sábado, 18 de abril de 2015

AJUDANDO QUEM?




Diante do caráter seletivo das investigações sobre corrupção no país, é difícil compreender a postura de parcelas do PT diante dos acusados da Lava Jato

Por Paulo Moreira Leite*

Há algo de muito estranho na postura de uma parcela de petistas diante da prisão do tesoureiro do PT João Vaccari Neto. No pior momento da história do Partido dos Trabalhadores, quando a legenda parece estar sendo conduzida calculadamente até a beira do abismo pela ofensiva do juiz Sérgio Moro, eles preferem tomar distância dos acusados, exigem que entreguem seus cargos no partido e só reapareçam depois que não houver um fiapo de dúvida a respeito de sua conduta. (...)
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2 comentários:

zealfredo disse...

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zealfredo disse...

Mais um trecho:

"Soube-se, na mesma data, que o deputado estadual Barros Munhoz (PSDB-SP) livrou-se de uma denúncia em que era acusado de formação de quadrilha e fraude em licitação. Isso só aconteceu porque ocorreu uma retenção — por três anos — da ação penal na qual poderia ser condenado. Passado este prazo, o parlamentar completou 70 anos e a denúncia prescreveu. Para a Folha de S. Paulo, que noticiou o benefício assegurado ao parlamentar, o desembargador Armando Sergio Prado de Toledo, que manteve a denúncia na gaveta, é “suspeito de haver retardado a sentença para beneficiar o parlamentar tucano.”"