Mostrando postagens com marcador paraísos fiscais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador paraísos fiscais. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 16 de julho de 2015

“Nunca vi uma vergonha tamanha na história do Congresso”, diz Randolfe

Embora tenham sidos aprovados diversos requerimentos para a quebra de sigilos bancários de empresários poderosos, a CPI do HSBC resolveu voltar atrás. Isso despertou a fúria do vice-presidente da comissão, Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), que diz estar avaliando seu futuro na CPI e a própria existência do grupo. Mesmo depois de o Supremo Tribunal Federal ter dado sinal verde para as quebras, os senadores resolveram não fazê-lo.
“O que aconteceu foi o sepultamento de uma CPI da forma mais escandalosa que poderia ser vista”, diz Randolfe. “Só pode ser isso, num jogo de compadres reveem a quebra de sigilo anterior. Ou seja, não querem investigar, querem o sepultamento da comissão”, critica ele. “Nunca vi uma vergonha tamanha na história do Congresso Nacional”, acrescentou o senador.

Confira no IG (via DCM). 

quarta-feira, 24 de julho de 2013

País gasta com juros 13 vezes o custo do programa ‘Mais Médicos’

Em tese, a política fiscal seria o espaço da solidariedade no capitalismo.

Caberia a ela transferir recursos dos mais ricos para os fundos públicos, destinados a contemplar os mais pobres e o bem comum.

A sonegação praticada pela Globo (R$ 615 milhões) e aquela que teria sido cometida pelo presidente do STF, (Joaquim Barbosa, noticia-se, teria adquirido apartamento de R$ 1 milhão, declarando gasto de R$ 10 reais), são pequenas ilustrações da afronta a esse princípio, facilitadas, no caso, pelo acesso (legal?) a operações em paraísos fiscais

Palavras como ética, transparência, republicanismo, justiça, interesse público soam constrangedoras quando a contraface do emissor é a sonegação.  

Vejam mais em CARTA MAIOR

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Investidores de 14 países perdem isenção de IR

O investidor estrangeiro residente na Suíça perdeu a isenção do Imposto de Renda (IR) incidente sobre rendimentos em operações nos mercados financeiros e de capitais do Brasil e passa a ser tributado entre 15% e 22,5%. A mudança foi anunciada pela Receita Federal e é válida também para aplicadores domiciliados em outros 13 países que passaram a integrar a nova lista de paraísos fiscais. A cobrança do tributo será retroativa a 7 de junho deste ano.

Leia AQUI.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Lula defenderá no G20 a extinção de paraísos fiscais--porta-voz

BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defenderá na reunião do G20 a extinção dos paraísos fiscais, informou na segunda-feira o porta-voz da Presidência da República, Marcelo Baumbach.

O encontro, marcado para quinta-feira em Londres, servirá para os principais países desenvolvidos e em desenvolvimento debaterem formas para combater os efeitos da crise financeira global.

"O presidente acredita que os paraísos fiscais são uma maneira de escapar à regulação do sistema financeiro internacional, e portanto eles deveriam ser eliminados", destacou Baumbach.

Vejam mais na REUTERS BRASIL

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Paraísos fiscais, até quando?

Os paraísos fiscais subsistem como expressão e baluarte dos negócios ocultos, do dinheiro sujo e de um secretismo que impede saber se os fluxos económicos que protegem procedem do tráfico de drogas, do tráfico de pessoas, do tráfico de armas ou da fraudulenta evasão fiscal.

Por Carlos Jiménez Villarejo, Comité de Apoio da Attac Madrid, El Periódico

A cimeira de Washington parece ter encarado o problema dos paraísos fiscais como territórios que apresentam "riscos ou actividades financeiras ilícitas" ou pela sua falta de cooperação, visto que não cumprem as normas internacionais de "sigilo bancário e transparência". As medidas que, respectivamente, sejam postas em prática, pelo seu alcance e pela sua efectiva aplicação no sistema financeiro, serão fundamentais na definição das bases para a resolução desta crise.


Vejam mais na Esquerda.Net

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Evo pede controle mundial sobre dinheiro do narcotráfico

Em ato que comemorou o 20º aniversário da Força Especial de Luta Contra o Narcotráfico na Bolívia, realizado na última sexta-feira (3), o presidente Evo Morales assinalou que "não dá para entender por que esse esquema ilegal dos paraísos fiscais, facilitado por setores de governos do chamado ‘primeiro mundo’, movimente tanto dinheiro sem que haja instrumentos legais para controlar como se financia o tráfico".
"O tráfico de drogas em nível mundial mobiliza US$ 500 bilhões por ano através dos bancos", prosseguiu Evo, pedindo aos senadores de seu país que aprovem leis para eliminar o sigilo bancário dos narcotraficantes.
LEIA MAIS NO VERMELHO