sábado, 25 de julho de 2015

Os cabeças de planilha e as metas de superávit

Não há limites para o grau de irracionalidade do debate econômico brasileiro.
O governo reduziu a meta de superávit fiscal primário de 1,1% para 0,15% do PIB este ano. Foi uma decisão racional pelo relevante fato de que a queda da economia, acentuada pelo ajuste fiscal e pela política monetária, produziu uma queda de arrecadação muito maior do que os cortes fiscais empreendidos.
Não haveria forma racional de compensar a perda de receita com mais cortes, pois mais cortes produziriam mais recessão e mais perda de receita.

Confira no Blog do Luís Nassif

Um comentário:

zealfredo disse...

Metas de superávit.