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sábado, 24 de março de 2012

Acampamento 'ensina racismo' na África do Sul

O documentário "Afrikaner Blood" (Sangue Africâner, em português), das holandesas Elles van Gelder e Ilvy Njiokiktjien, ganhou o primeiro prêmio do concurso World Press Photo 2012 na categoria multimídia. O vídeo mostra adolescentes sul-africanos brancos que vão para um acampamento de verão organizado por um grupo racista de extrema-direita.

De acordo com as produtoras do documentário, o grupo Kommandokorps está ensinando garotos africâneres a "evitar a visão de Nelson Mandela de uma nação arco-íris multicultural".




Continue lendo a notícia da BBC, disponível no UOL

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

NEM O APARTHEID DERROTARIA DILMA


Mesmo que o Nordeste - onde Dilma teve 10.717.434 de votos a mais do que Serra - fosse excluído do acesso às urnas, como acalentam o elitismo preconceituoso e a extrema direita política, ainda assim a petista venceria o tucano por um saldo de 1,3 milhão de votos, ou 0,9%.

(Carta Maior, com Valor; 02-11)

segunda-feira, 24 de maio de 2010

The Guardian prova: Israel tem a bomba. E as sanções?


O jornal inglês The Guardian acaba de publicar, em sua edição eletrônica, um documento(veja ao lado)que prova que Israel não apenas tem ogivas nucleares desde os anos 70 como tentou vender algumas delas ao governo racista da África do Sul, nos tempos do apartheid, quando aquele país sofria as pressões de toda a comunidade internacional.

Leitura completa no blog Tijolaço.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Responsabilizar as multinacionais pelos crimes do Apartheid

Uma acção destinada a tornar-se um marco histórico está a decorrer num Tribunal Federal de Nova York. As vítimas do apartheid na África do Sul apresentam queixa contra as corporações que, dizem, ajudaram o regime pré-1994. Entre as empresas multinacionais encontram-se a IBM, a Fujitsu, a Ford, a GM e os gigantes da banca UBS e Barclays. A acção judicial acusa as corporações de "participação por conhecimento em e/ou cumplicidade com os crimes do apartheid; de execuções extrajudiciais; de tortura, prolongada detenção ilegal e tratamento cruel, desumano e degradante. O pedido de indemnização por danos, apresentado pelos advogados, ascende a 400 mil milhões de dólares.


Vejam o texto completo em ESQUERDA.NET

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Justiça de Israel manda abrir estrada a carros palestinos

Palestinos e ativistas dos direitos humanos a chamavam de "estrada do apartheid". Para muitos motoristas israelenses, é simplesmente uma estrada segura, dando acesso a Jerusalém sem cruzar com palestinos.

A Suprema Corte de Israel decidiu na terça-feira que a Rodovia 443, que corta a Cisjordânia ocupada e liga Jerusalém a Tel Aviv, deve ser aberta aos veículos palestinos, revertendo uma proibição imposta em 2002 por militares depois de ataques contra carros israelenses.

A Justiça deu ao Exército cinco meses para formular um novo esquema de segurança na estrada de quatro pistas. Até lá, a proibição ao trânsito de palestinos continua em vigor.

A notícia da Reuters está disponível no UOL .