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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Código Florestal votado pelo Senado significa retrocesso de duas décadas

O Comitê em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, endereçou uma carta aos deputados e deputadas que foi distribuída na manhã do dia 13-12-2011, antes da reunião de líderes da Câmara dos Deputados.

Para o Comitê, "o texto votado pelo Senado significa retrocesso de duas décadas na política ambiental brasileira, pois mantém conteúdo injusto e contrário aos interesses da sociedade brasileira, legalizando grande parte das atividades agropecuárias irregularmente instaladas em áreas ambientalmente importantes e sem trazer novos mecanismos para evitar desmatamentos futuros".
Clique aqui para ler a íntegra da carta.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Jaime Sautchuk: O uso do Agente Laranja na Amazônia

Grande parte das 4 toneladas de agrotóxicos apreendidas pelo Ibama semana passada, na fronteira de Rondônia com o Amazonas, é do reagente 2,4D, que vinha sendo usado para desfolhar floresta, antes do desmate completo. Só que este é um dos dois principais componentes do Agente Laranja, que fez atrocidades no Vietnã, na década de 1960.

Por Jaime Sautchuk

Na ocupação do Vietnã, as Forças Armadas dos Estados Unidos encomendaram essa arma química das empresas Monsanto e Dow Chemical, ambas americanas. O nome que se popularizou vem dos galões de cor alaranjada em que o veneno era acondicionado para demarcar diferença, por causa de seu enorme poder letal.

Na guerra genocida, esse agente tinha dupla função. Uma, era desfolhar a floresta para desnudar bases da guerrilha vietnamita. A outra, ainda mais cruel, era arrasar as plantações agrícolas, especialmente de arroz, e assim privar o povo do seu principal componente alimentar.  



Vejam o texto completo no PORTAL VERMELHO

sábado, 19 de junho de 2010

Código Florestal: as contradições e as consequências do relatório de Aldo Rebelo

A proposta de mudanças no Código Florestal de Aldo Rebelo "é um retrocesso imenso na legislação florestal brasileira. Embora diga que beneficia os pequenos, anistia os grandes. Embora afirme que a lei é boa, a desfigura por completo. Embora fale sobre a importância das florestas, permite o aumento do desmatamento e o fim da recuperação". A opinião é de Raul Silva Telles do Valle a assessor jurídico da ONG Instituto Socioambiental (ISA) em artigo no sito do ISA, 17-06-2010.

Eis o artigo no Instituto Humanitas Unisinos.

sábado, 29 de agosto de 2009

Inpe diz que 20% de florestas desmatadas na Amazônia estão se recuperando

Brasília - O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou hoje (28) os primeiros dados sobre a regeneração de áreas de florestas desmatadas na Amazônia. O levantamento preliminar do Inpe feito para o Amapá, Pará e Mato Grosso mostra que, em média, 20% da floresta derrubada está conseguindo se recompor.

Para o cálculo da área em regeneração, o Inpe considerou as áreas em que a floresta conseguiu crescer o suficiente para que os satélites identificassem a cobertura vegetal. O levantamento utilizou as imagens de 2007. No Pará, dos 233.399 quilômetros quadrados (km²) derrubados, cerca de 50 mil km² estavam em processo de regeneração, 22% do total.

Vejam mais na Agência Brasil

terça-feira, 14 de julho de 2009

Jornal da Globo descobre Urucu

Por João Maria Fernandes

Essa eu juro que não entendi: o Jornal da Globo acaba de descobrir que alguns brasileiros estão enfiados no coração da Floresta Amazônica, isolados portanto da civilização, numa área chamada “Campo de Urucu”. Seus corajosos repórteres fizeram entrevistas com trabalhadores que ali se encontravam e se admiraram quando descobriram que a extração de óleo e gás praticamente não perturbou os ecossistemas em volta, a empresa responsável pela instalação principal (Uma planta de Processamento de petróleo e uma UPGN - Unidade de Processamento de Gás Natural) segue a risca os preceitos das leis ambientais em vigor no pais e inclusive se preocupou em manter isolada a área (sem estradas de acesso) para evitar a agressão do meio ambiente por terceiros (Extração clandestina de madeira, por exemplo).

(...)

Agora o mais sensacional: o Jornal da Globo não citou uma única vez o nome da empresa responsável pela operação do Campo de Urucu, parece que o nome PETROBRAS está no index de todos os repórteres e âncoras das Organizações Globo.

Vejam o texto completo no blog Oni Presente