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terça-feira, 1 de outubro de 2013

Brasil atinge metas do milênio em relação ao combate à fome, diz FAO

Enquanto uma a cada oito pessoas no mundo sofreu de fome crônica entre 2011 e 2013, 30 países, incluindo o Brasil, já teriam cumprido as metas dos Objetivos do Milênio em relação ao critério do combate à fome. É o que aponta o relatório Sofi (Estado da Insegurança Alimentar no Mundo), elaborado anualmente por órgãos da ONU (Organização das Nações Unidas) e divulgado nesta terça-feira (01/10).


Leia mais no Opera Mundi. 

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Fome já ameaça meio milhão de pessoas no Reino Unido

Informe da Oxfam e da Church Action on Poverty adverte que mais de meio milhão de britânicos dependem de bancos de alimentos de organizações não governamentais para evitar a fome. Segundo organizações, número de pessoas que recorre a estes bancos de alimentos triplicou por causa da reforma do sistema de seguridade social aplicado pela coalizão conservadora liberal-democrata do primeiro ministro David Cameron. Por Marcelo Justo, de Londres.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Agência da ONU sugere dieta a base de insetos contra fome no mundo

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês), lançou em Roma nesta segunda-feira (13) um programa que incentiva a criação em larga escala de insetos para reforçar a segurança alimentar. Segundo o órgão, insetos são alimentos ricos em nutrientes, de baixo custo, ecológico e "delicioso".


Confira no G1.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Incrível mas verdadeiro: uma em cada três crianças da principal economia do mundo vive na pobreza

RT – Ainda que pareça incrível, quase uma em cada três crianças da principal economia do mundo, EEUU, vive sob o limiar da pobreza. É o que mostram os resultados do censo ianque publicado nessa quinta-feira, que indicam que o número de menores de idade nesta situação aumentou em um milhão no ano anterior. 

Viver  sob o limiar da pobreza nos EEUU, supõe ter recursos anuais menores que 22.314 dólares para uma família de quatro membros, uma categoria na qual entraram 15,7 milhões, frente aos 14,7 milhões de 2009. Quanto às crianças hispânicas, o estudo mostra que a taxa de pobreza para essa coletividade é de uns 32,3%.
O censo mostrou que a pobreza atual afetará toda a vida posterior dos menores: "As crianças que vivem na pobreza, em  especial as pequenas, são mais vulneráveis que seus iguais a ter dificuldades cognitivas e comportamentais, tem menos anos de educação e, na medida que crescem, experimentam mais anos de desemprego". 

Vejam o texto original em CONTRAINJERENCIA ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ORION

sábado, 6 de agosto de 2011

Unicef: 780 mil crianças morrerão de fome na Somália se não receberem ajuda

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) elevou nesta sexta-feira para 780 mil o número de crianças que vivem em território da Somália e correm o risco de morrer de fome se não receberem ajuda imediata.

"Estamos falando apenas da Somália", relatou em entrevista coletiva a porta-voz do Unicef em Genebra, Marixie Mercado, que acrescentou que o número total de crianças em situação de "desnutrição severa" na Somália, Quênia e Etiópia é de 2,3 milhões neste momento.

O dado supera o divulgado na terça-feira pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), que cifrou em 500 mil a quantidade de crianças que enfrentam "um iminente risco de morte" na Somália.



Confira a notícia da EFE, no UOL. 


Sobre o mesmo assunto, você pode ler na CartaCapital: Assaltantes roubam ajuda humanitária

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Milhões de somalis e quenianos perto de morrer de fome

Nairobi, Quénia, 20/7/2011 – Para escapar da seca que assola seu país, cada somali deve percorrer 80 quilómetros de deserto arenoso entre a fronteira e o acampamento de Dadaab no Norte do Quénia, suportando um calor de 50 graus. A travessia demora nove dias.
A viagem a Dadaab é traiçoeira, e fica ainda mais perigosa quando cruza territórios caóticos com bandoleiros armados e inclusive policiais que investem contra os refugiados. E quando os que sobrevivem à viagem finalmente chegam a Dadaab, dão-se conta de que o acampamento está longe de ser o refúgio que esperavam. Estima-se que em todo o Quénia há cinco milhões de pessoas que sofrem fome severa devido à seca, segundo Abbas Gullet, secretário-geral da Cruz Vermelha queniana.

