sexta-feira, 28 de agosto de 2009

No mundo pós- 11 de Setembro, mercenários ganham licença para matar

Mata-se muito no mundo pós-11 de Setembro. A Al-Qaeda e os jihadistas matam e são mortos. Os norte-americanos e seus aliados matam e são mortos. Afegãos e iraquianos, mortos às dezenas de milhares nos últimos anos, são os principais a sofrer com esses confrontos. Mata-se com um kamikaze solitário ou um exército de 100 mil homens. Mata-se abertamente, e mata-se às escondidas.

(...)

Descobre-se que, nesta guerra, Washington deu uma licença para matar a homens que não são nem soldados, nem policiais, nem de nenhuma maneira agentes a serviço do Estado. A CIA autorizou, por contrato, uma sociedade de mercenários, a Blackwater USA, a matar jihadistas. Uma das questões levantadas é simples: quem tem o direito de matar em nome dos EUA?

Nada de muito novo no texto do Le Monde, republicado no UOL.

2 comentários:

José Elesbán disse...

Mas é bom lembrar.

Francisco Goulart disse...

O império está terceirizando os assassinatos...
É a lógica neoliberal.