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domingo, 19 de dezembro de 2010

Declínio e queda do império americano

Quatro cenários para o fim do século americano em 2025

por Alfred W. McCoy [*]
Uma aterragem suave para a América daqui a 40 anos? É melhor não apostar. O desaparecimento dos Estados Unidos, enquanto superpotência global, pode chegar muito mais depressa do que se imagina. Se Washington está convencido que o fim do Século Americano será lá para 2040 ou 2050, uma avaliação mais realista das tendências internas e globais sugere que em 2025, apenas daqui a 15 anos, pode estar tudo acabado excepto a gritaria.

Apesar da aura de omnipotência que a maior parte dos impérios projecta, uma olhadela para a sua história devia lembrar-nos que eles são organismos frágeis. A sua ecologia de poder é tão frágil que, quando as coisas começam a correr mesmo mal, os impérios normalmente esboroam-se com uma rapidez impiedosa: um ano apenas para Portugal, dois anos para a União Soviética, oito anos para a França, 11 anos para os otomanos, 17 anos para a Grã-Bretanha e, com toda a probabilidade, 22 anos para os Estados Unidos, a contar do ano crucial de 2003.


Vejam o texto completo em RESISTIR.INFO

quarta-feira, 14 de abril de 2010

EEUU inauguram uma base naval em Honduras

Como parte do golpe de estado em Honduras os Estados Unidos inauguram uma base militar, com o pretexto de lutar contra o narcotráfico.

Os governos dos Estados Unidos e Honduras inauguraram uma base naval no departamento norte oriental de Gracias a Dios, na fronteira com a Nicarágua, com o anunciado propósito de combater o narcotráfico.

O embaixador estadunidense Hugo Llorens disse durante a cerimônia que seu país investiu dois milhões de dolares nas construções, além de doar quatro embarcações e facilitar assessores.

Llorens explicou que a base conta com um edifício multifuncional e um centro de operações que contribui com o aumento da capacidade de alocar mais pessoal e um cais para lanchas de patrulha.

Vejam mais em KAOSENLARED.NET

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

A popularidade de Obama e o complexo militar industrial


Certamente, Obama tem um popularidade tão grande quanto o volume de problemas sócio-econômicos acumulados pelo capitalismo norte-americano ao longo de décadas, mas agudizados fortemente pela nefasta administração delinquencial de George W Bush.
Esta popularidade, em fase de crescimento, é não apenas resultado de um jogo midiático cevado pelo poder econômico que o apoiou, cujo leque de participantes vai de segmentos ligados ao complexo militar industrial, a poder sionista composto pela ditadura financeira, a indústria bélica e mídia pré-paga. Afinal, eleição presidencial nos EUA é sempre um palco de bilionárias movimentações financeiras em busca de espaço no jogo do poder. E este poder econômico busca influenciar toda a cena política, os dois grandes partidos, e também controlar por meio das finanças o funcionamento do Congresso. Há idiotas que chamam isto de democracia. Os sindicatos estão sempre reprimidos, ou marginalizados, ou corrompidos. O controle midiático é fortíssimo.

Vejam o texto completo na Patria Latina

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

A mídia aos pés do “imperador”

Por Marinilda Carvalho em 21/1/2009

Nos Estados Unidos, todos pareciam súditos aos pés do novo imperador – nas ruas ou atrás dos microfones. A tão aguardada posse de Barack Obama ganhou cobertura monárquica das redes de TV e dos sites da internet americanos, que não queriam perder um só momento desse "dia histórico", "inesquecível", "emocionante", "fantástico", "fabuloso", como não cansaram de repetir os apresentadores, até mesmo na ultraconservadora Fox News.

A festa não foi a maravilha que os organizadores imaginaram: o trânsito deu nó no entorno da cidade, o metrô não deu conta da multidão, celular não deu sinal de vida, internet não deu conexão, o senador Ted Kennedy não deu conta da emoção e passou mal no Capitólio, o vestido da primeira-dama, Michelle, deu pouco ibope e o presidente da Suprema Corte deu uma derrapada feia na hora do juramento (oath moment), complicando o instante de glória do presidente, coitado, num tropeço que na rede acabou apelidado de "oops oath"; mas, como ressalvaram todas as matérias, nada que estragasse o brilho "desse dia histórico". Obama recebeu a "coroa" cercado de boa vontade.

Vejam mais no Observatório da Imprensa

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

EUA: RUMO AO ESTADO FASCISTA - A INVENÇÃO DO INIMIGO E O TERROR





















A liberdade de uma democracia não é segura se o povo tolera o crescimento de poder privado ao ponto de tornar-se mais forte que o próprio Estado democrático. Isto, em essência, é fascismo – o apossamento do governo por uma pessoa, por um grupo, ou qualquer poder privado de controle.
(Franklin Delano Roosevelt)

“Santo Agostinho conta a história de um pirata capturado por Alexandre, o Grande, que lhe perguntou: ‘Como você ousa molestar o mar?’. ‘E como você ousa desafiar o mundo inteiro?’, replicou o pirata. ‘Pois, por fazer isso apenas com um pequeno navio, sou chamado de ladrão; mas você, que o faz com uma marinha enorme, é chamado de imperador’.”

A citação abre o prefácio do livro de 1986 “Piratas & Imperadores – O terrorismo internacional no mundo real”, do pensador e professor Noam Chomsky, e resume uma questão fundamental que hoje intriga as relações internacionais, a do terrorismo. Que se coloca num mundo em que um império belicista, reinante num curto interregno entre o fim da II Guerra em 1945 e o ano 2008, tentou dominar a cena internacional nos últimos oito anos do seu fátuo esplendor pela manipulação falseada do conceito de terrorismo.


Vejam o texto completo na NOVAE