segunda-feira, 2 de julho de 2012

Professores têm contrato rompido por não atenderem convocação


Cinquenta e sete professores do Regime Especial de Direito Administrativo (Reda) tiveram os contratos rompidos com o Governo do Estado da Bahia por não acatarem a convocação de retorno imediato às salas de aula, segundo informações da Secretaria de Administração do Estado (Saeb). O desligamento dos profissionais foi oficializado em divulgação no Diário Oficial do Estado de quinta-feira (28).
No mesmo dia, foi publicado no documento o afastamento de três professores efetivos, com punição aplicada a eles de processo admnistrativo por indisciplina, de acordo com a Saeb. Os três serão punidos por adotarem comportamentos inadequados, como vandalismo e amaeças, ao tentar impedir aulas para estudantes do 3º ano do ensino médio do Colégio Thales de Azevedo, no bairro do Costa Azul, em Salvador.

Confira no G1

2 comentários:

zealfredo disse...

Mais um trecho:

"Com tema central "conflitos contemporâneos", o primeiro "aulão" voltado para os jovens inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi iniciado na tarde de quarta-feira (27), na capital baiana, em meio aos protestos dos professores da rede estadual. Os estudantes chegaram à Escola Parque, no bairro Caixa D´Água, aos poucos. Uma hora após início da sessão inaugural, a Secretaria de Educação, por meio da assessoria de imprensa, somou 410 participantes, número inferior à capacidade total, que é 500. A expectativa era a de que a demanda fosse maior do que a quantidade que foi estabelecida conforme a estrutura.
Outros 12 bairros populosos da cidade também recebem os "aulões", uma das medidas do pacote de emergência definido pelo Governo da Bahia diante da greve, e que ocorrem ainda em outras onze cidades do estado, com foco no Enem. Os alunos devem se inscrever no no site da Secretaria. Serão realizados 384 "aulões", no total, ao custo de pouco mais de R$ 1,5 milhão, o que corresponde a R$ 4.145,00 por aula. Os professores regulares do estado fazem campanha por reajuste salarial e reclamam da falta de abertura para negociação por parte do governo. A ação ajudará a "minimizar prejuízos" a aproximadamente 22 mil jovens vestibulandos somente em Salvador.
Os professores grevistas que protestaram em frente à escola discordam da contratação, entre eles, Carles Henry, de geografia. "Estamos espantados porque o governo diz que não tem dinheiro e contrata essa empresa para realizar os aulões. Tem dinheiro para contratar, mas não tem para cumprir o acordo", relata.
A Secretaria de Educação, via nota, disse que contratou a empresa Abais Conteúdos Educativos e Produção Cultural Ltda devido à "capacidade técnica, pedagógica e de infraestrutura" da empresa. Questões da infraestrutura estão contempladas no orçamento, entre eles, sonorização, iluminação, palco, organização pedagógica e filmagem dos aulões para veiculação na internet. Por se tratar de emergência, não houve etapa de licitação na contratação, informou o órgão."

zealfredo disse...

Uma pena que o governador da Bahia se chame Jaques Wagner, e pertença ao PT.