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terça-feira, 20 de novembro de 2018

EEUU: 6 trilhões de dólares em conflitos bélicos em 19 anos (*)

Por Canarias Semanal


Um país que substitui a manteiga pelos canhões.

De acordo com uma informação publicada pelo  Instituto Watson de Assuntos Internacionais y Públicos da Universidade de Brown a soma total investida pelos Estados Unidos no que suas autoridades denominam “guerra contra o terror” é muito maior do que foi sugerido anteriormente.
Segundo Neta C. Crawford, a autora do estudo, o governo dos EE.UU estará disposto a gastar 6 trilhões de dólares nas guerras posteriores ao 11/9 até o encerramento do ano fiscal de 2019.
Em março passado, o Departamento de Defesa publicou um informe no qual se indicava que os Estados Unidos havia investido 1.5 trilhões em conflitos bélicos. No entanto, o informe da  Brown University assinala que esses valores foram uma estimativa muito conservadora, porque não se teve em conta o gasto em outros departamento federais. A nova estimativa não só inclui os gastos do  Departamento de Segurança Nacional (DHS), os aumentos do orçamento e os custos médicos para os veteranos, mas também os juros sobre o dinheiro emprestado para pagar as guerras.
O montante total do gasto assinado desde 2001 será de $ 4,6 trilhões para fins de 2019. O informe estima que o governo estará obrigado a gastar em torno de $ 1 trilhão para a atenção futura dos veteranos pós 9/11 até 2059. A soma total ascenderia ao incrível valor de $ 5,993 quatrilhões ('la increíble suma de $ 5.993 trillones').
O estudo adverte que se continuar o grande número de guerras e intervenções dos EE. UU. durante outros quatro anos custaria 808 bilhões de dólares adicionais. Inclusive se os Estados Unidos pararem essas ações para o ano 2023, os custos acumulados provavelmente excederiam os 6,7 trilhões de dólares estimados devido a que os veteranos continuarão multiplicando-se, enquanto os Estados Unidos continuem suas operações militares.

(*) Nota da tradução:  'No Brasil, na França e nos Estados Unidos o bilhão equivale a mil milhões, diferentemente do valor de um milhão de milhões atribuído à palavra billón na Espanha, em Portugal e outros países.' ( http://www.wordreference.com/espt/bill%C3%B3n )

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Ex-militar denuncia apoio da Turquia a grupos armados sírios

Damasco, 31 out (Prensa Latina)  O Governo do premiê turco, Recep Tayyib Erdogan, oferece apoio com armas e dinheiro aos grupos armados para se infiltrarem na Síria e perpetrar massacres contra seu povo, denunciou hoje um desertor desses grupos. O tenente Hussein Khalifa, um dos oficiais que desertou de seu posto no Ministério do Interior e depois regressou ao país, declarou à televisão local que voltou à sua pátria porque se sentia culpado e envergonhado de sua atitude.

Indicou que trabalhava na região de Al-Thawra e que ali descobriu que o general de brigada Adib al-Shalaf, diretor da instituição em Al-Thawara conspirava com os terroristas para fugir do país pela Turquia.

O militar assinalou que, residindo a uns 20 quilômetros de Antioquia (Antakya), entendeu que os grupos armados acreditam nos takfiris (extremistas islâmicos) e dependem de fatwas que provem dos países do Golfo.

Os sírios nos acampamentos turcos sofrem de humilhação, vergonha, e, agregou, são tratados de maneira desumana.

Khalifa propôs, também, que as pressões psicológicas e as guerras de rumores são uma prática nas zonas turcas contra os oficiais desertores sírios para os assustar e evitar que voltem ao país. 

Visto em PRENSA LATINA   
  

domingo, 29 de julho de 2012

A falácia da intervenção “humanitária” na Síria

A questão internacional central, e também o principal embate da encruzilhada síria, está na perigosa articulação do conceito de “intervenção humanitária”. O intelectual e escritor belga Jean Bricmont, em recente fala na Unesco, chama a atenção para o que rotulou de “noção falaciosa de guerra humanitária”, e denuncia um condicionamento ideológico proveniente das mídias, que segundo ele visam a tornar uma intervenção militar na Síria aceitável aos olhos da opinião pública mundial. O artigo é de Larissa Ramina.

