Nove anos depois, acusados continuam impunes. 28 de janeiro 2004.
Naquele dia, morreram a tiros os fiscais Eratóstenes de Almeida
Gonçalves, o Tote, de 42 anos, João Batista Soares Lage, 50, e Nelson
José da Silva, 52, além do motorista Aílton Pereira de Oliveira, 52.
A procuradora da República Mirian Moreira Lima, do Ministério Público
Federal em Minas Gerais, acredita que o julgamento da chamada chacina de
Unaí (noroeste de Minas Gerais) pode começar em fevereiro ou março, mas
o fato de nenhum dos nove denunciados ter sido intimado até agora
provoca, segundo ela, “angústia” no MPF. “Não há nenhuma pendência mais
no processo”, afirma. “A insatisfação do Ministério Público com a demora
é muito grande. Já houve n pedidos de julgamento imediato.” O caso
refere-se ao assassinato de quatro servidores do Ministério do Trabalho e
Emprego, durante uma fiscalização, na manhã de 28 de janeiro de 2004.
Há poucos dias, o MPF fez novo apelo para que o julgamento seja
realizado, enviando ofício à Corregedoria Nacional de Justiça.
Visto em KAOSENLARED.NET
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