Vejam mais detalhes em ESQUERDA.NET

sábado, 9 de abril de 2011

Fome, pobreza extrema no império

Aqui milhões padecem de fome. Não estamos falando do Haiti, nem de países africanos, nem asiáticos, nem das favelas sul-americanas, senão do extraordinário feito de que no país mais rico do mundo, com o setor agrário mais produtivo, milhões sofrem do que se chama "inseguridade alimentícia", ou o que em cristão se traduz como não saber de onde virá a próxima refeição.

Nos Estados Unidos se permite - sem que seja escândalo nacional - que crianças não tenham o suficiente para comer. O programa nacional de televisão da CBS News 60 Minutes mostrou recentemente o rosto e as histórias de famílias sem teto, cujos filhos falaram do que sentem quando não comem o suficiente. Mais de 16 milhões de menores de idade vivem na pobreza - 2 milhões a mais que antes da crise econômica, que explodiu em 2007 - e se registra que é o da classe média jamais ocorrido desde que o governo começou a a registra-los há meio século, informa CBS News.

Vejam mais detalhes em LA HAINE.ORG

sexta-feira, 4 de março de 2011

A Política da Fome

Luis Hernández Navarro*
Apesar de o Fundo para a Agricultura e Alimentação (FAO) reconhecer que “cada ano são produzidos alimentos suficientes para dar de comer a 12 mil milhões de pessoas, isto é, o dobro dos habitantes do planeta,” a multidão de famintos no mundo multiplica-se todos os anos, devido ao controlo mundial dos principais alimentos por meia dúzia de transnacionais.


Vejam o artigo completo em ODIARIO.INFO

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Em meio a seca, Etiópia faz apelo por ajuda internacional

O governo da Etiópia apelou nesta quinta-feira por uma ajuda emergencial da comunidade internacional para alimentar 6,2 milhões de seus habitantes.

O pedido foi feito durante uma reunião com doadores para discutir o impacto de uma seca prolongada que vem afetando partes do leste da África.

Segundo o ministro da Agricultura da Etiópia, o país precisa de US$ 121 milhões.

O pedido é feito 25 anos depois de o país ganhar a atenção de todo o mundo por conta das imagens da fome que matou 1 milhão de etíopes nos anos 1980.

O Programa Mundial de Alimentação da ONU diz enfrentar uma escassez de recursos de mais de US$ 85 milhões para o envio de alimentos para a Etiópia até o fim do ano.

Continua na BBC Brasil.

sábado, 17 de outubro de 2009

Fome Zero reduziu a desnutrição infantil em 73%, diz ONG

O grupo ativista ActionAid divulgou relatório nesta sexta-feira elogiando o Brasil e a China pelos esforços feitos para combater a fome nos países. O documento cita o programa Fome Zero, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que reduziu a desnutrição infantil em 73% e a mortalidade infantil em 45% no Brasil. A China reduziu o número de pessoas que passam fome em 58 milhões ao longo de dez anos.

Contrastando com isso, outros 30 milhões se somaram às fileiras dos que passam fome na Índia desde meados dos anos 1990, apesar do aumento da renda per capita nesse país, e 47% das crianças com menos de 6 anos de idade estão abaixo do peso.

Continua na Folha Online.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Fome é causada pela má distribuição e não pela falta de alimentos


Em 2050, a população da Terra deverá chegar a 9 bilhões de pessoas. Já hoje não se consegue alimentar os atuais 6 bilhões. Especialistas alertam que será preciso encontrar novas concepções para lidar com o problema.
...
A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) já tinha reconhecido há 20 anos que "o problema não é tanto a falta de alimentos, mas a falta de vontade política". Como a pobreza é o principal causador da fome, esta diminui em países que empreendem políticas capazes de gerar empregos e renda. Em contrapartida, onde há ditaduras e despotismo, há fome e morte por inanição.

