quarta-feira, 26 de agosto de 2015

A lição da libertação de uma carioca acusada da morte de uma turista italiana


A farmacêutica Mirian França, negra, sem antecedentes criminais, presa arbitrariamente por longos 16 dias no início de 2015, sob acusação de ter assassinado Gaia Molinari, turista branca italiana, na praia de Jericoacoara, em Fortaleza, entrou com representação administrativa contra a delegada Patrícia Bezerra, responsável pelo caso. A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro acolheu o pedido.

Confira o texto de Cidinha Silva, no Diário do Centro do Mundo

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