terça-feira, 20 de novembro de 2018
EEUU: 6 trilhões de dólares em conflitos bélicos em 19 anos (*)
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Ex-militar denuncia apoio da Turquia a grupos armados sírios
| Damasco, 31 out (Prensa Latina) O Governo do premiê turco, Recep
Tayyib Erdogan, oferece apoio com armas e dinheiro aos grupos armados
para se infiltrarem na Síria e perpetrar massacres contra seu povo,
denunciou hoje um desertor desses grupos.
O tenente Hussein Khalifa, um dos oficiais que desertou de seu posto no
Ministério do Interior e depois regressou ao país, declarou à televisão
local que voltou à sua pátria porque se sentia culpado e envergonhado
de sua atitude. Indicou que trabalhava na região de Al-Thawra e que ali descobriu que o general de brigada Adib al-Shalaf, diretor da instituição em Al-Thawara conspirava com os terroristas para fugir do país pela Turquia. O militar assinalou que, residindo a uns 20 quilômetros de Antioquia (Antakya), entendeu que os grupos armados acreditam nos takfiris (extremistas islâmicos) e dependem de fatwas que provem dos países do Golfo. Os sírios nos acampamentos turcos sofrem de humilhação, vergonha, e, agregou, são tratados de maneira desumana. Khalifa propôs, também, que as pressões psicológicas e as guerras de rumores são uma prática nas zonas turcas contra os oficiais desertores sírios para os assustar e evitar que voltem ao país. | |||||||
| Visto em PRENSA LATINA | |||||||
domingo, 29 de julho de 2012
A falácia da intervenção “humanitária” na Síria
A questão internacional central, e também o principal embate da
encruzilhada síria, está na perigosa articulação do conceito de
“intervenção humanitária”. O intelectual e escritor belga Jean Bricmont,
em recente fala na Unesco, chama a atenção para o que rotulou de “noção
falaciosa de guerra humanitária”, e denuncia um condicionamento
ideológico proveniente das mídias, que segundo ele visam a tornar uma
intervenção militar na Síria aceitável aos olhos da opinião pública
mundial. O artigo é de Larissa Ramina.
Vejam o texto completo em CARTA MAIOR
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Confrontos na Líbia
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Paul Craig Roberts: "A guerra contra o Irã poderia acabar com a vida na Terra"
“Se a guerra sair do controle, e se a Rússia e a China intervirem ou armas nucleares começarem a voar, Washington quer responsabilizar Israel e este parece estar disposto a aceitar a culpa”, disse Craig Roberts. Na semana passada, The Wall Street Journal disse que os EEUU pediram garantias privadamente a líderes israelenses de que não agirão militarmente contra o Irã.
Vejam em CUBADEBATE ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ORION
sábado, 9 de abril de 2011
A OTAN assegura que não há solução militar para a crise da Líbia
"Pode-se ganhar a guerra sem o envio de tropas de terra?", pergunta o jornalista a Rasmussen, que contesta assim: "A resposta honesta a esta pergunta é que não há solução militar r para este conflito. Necessitamos uma solução política, e o povo líbio deve trabalhar nesta direção. "Sem dúvida," acrescenta Rasmussen, "na última instância será a ONU quem deverá ajudar a Líbia a encontrar uma solução política para esta crise".
Vejam mais detalhes em EL PAÍS.COM
quinta-feira, 24 de março de 2011
Milhares de líbios se somam à "marcha verde" desde a cidade de Trípoli até Benghazi

TeleSUR / RNV – A “marcha verde” que protagoniza o povo líbio começou nesta quinta-feira na cidade de Trípoli, capital da Líbia, até a localidade de Benghazi, segunda cidade mais importante do país e bastião dos rebeldes, com o objetivo de dirimir as diferenças com os insurgentes, acabar com o conflito bélico e evitar uma invasão militar estrangeira.
O enviado especial de Telesur a Trípoli, Jordán Rodríguez, relatou que a marcha já partiu e percorrerá aproximadamente uns mil e 200 kilometros até Benghazi.