Leia a íntegra na DW.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Número de famintos no mundo passa de 1 bilhão em 2009, diz ONU

Uma combinação da crise alimentar e da desaceleração econômica global fez com que mais de 1 bilhão de pessoas passasse fome em 2009, informaram agências da Organização das Nações Unidas (ONU) nesta quarta-feira, confirmando a perspectiva pessimista divulgada neste ano.

A Organização para a Agricultura e Alimentos (FAO, na sigla em inglês) e o Programa Mundial para a Alimentação (WFP, na sigla em inglês) disseram que 1,02 bilhão de pessoas --cerca de 100 milhões a mais do que no ano passado-- estão subnutridas em 2009, maior número em décadas.

"A alta no número de pessoas famintas é intolerável", disse o diretor-geral da FAO, Jacques Diouf, durante a divulgação do relatório anual sobre a fome no mundo.

Notícia da Reuters, no UOL.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Novo colonialismo: Investidores estrangeiros tomam conta das terras agrícolas africanas

A diferença em relação a esse novo colonialismo é que os países estão permitindo prontamente serem conquistados. O primeiro-ministro da Etiópia disse que seu governo está "ansioso" para oferecer acesso a centenas de milhares de hectares de terras agrícolas. O ministro da agricultura da Turquia anunciou: "Escolham e peguem o que quiserem". Em meio à guerra contra o Taleban, o governo paquistanês investiu em sua autopromoção em Dubai, buscando seduzir os xeiques com redução de impostos e isenção de leis trabalhistas.

Todos esses esforços têm duas esperanças em comum. Uma é a esperança de os países pobres atingirem o desenvolvimento e a modernização em seus precários setores agrícolas. A outra é a esperança do mundo de que os investidores estrangeiros na África e na Ásia sejam capazes de produzir alimentos suficientes para um planeja que logo será povoado por 9,1 bilhões de pessoas; que eles tragam consigo todas as coisas que faltam aos países pobres, incluindo tecnologia, capital e conhecimento, sementes modernas e fertilizantes; e que esses investidores sejam capazes não só de dobrar as safras mas, em muitas partes da África, multiplicá-las por dez. Estimativas anteriores na verdade preveem um declínio na capacidade de produção de 3 a 4% em 2080, em comparação ao ano 2000.

Mais no texto da Der Spiegel, no UOL.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Maré impiedosa de fome global atinge 1 bilhão

Um tsunami foi a imagem escolhida para descrever o golpe da crise dos alimentos do ano passado. A situação atual lembra mais o aumento lento e impiedoso de uma maré, gradualmente arrastando mais e mais pessoas para as fileiras dos desnutridos.

Quase despercebida por trás da crise econômica, uma combinação de crescimento mais baixo, aumento do desemprego e queda das remessas de dinheiro com preços persistentemente altos dos alimentos elevou o número dos cronicamente famintos pela primeira vez acima de 1 bilhão.

Notícia completa, do Financial Times, no UOL.

sábado, 9 de agosto de 2008

Etiópia pede ajuda internacional para deter crise de fome no país

A Etiópia anunciou hoje que aumentará o pedido de ajuda internacional, pela terceira vez neste ano, para combater a fome da população do país, causada pela seca e uma alta no preço dos alimentos, e criticou as nações doadores por não comprometer mais recursos.

"É obrigação da comunidade humanitária ver que as necessidades (das povoações afetadas) são satisfeitas", disse Simon Mechale, que lidera a Agência de Assistência aos Desastres da Etiópia.


Segundo ele, as agências e organizações internacionais de assistência humanitária não puderam entregar toda a ajuda que tinha sido estabelecida conjuntamente com as autoridades etíopes, que seguem tentando obter fundos dos doadores para poder alimentar 4,6 milhões de pessoas famintas.

Mais no G1.


segunda-feira, 30 de junho de 2008

Análise: O retorno de Malthus – o apocalipse está perto novamente?