A Síria enfrenta, há mais de um ano, uma onda de contestações em relação ao regime de Bashar Al Assad. No último mês de abril, foi decretado um cessar-fogo conforme o plano de paz elaborado pelo emissário especial da ONU e da Liga Árabe, e ex-Secretário-Geral das Nações Unidas Kofi Annan. Mais de 300 observadores da ONU foram enviados ao país, mas as hostilidades perduram. No momento, apenas a metade desse número permanece, em razão da absoluta falta de segurança.  

Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Confrontos na Líbia

24 de Fevereiro de 2012
Na Líbia, pelo menos 113 pessoas da tribo Toubu e outras 23 da tribo Zwai foram mortas em Kufra, desde que os combates começaram na cidade a 12 de Fevereiro. Segundo declararou o chefe Issa Abdelmajid por telefone à agência AFP, a cidade está cercada há mais de uma semana. (Uruknet)
 
 
Vejam em TRIBUNALIRAQUE

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Paul Craig Roberts: "A guerra contra o Irã poderia acabar com a vida na Terra"

Um ex-funcionário ianque advertiu que seu país quer responsabilizar Israel pela possível guerra de Washington contra o Irã que poderia acabar com a vida na Terra.
As advertencias dos EEUU a Israel de não atacar o Irã é para evitar a responsabilidade pela guerra que Washington já preparou, escreveu o ex-assistente do Secretário do tesouro, Paul Craig Roberts, num artigo no Global Research.


“Se a guerra sair do controle, e se a Rússia e a China intervirem ou armas nucleares começarem a voar, Washington quer responsabilizar Israel e este parece estar disposto a aceitar a culpa”, disse Craig Roberts. Na semana passada, The Wall Street Journal disse que os EEUU pediram garantias privadamente a líderes israelenses de que não agirão militarmente contra o Irã.

Vejam em CUBADEBATE ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ORION

sábado, 9 de abril de 2011

A OTAN assegura que não há solução militar para a crise da Líbia

O secretário geral da OTAN, Anders Fogh Rasmussen, tem destacado que "não há solução militar" ao conflito na Líbia, que necessita "uma solução política". Rasmussen fez estas declaraões em uma entrevista para o semanário alemão Der Spiegel, que será publicado na segunda-feira.

"Pode-se ganhar a guerra sem o envio de tropas de terra?", pergunta o jornalista a Rasmussen, que contesta assim: "A resposta honesta a esta pergunta é que não há solução militar r para este conflito. Necessitamos uma solução política, e o povo líbio deve trabalhar nesta direção. "Sem dúvida," acrescenta Rasmussen, "na última instância será a ONU quem deverá ajudar a Líbia a encontrar uma solução política para esta crise".


Vejam mais detalhes em EL PAÍS.COM

quinta-feira, 24 de março de 2011

Milhares de líbios se somam à "marcha verde" desde a cidade de Trípoli até Benghazi


TeleSUR / RNV – A “marcha verde” que protagoniza o povo líbio começou nesta quinta-feira na cidade de Trípoli, capital da Líbia, até a localidade de Benghazi, segunda cidade mais importante do país e bastião dos rebeldes, com o objetivo de dirimir as diferenças com os insurgentes, acabar com o conflito bélico e evitar uma invasão militar estrangeira.

O enviado especial de Telesur a Trípoli, Jordán Rodríguez, relatou que a marcha já partiu e percorrerá aproximadamente uns mil e 200 kilometros até Benghazi.

Vejam mais detalhes em CONTRAINJERENCIA (América Latina em luta contra a intervenção estrangeira)

sábado, 27 de novembro de 2010

China advertiu aos EE.UU. e Coréia do Norte lançou novas ameaças

O Ministério de Assuntos Exteriores chinês manifestou que se opõe " a qualquer operação militar sem permissão em sua zona econômica exclusiva", em resposta aos planos dos Estados Unidos e Coréia do Sul de levar a cabo manobras navais conjuntas em águas do Mar Amarelo. A Coréia do Norte, por sua vez, assegurou que está preparada para "aniquilar" a seu vizinho se sua soberania for violada durante esses exercicios militares e insistiu que responderá "sem piedade a qualquer provocação".