Vejam mais detalhes em CONTRAINJERENCIA (América Latina em luta contra a intervenção estrangeira)
sábado, 27 de novembro de 2010
China advertiu aos EE.UU. e Coréia do Norte lançou novas ameaças
O Ministério de Assuntos Exteriores chinês manifestou que se opõe " a qualquer operação militar sem permissão em sua zona econômica exclusiva", em resposta aos planos dos Estados Unidos e Coréia do Sul de levar a cabo manobras navais conjuntas em águas do Mar Amarelo. A Coréia do Norte, por sua vez, assegurou que está preparada para "aniquilar" a seu vizinho se sua soberania for violada durante esses exercicios militares e insistiu que responderá "sem piedade a qualquer provocação".
Vejam mais detalhes em PÁGINA/12
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
[Fotos] Após o incidente entre as duas Coréias
O que nos ocupa é o tema de denúncia do imperialismo e da defesa da dignidade e soberania dos povos. Todas as agencias de informação do mundo inteiro tem se apressado a informar do bombardeio por parte do exército da República Popular Democrática da Coréia da ilha de Yeonpyeong, na qual, efetivamente, há cidadãos sul-coreanos feridos, muitos danos e vários soldados mortos. É um ataque sem dúvida que se pode qualificar de gravíssimo e que põe em sérios apuros a frágil paz da zona.
Também as agencias de informação do mundo estão encarregando desde já a culpar a RDP da Coréia do ataque e das possíveis consequências que este pode ter. Desde já os líderes da zona estão apressados pedindo calma e fazendo chamamentos ao fim das hostilidades. Os Estados Unidos tem milhares de soldados ao sul da Coréia e no caso de conflito bélico Estados Unidos seria parte diretamente implicada no mesmo.
Vejam mais detalhes (e fotos) em LA HAINE.ORG
segunda-feira, 26 de julho de 2010
O imperialismo planeja novas guerras
Por Ricardo Alemão Abreu
O imperialismo não está disposto a ceder poder sem opor resistência. Um exemplo recente é o que acontecido depois do Acordo Brasil-Irã-Turquia. O acordo diplomático foi uma vitória das forças defensoras da paz, da soberania e da autodeterminação dos povos, e desmascarou as reais intenções do imperialismo dos EUA e seus aliados europeus, que não estão interessados na paz, mas em limitar o desenvolvimento tecnológico de outras nações para assegurar o seu monopólio da energia nuclear, mesmo para fins pacíficos; e ainda promover a subordinação dos países a uma ordem internacional baseada na opressão e na guerra imperialista.
Vejam o texto completo em PRAVDA.RU
terça-feira, 27 de abril de 2010
Violência sexual contra as mulheres continua sendo arma de guerra
Em sua nona edição o Alerta! Analisou os 31 conflitos armados que aconteceram durante o ano de 2009. Grande parte ocorreu na Ásia (14), seguido pela África (10). O ano terminou com 29 conflitos armados ainda em andamento; 12 conflitos se intensificaram durante o ano e oito mostraram uma redução nas hostilidades. Segundo o relatório, os demais não mudaram em nada.
Vejam o texto completo em ADITAL
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Rede de informantes seria entrada de jovens no conflito armado
Ao que tudo indica, o conflito armado na Colômbia terá novos atores: os jovens estudantes. Como se não bastassem crianças recrutadas para fins militares, agora, serão os estudantes o objetivo militar dos grupos armados. Isso é o que denuncia o "Tribunal Internacional sobre a Infância afetada pela Guerra e pela Pobreza" da Missão Diplomatique Internationale Humanitaire Rwanda 1994.
(...)
Manifestação
Contrários ao uso de estudantes e jovens como informantes do conflito armado, associações estudantis realizam, hoje (29), uma manifestação em Bogotá, na Colômbia. O objetivo da mobilização é denunciar e repudiar a proposta de utilizar estudantes como informantes do Estado, anunciada na última quarta-feira (27) pelo presidente colombiano Álvaro Uribe.