Nos anos de 1970, as pessoas estavam à beira da inanição em muitos lugares ao redor do mundo. Os preços dos grãos estavam bastante altos, os estoques de arroz estavam em queda. Na Etiópia e no Camboja, as pessoas estavam realmente à beira da fome, e a revolta da opinião pública por falta de comida contribuiu para a queda do Imperador Haile Selassie e a vitória do Khmer Vermelho.

Agora, isso está acontecendo novamente. Revoltas por falta de comida incendeiam Bangladesh, o Egito e outros países africanos. No Haiti, isso custou o cargo do primeiro-ministro. Países produtores de arroz, como China, Índia e Indonésia, restringiram as exportações, e o arroz é transportado sob escolta armada.

E, de novo, Thomas Malthus, economista britânico e demógrafo da virada do século 18 para o 19, está sendo chamado para o serviço. Sua teoria básica era a de que as populações, que crescem em progressão geométrica, irão inexoravelmente superar o ritmo da produção de alimentos, que cresce em progressão aritmética. O resultado seria a fome. Esse pensamento foi fundamentado em cenários apocalípticos, tanto reais quanto imaginários, da Grande Fome Irlandesa, em 1845, à Explosão Populacional de 1968.

Esta análise continua no G1.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

“Crise mundial dos alimentos representa uma grande oportunidade para o Brasil”

ENTREVISTA - GUILHERME CASSEL

O debate sobre a necessidade de um novo padrão de desenvolvimento rural ocorre em um contexto de crise mundial do preço dos alimentos. Para o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, essa crise representa uma rara oportunidade para o país. A agricultura familiar e os assentamentos de reforma agrária podem ajudar o Brasil a dar um salto na produção de alimentos com qualidade, garantindo soberania e segurança alimentar à população.

Vejam mais na Agência Carta Maior.

domingo, 15 de junho de 2008

Análise: Incerteza política agrava crise alimentar no Haiti

A notícia de que o Parlamento do Haiti rejeitou novamente o primeiro-ministro apontado pelo presidente René Preval é mais um dos inúmeros obstáculos enfrentados pelo país na tentativa de resolver uma grave crise causada pela alta mundial do preço dos alimentos.

O Haiti está sem primeiro-ministro desde abril, quando Jacques-Edouard Alexis foi afastado pelo Senado depois de uma semana de protestos contra o alto preço da comida. Pelo menos seis pessoas morreram na ocasião.

A partir de então, agências de ajuda humanitária vêm alertando que o Haiti – que já é considerado o país mais pobre do Hemisfério Ocidental – está enfrentando uma crise alimentar gravíssima.

Texto completo na BBC Brasil.


terça-feira, 3 de junho de 2008

Crise alimentar não atingirá o Brasil, diz representante da FAO

José Graziano em foto de 2003
Graziano foi o responsável pela implementação do Fome Zero
O representante regional para a América Latina e o Caribe e subdiretor da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação), José Graziano da Silva, acredita que a crise mundial de alimentos não atingirá o Brasil e a maioria dos países latino-americanos.

Entrevista na BBC Brasil.com.

domingo, 1 de junho de 2008

Pedir fim do etanol do Brasil é irresponsável, diz relator da ONU

O novo relator especial da ONU para o Direito ao Alimento, Olivier De Schutter, disse em entrevista à BBC Brasil que pedir o fim do programa de álcool no Brasil seria "socialmente irresponsável".

"(O setor) provém empregos para pequenos produtores e para trabalhadores rurais, então eu acho que seria socialmente irresponsável pedir que esse programa seja terminado", disse Schutter.

O relator, porém, se diz preocupado com as condições de trabalho nas plantações de cana e diz que houve superestimação dos benefícios ecológicos do que prefere chamar de "agrocombustíveis".

Schutter também se distanciou de declarações e propostas de seu antecessor, Jean Ziegler, que deixou o cargo em abril e era considerado um dos principais opositores dos biocombustíves dentro da ONU.


O texto continua na BBC Brasil, inclusive com uma entrevista com o Sr. Shutter.