Vejam mais detalhes em PÁGINA/12

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

[Fotos] Após o incidente entre as duas Coréias

O que nos ocupa é o tema de denúncia do imperialismo e da defesa da dignidade e soberania dos povos.

Todas as agencias de informação do mundo inteiro tem se apressado a informar do bombardeio por parte do exército da República Popular Democrática da Coréia da ilha de Yeonpyeong, na qual, efetivamente, há cidadãos sul-coreanos feridos, muitos danos e vários soldados mortos. É um ataque sem dúvida que se pode qualificar de gravíssimo e que põe em sérios apuros a frágil paz da zona.

Também as agencias de informação do mundo estão encarregando desde já a culpar a RDP da Coréia do ataque e das possíveis consequências que este pode ter. Desde já os líderes da zona estão apressados pedindo calma e fazendo chamamentos ao fim das hostilidades. Os Estados Unidos tem milhares de soldados ao sul da Coréia e no caso de conflito bélico Estados Unidos seria parte diretamente implicada no mesmo.

Vejam mais detalhes (e fotos) em LA HAINE.ORG

segunda-feira, 26 de julho de 2010

O imperialismo planeja novas guerras

O aprofundamento da crise estrutural do capitalismo e as consequências econômicas e políticas da decadência relativa dos EUA e dos países imperialistas da Europa, estão gerando novos conflitos potenciais em uma situação internacional de transição. A história nos diz que essas situações podem redundar em mais instabilidades, tensões e conflitos armados. E existem planos de guerra dos EUA e da OTAN para vários continentes.

Por Ricardo Alemão Abreu


O imperialismo não está disposto a ceder poder sem opor resistência. Um exemplo recente é o que acontecido depois do Acordo Brasil-Irã-Turquia. O acordo diplomático foi uma vitória das forças defensoras da paz, da soberania e da autodeterminação dos povos, e desmascarou as reais intenções do imperialismo dos EUA e seus aliados europeus, que não estão interessados na paz, mas em limitar o desenvolvimento tecnológico de outras nações para assegurar o seu monopólio da energia nuclear, mesmo para fins pacíficos; e ainda promover a subordinação dos países a uma ordem internacional baseada na opressão e na guerra imperialista.



Vejam o texto completo em PRAVDA.RU

terça-feira, 27 de abril de 2010

Violência sexual contra as mulheres continua sendo arma de guerra

Adital -
A violência sexual contra as mulheres continua sendo transformada em arma de guerra. Foi esta uma das constatações do Alerta 2010! Relatório sobre conflitos, direitos humanos e construção da paz. O documento, elaborado anualmente pela Escola de Cultura de Pau da Universidade Autônoma de Barcelona, analisa a situação mundial no que diz respeito aos conflitos armados e às oportunidades de paz.

Em sua nona edição o Alerta! Analisou os 31 conflitos armados que aconteceram durante o ano de 2009. Grande parte ocorreu na Ásia (14), seguido pela África (10). O ano terminou com 29 conflitos armados ainda em andamento; 12 conflitos se intensificaram durante o ano e oito mostraram uma redução nas hostilidades. Segundo o relatório, os demais não mudaram em nada.

Vejam o texto completo em ADITAL

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Rede de informantes seria entrada de jovens no conflito armado

Adital -
Ao que tudo indica, o conflito armado na Colômbia terá novos atores: os jovens estudantes. Como se não bastassem crianças recrutadas para fins militares, agora, serão os estudantes o objetivo militar dos grupos armados. Isso é o que denuncia o "Tribunal Internacional sobre a Infância afetada pela Guerra e pela Pobreza" da Missão Diplomatique Internationale Humanitaire Rwanda 1994.
(...)
Manifestação

Contrários ao uso de estudantes e jovens como informantes do conflito armado, associações estudantis realizam, hoje (29), uma manifestação em Bogotá, na Colômbia. O objetivo da mobilização é denunciar e repudiar a proposta de utilizar estudantes como informantes do Estado, anunciada na última quarta-feira (27) pelo presidente colombiano Álvaro Uribe.

A ideia do mandatário é reunir cerca de 1.000 estudantes - que receberiam US$ 50 por mês - para fornecer informações que sirvam de guia para a captura de grupos irregulares. Para Uribe, a justificativa de tal rede é para ajudar na redução da violência na Colômbia. No entanto, segundo os manifestantes, tal proposta servirá apenas para vincular os jovens ao conflito armado, sem tomar conhecimento das verdadeiras problemáticas sociais do país.


