
A ameaça aconteceu na área comercial do município de Bom Jesus do Araguaia. O cacique estava na cidade com um grupo de jovens guerreiros Xavante. Num momento em que Damião estava sozinho, foi abordado por um antigo morador de Posto da Mata, uma das comunidades retiradas da terra indígena. "Ele ameaçou e culpou o cacique Damião de ter tirado todos os posseiros de lá", relata o indígena Aquilino Tsere'ubu'õ Tsirui'a.   

Vejam mais em BRASIL DE FATO

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Vista como alimento ideal, soja pode se tornar vilã quando consumida em excesso

Cultivada há milênios pelos orientais, a soja é hoje reconhecida como uma das principais fontes de proteína e óleo vegetal do mundo – e o Brasil é um dos seus principais produtores. Este grão faz parte da família das leguminosas, assim como o feijão, a lentilha e a ervilha. Tem alto valor proteico, é rico em ferro, cálcio, zinco, potássio, vitamina E e fibras - nutrientes importantes para a nossa saúde.

Durante um tempo, a soja foi vista como um “grão milagroso”, que poderia prevenir diversas doenças, como as cardiovasculares, colesterol alto, osteoporose, diabetes e até câncer. Porém, muitos estudos já realizados e outros ainda em curso apontam que a soja, como qualquer outro alimento, traz benefícios, mas pode ser prejudicial se consumida em excesso.




Leia mais no UOL Saúde. 

sábado, 11 de junho de 2011

A Alemanha concluiu finalmente que a soja foi a origem da "E.Coli"

As autoridades tratam de encerrar a crise com os dados que apontam a fábrica de Bienenbüttel - Levantado o alerta para não consumo de alface, tomate e pepino.

A inquestionável boa notícia é que o número de contágios está caindo em todo o norte da Alemanha. A onda infecciosa de bactérias E.Coli enterohemorrágicas (EHEC) se retira há dias, ao mesmo tempo que decai o número de pacientes de EHEC que desenvolvem a síndorome urémica hemotílica (HUS, mortal em 5% dos casos). Depois de 30 mortes na Alemanha, outra mais na Suécia e quase 3.000 infecções registradas desde o princípio de maio, os chefes dos institutos encarregados de lutar contra a bactéria anunciaram ontem que já descobriram sua origem "quase que com total segurança": "São os brotos" vegetais germinados de uma pequena plantação de Bienenbüttel (Baixa Sajonia). O broto infectado foi detectado em princípios de maio e aumentou a partir da terceira semana.

Vejam mais detalhes (castelhano) em ELPAÍS.COM

domingo, 10 de abril de 2011

Exército Brancaleone dos orgânicos milita no Noroeste do RS

Na contramão da realidade regional, configurada por uma legião de agricultores que cultiva quase 100% da área de soja no Estado com variedades transgênicas, um pequeno, mas bravo, grupo de pequenos produtores de Santa Rosa leva a bandeira da oleaginosa orgânica com seriedade. Uma parceria da Cooperativa Central da Agricultura Familiar (Uniccoper) e da empresa Gebana Brasil, com sede em Capanema, no Paraná, garante a compra da produção. Assemelham-se, assim, ao Exército Brancaleone retratado no clássico filme italiano de Mário Monicelli.

O acordo comercial, com três anos, funciona tão bem que tem incentivado adeptos a migrar do cultivo convencional para o orgânico. Na atual temporada, 60 produtores dos 20 municípios da Grande Santa Rosa estão envolvidos, totalizando 280 hectares. Já em 2008/2009, eram 35, que plantavam 180 hectares. A estimativa para o próximo ano é que mais 20 entrem no projeto, sendo que os já cooptados devem aumentar sua área. Com isso, na próxima safra, serão 380 hectares de soja orgânica.

Leia MAIS.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

500 camponeses escravizados foram descobertos em campos de soja da Argentina

BUENOS AIRES.- As autoridades argentinas localizaram nos últimos dias pelo menos 500 camponeses que realizavam trabalhos como escravos nos campos de soja e milho, no pampa úmido do país, informou neste sábado o Ministério Federal do Trabalho.

A última operação judicial permitiu localizar na sexta-feira uns 276 camponeses que realizavam tarefas em condições de "redução à servidão", nas três explorações agrícolas na província de Buenos Aires, no coração do pampa úmido, indicou o organismo estatal.

