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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Com 20 anos de PSDB em SP e vários alarmes, faz sentido Alckmin pedir água ao governo federal?

Alckmin abusa de uma espécie de bloqueio retórico-mental. Sua negação de uma série de fatos, porém, funciona como afirmação. Primeiro, insiste que não há racionamento. Depois, ao responder se a eleição atrasou uma tomada de atitude, falou que “o palanque acabou. Vamos trabalhar juntos para o benefício da população”.
Ou seja, enquanto o palanque estava montado, o interesse da população foi posto de lado. Por quê? Porque é assim que funciona.
É assombroso que em mais de duas décadas de continuidade do PSDB — alternância de poder, alguém? – no estado a questão da água tenha chegado a esse nível dramático. Esse é o choque de gestão?

Confira o texto completo no Diário do Centro do Mundo

segunda-feira, 27 de abril de 2009

"Carta de Porto Alegre" critica políticas de Serra, Aécio e Yeda

Seminário "Desmonte do Estado: o modelo tucano de governar", realizado na capital gaúcha, reuniu representantes das bancadas estaduais do PT no Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo, de sindicatos de servidores públicos e movimentos sociais. Documento aprovado no final do encontro critica a agenda do PSDB que trata o Estado como vilão e os servidores públicos como inimigos. "Choque de gestão" e "déficit zero" tornaram-se as palavras de ordem em detrimento dos servidores públicos e dos serviços públicos prestados à população. PORTO ALEGRE - As bancadas do Partido dos Trabalhadores dos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul, juntamente com representantes de sindicatos de servidores públicos e movimentos sociais dos três estados, reunidos no seminário “Desmonte do Estado: o modelo tucano de governar”, realizado nesta segunda-feira (27), em Porto Alegre, aprovaram no final do encontro um documento criticando a agenda do PSDB que trata o Estado como vilão e os servidores públicos como inimigos. A Carta de Porto Alegre afirma que “choque de gestão” e “déficit zero” tornaram-se as palavras de ordem em detrimento dos serviços e dos servidores públicos. O resultado imediato dessas políticas, diz ainda o documento, é a pauperização dos serviços públicos, permitindo o crescimento de seus parceiros privados, em todas as áreas, inclusive a segurança pública.

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