Vejam mais em ADITAL

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Rusia califica de provocadoras las afirmaciones sobre posible confrontación en el Ártico

Moscú, 22 de octubre, RIA Novosti. El Ministerio de Asuntos Exteriores de Rusia califica de infundadas y provocadoras las afirmaciones de que pueden surgir conflictos armados en el Ártico, declaró hoy en rueda de prensa en RIA Novosti el embajador ruso para misiones especiales y miembro del Comité para Asuntos Árticos, Antón Vasíliev.


Vejam mais na Ria Novosti

domingo, 19 de outubro de 2008

Tropas del Interior de Osetia del Sur responderán con fuego si son atacadas desde Georgia


Moscú, 18 de octubre, RIA Novosti. Las tropas del Interior de Osetia del Sur recibieron la orden de responder con fuego si son atacadas desde posiciones georgianas, comunicó hoy el ministro interino del Interior de Osetia del Sur, Mijail Mindzáev.

Todos los puestos de las tropas del Interior recibieron la orden de abrir fuego en respuesta a los ataques desde Georgia -informó-. Nos vemos obligados a hacerlo porque siguen muriendo nuestros combatientes".

"Georgia no deja de montar provocaciones contra Osetia del Sur obligándola a realizar acciones de respuesta", señaló.

También comentó que resulta "incomprensible" la actitud de los observadores internacionales que vigilan la zona de seguridad.

"Según los acuerdos alcanzados, en esa zona no puede haber militares y Georgia, de este modo, viola los acuerdos mientras que los observadores hacen la vista gorda", dijo Mindzáev.


Vejam na RIA Novosti

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Tropas da Tailândia e Camboja se enfrentam na fronteira

Bangcoc, 15 out (Prensa Latina) Um choque armado hoje entre as forças da Tailândia e do Camboja elevou a preocupação da região, em expectativa também pelo devir de uma crise interna tai e sua eventual repercussão no Sudeste Asiático.

O fato agrava a agitação política tailandesa, marcada por um forte componente nacionalista prevalecente na oposição, que pressiona o reclamo da zona fronteiriça do templo de Preah Vihear, em disputa há décadas entre as duas nações vizinhas.

O santuário khmer do século 11 ficou sob soberania cambojana desde 1962 por sentença da Corte Internacional de Haia, a qual Tailândia reconheceu em um acordo no qual deveria se retratar por essas pressões depois de sua declaração pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade, em julho último.

Fontes oficiais de ambos os lados disseram, no entanto, que o confronto chegou a uma pausa e se negociava um cessar fogo.

No momento, Bangcoc ordenou responder a qualquer ataque, segundo declarou o chefe do exército, general Anupong Paochinda. Um porta-voz militar da Tailândia disse que morreu um soldado cambojano e quatro tais foram feridos.


Vejam mais na Prensa-Agencia Informativa Latinoamericana S.A.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

EUA atiçam a guerra na Geórgia. E perdem.

Na noite do dia 7 de agosto, véspera da abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim, Mikheil Saakashvili, presidente da Geórgia, embarcou numa provocação atacando a Ossétia do Sul - região autônoma de maioria russa, vizinha da Federação Russa - e ocupando sua capital, Tskhinvali.


A previsível reação russa veio logo. Em poucas horas, tropas terrestres apoiadas pela marinha e a força aérea russas atravessaram a fronteira e sustaram o ataque, numa vitória localizada incontestável da Federação Russa contra um conjunto de ações de caráter estratégico organizado pelos EUA e apoiado pela OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), que reconheceu a aspiração da Geórgia de participar da aliança militar liderada pelos Estados Unidos, contra a opinião da Alemanha e a oposição aberta da Rússia. Na seqüência, no dia 15 de julho, a secretária de Estado americana, Condollezza Rice inaugurou uma operação conjunta denominada ''Resposta Imediata 2008'', exercício militar conjunto
do exército norte-americano com tropas da Geórgia, Ucrânia, Armênia e Azerbaijão.


Veja o editorial completo do Vermelho neste endereço.