terça-feira, 24 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
O lugar do Estado para a direita e a esquerda
Para a direita, o Estado atrapalharia a livre circulação de capital e, segundo ela, com isso, a expansão da economia. O Estado frearia a livre circulação de capitais com suas regulações, seus impostos, a proteção aos mercados internos, a propriedade estatal de empresas estratégicas.
Para alguns movimentos sociais e para s ONGS, o Estado expropriaria a possibilidade das pessoas de fazerem politica, estatizando-a. Ele teria um potencial inerentemente antidemocrático.
Vejam o texto completo no BLOG DO EMIR
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
O maiô de Dona Marisa, ou: quem são os verdadeiros jecas do Brasil?
Quem quer Estado apenas na medida em que este garante privilégios; quem tira os sapatos no aeroporto de Miami e entra na justiça para que o porteiro o chame de “doutor”; quem troca direitos por capacidade de consumo; quem sonega impostos e abomina as gambiarras e “gatos” das favelas; quem se queixa da falta de autoridade e do “jeitinho”, mas suborna o policial e espera que as legislações ambientais ou trabalhistas não se apliquem aos seus negócios; quem ainda se comporta como se estivesse com a caravela ancorada, sem nenhum interesse no país a não ser o lucro rápido para partir de novo, e então se queixa de um pais que não “vai para frente” – esses são os verdadeiros jecas do Brasil. O artigo é de Rodrigo Nunes.
Vejam o texto completo em CARTA MAIOR
segunda-feira, 1 de março de 2010
Editorial da Carta Maior
(Carta Maior; 01-02)
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Uma empresa assassina e a mídia conivente
[...]
"Já temos catalogados 50 casos de Vectras que se incendiaram ou explodiram no Brasil. Inclusive, com modelos novos 2008 e 2009. Porém, é muito mais barato para a empresa enfrentar os riscos de processos judicais isolados do que convocar um recall que livrasse os consumidores de acidentes trágicos como este”, diz. "Agora, iremos procurar o Ministério Público e buscar a realização do recall junto ao Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), órgão vinculado ao Ministério da Justiça."
Pergunta deste editor: - Que a mídia gorda não dê uma palavra sobre o assunto, entende-se, afinal funciona como a máfia, agora, depois de toda a trajetória de dirigente sindical d'O cara no terreiro dessas indústrias, será que é quando presidente do país que ele fará um governo pelego para as montadoras? Duvido. Mas tenho visto tanta coisa que me parecia impossível acontecer neste governo...
Leia a reportagem completa na Revista Fórum. E depois só cometa o suicídio num carro GM se quiser.
terça-feira, 2 de junho de 2009
Influências do neoliberalismo no Brasil, por Iole Ilíada*
*Painel apresentado durante o seminário Brasil na China, em maio.
O neoliberalismo, padrão de acumulação hegemônico no mundo durante as últimas décadas, parece estar com seus dias contados. A crise econômica que, a partir dos EUA, irradiou-se pelo mundo nos últimos meses de 2008, expôs mais uma vez as contradições do capitalismo, a incapacidade do mercado de se auto-regular e o papel do Estado na economia e na organização da sociedade.
Diante de uma crise de tais proporções, ainda não se sabe ao certo que ordem econômica e política emergirá, depois que seus efeitos mais imediatos forem enfrentados. Mas parece haver um certo consenso em torno da idéia de que mudanças mais profundas no sistema financeiro e econômico internacional serão incontornáveis.
(...)
A década de 1990 pode ser, assim, chamada de a “década neoliberal” no Brasil. E seus efeitos se fizeram sentir de forma profunda sobre a sociedade brasileira.Vejam o texto completo no Portal da Fundação Perseu Abramo
sábado, 2 de maio de 2009
O culto do Estado mínimo na hora do desastre
A economia implodiu, a indústria automobilística está em risco de ser vaporizada e mais da metade de todos os trabalhadores estadunidenses estão preocupados com a possibilidade de perder o emprego no próximo ano. E qual a resposta republicana? Construir uma parede de obstrução em frente aos esforços para fazer a economia se mover novamente, e daí ficar na frente dessa parede cantando bobagens sobre governo reduzido, taxas mais baixas, corte de gastos e Ronald Reagan.Isto não é um partido; é um culto.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
"Carta de Porto Alegre" critica políticas de Serra, Aécio e Yeda
Marco Aurélio Weissheimer
PORTO ALEGRE - As bancadas do Partido dos Trabalhadores dos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul, juntamente com representantes de sindicatos de servidores públicos e movimentos sociais dos três estados, reunidos no seminário “Desmonte do Estado: o modelo tucano de governar”, realizado nesta segunda-feira (27), em Porto Alegre, aprovaram no final do encontro um documento criticando a agenda do PSDB que trata o Estado como vilão e os servidores públicos como inimigos. A Carta de Porto Alegre afirma que “choque de gestão” e “déficit zero” tornaram-se as palavras de ordem em detrimento dos serviços e dos servidores públicos. O resultado imediato dessas políticas, diz ainda o documento, é a pauperização dos serviços públicos, permitindo o crescimento de seus parceiros privados, em todas as áreas, inclusive a segurança pública.Vejam muito mais Carta Maior