A ideia do mandatário é reunir cerca de 1.000 estudantes - que receberiam US$ 50 por mês - para fornecer informações que sirvam de guia para a captura de grupos irregulares. Para Uribe, a justificativa de tal rede é para ajudar na redução da violência na Colômbia. No entanto, segundo os manifestantes, tal proposta servirá apenas para vincular os jovens ao conflito armado, sem tomar conhecimento das verdadeiras problemáticas sociais do país.
Vejam mais em ADITAL
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Rusia califica de provocadoras las afirmaciones sobre posible confrontación en el Ártico
Moscú, 22 de octubre, RIA Novosti. El Ministerio de Asuntos Exteriores de Rusia califica de infundadas y provocadoras las afirmaciones de que pueden surgir conflictos armados en el Ártico, declaró hoy en rueda de prensa en RIA Novosti el embajador ruso para misiones especiales y miembro del Comité para Asuntos Árticos, Antón Vasíliev. Vejam mais na Ria Novosti
domingo, 19 de outubro de 2008
Tropas del Interior de Osetia del Sur responderán con fuego si son atacadas desde Georgia

Moscú, 18 de octubre, RIA Novosti. Las tropas del Interior de Osetia del Sur recibieron la orden de responder con fuego si son atacadas desde posiciones georgianas, comunicó hoy el ministro interino del Interior de Osetia del Sur, Mijail Mindzáev.
Todos los puestos de las tropas del Interior recibieron la orden de abrir fuego en respuesta a los ataques desde Georgia -informó-. Nos vemos obligados a hacerlo porque siguen muriendo nuestros combatientes".
"Georgia no deja de montar provocaciones contra Osetia del Sur obligándola a realizar acciones de respuesta", señaló.
También comentó que resulta "incomprensible" la actitud de los observadores internacionales que vigilan la zona de seguridad.
"Según los acuerdos alcanzados, en esa zona no puede haber militares y Georgia, de este modo, viola los acuerdos mientras que los observadores hacen la vista gorda", dijo Mindzáev.
Vejam na RIA Novosti
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Tropas da Tailândia e Camboja se enfrentam na fronteira
O fato agrava a agitação política tailandesa, marcada por um forte componente nacionalista prevalecente na oposição, que pressiona o reclamo da zona fronteiriça do templo de Preah Vihear, em disputa há décadas entre as duas nações vizinhas.
O santuário khmer do século 11 ficou sob soberania cambojana desde 1962 por sentença da Corte Internacional de Haia, a qual Tailândia reconheceu em um acordo no qual deveria se retratar por essas pressões depois de sua declaração pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade, em julho último.
Fontes oficiais de ambos os lados disseram, no entanto, que o confronto chegou a uma pausa e se negociava um cessar fogo.
No momento, Bangcoc ordenou responder a qualquer ataque, segundo declarou o chefe do exército, general Anupong Paochinda. Um porta-voz militar da Tailândia disse que morreu um soldado cambojano e quatro tais foram feridos.
Vejam mais na Prensa-Agencia Informativa Latinoamericana S.A.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
EUA atiçam a guerra na Geórgia. E perdem.
Na noite do dia 7 de agosto, véspera da abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim, Mikheil Saakashvili, presidente da Geórgia, embarcou numa provocação atacando a Ossétia do Sul - região autônoma de maioria russa, vizinha da Federação Russa - e ocupando sua capital, Tskhinvali.
A previsível reação russa veio logo. Em poucas horas, tropas terrestres apoiadas pela marinha e a força aérea russas atravessaram a fronteira e sustaram o ataque, numa vitória localizada incontestável da Federação Russa contra um conjunto de ações de caráter estratégico organizado pelos EUA e apoiado pela OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), que reconheceu a aspiração da Geórgia de participar da aliança militar liderada pelos Estados Unidos, contra a opinião da Alemanha e a oposição aberta da Rússia. Na seqüência, no dia 15 de julho, a secretária de Estado americana, Condollezza Rice inaugurou uma operação conjunta denominada ''Resposta Imediata 2008'', exercício militar conjunto do exército norte-americano com tropas da Geórgia, Ucrânia, Armênia e Azerbaijão.
Veja o editorial completo do Vermelho neste endereço.