Vejam mais detalhes em TORTUGA-Grupo Antimilitarista (NODO50)

segunda-feira, 13 de abril de 2009

O crescimento da soja não-transgênica

Pela primeira vez desde 1996, cai a área plantada com soja transgênica nos EUA, com mais agricultores decidindo plantar soja não transgênica. O cultivo da soja modificada atingiu seu ápice em 2008, alcançando 92% da produção do país

Representantes de associações de produtores de soja, universidades e compradores de grãos relatam que a demanda por sementes de soja convencional está aumentando, o que deverá aumentar a área plantada para 10%.

Os motivos do recente interesse pela soja convencional incluem o preço baixo da commodity, prêmios atrativos pelo produto não transgênico e preços da semente transgênica só aumentando.

Mais no blog do Luís Nassif.


quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Cai a máscara

Agora começa a agir a Monsanto provando o que muitos já diziam. Como praticamente toda a soja, ou grande maioria da soja, plantada no estado é transgênica e contrabandeada da Argentina, o mercado se tornou cativo. A multinacional fez vista grossa para a "importação" brasileira para dominar o mercado. No momento que praticamente inexiste semente orgânica à disposição dos agricultores, o preço do Glifosato sobe e muito (46,2%).
Para quem não sabe, a soja transgênica é a alteração genética do soja para que se torne resistente a um tipo de herbicida fabricado pela Monsanto, o Glifosato. Pela lei, plantar soja da Monsanto exige pagamento de direitos. Trata-se de uma "propriedade" da multinacional, como a origem da semente é ilegal, à rigor não há cobrança por enquanto. Sem os direitos de "sua" semente o Glifosato sobe seus preços para o espaço.
Agora, a soja trangênica torna-se mais barata, mas não há mais como reverter o plantio a curto prazo. Ganha a multinacional e perdem os produtores enganados por uma multinacional inescrupulosa acompanhada por lideranças rurais venais, idiotas e entreguistas.(leia aqui)

Texto do Agente 65.

domingo, 23 de dezembro de 2007

Aumento do glifosato tira força da soja transgênica

CORREIO DO POVO
PORTO ALEGRE, DOMINGO, 23 DE DEZEMBRO DE 2007

Os custos da lavoura de soja aumentaram 10%. Um dos maiores reajustes foi registrado pelo glifosato, em torno de 40%. 'A alta fez com que, pela primeira vez, a soja transgênica perdesse competitividade com relação à convencional, conforme foi constatado no Mato Grosso do Sul', disse o superintendente da CNA, Ricardo Cotta Ferreira, no lançamento dos primeiros resultados dos Ativos do Campo, que integram o projeto Campo Futuro da CNA.

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Embrapa acaba com exclusividade da Monsanto

O diretor-executivo da Embrapa, José Geraldo França, disse em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta segunda-feira, dia 13, que uma das vantagens da pesquisa da Embrapa e da Basf – que desenvolveu a primeira soja transgênica brasileira – é oferecer opções ao produtor.

LEIA A ENTREVISTA NO CONVERSA AFIADA

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Monsanto recebe mesmo de agricultores que evitam seus produtos

Momentos antes de chegar ao cais do Porto de Paranaguá, no Paraná, maior terminal graneleiro da América Latina, os transportadores da soja brasileira exportada parecem sabotar a própria carga. Sobre os caminhões repletos lançam uma sacai de grãos geneticamente modificados, o que invariavelmente levará o carregamento a ser classificado como transgênico e obrigará o produtor a pagar royalties pelo uso da tecnologia.

A mistura proposital dos grãos tem sido, para uma parcela crescente de agricultores, um atalho perverso para o escoamento da produção. O produtor que se declara usuário de semente transgênica paga 2% de royalties, enquanto os apanhados de surpresa pelo teste na entrada do porto são taxados em 3%, mais as despesas da análise. Como mesmo quem tenta se manter no cultivo tradicional não consegue ter garantias de que as sementes usadas estão livres de contaminação, boa parte opta pelo caminho menos burocrático, o de maquiar a soja para escapar da cobrança mais agressiva do royalty.
Agência Estadual de Notícias - Manchetes - Porto de Paranaguá - Paraná ganha com restrição à exportação da soja transgênica

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