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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

A cobertura negativa da mídia internacional às Olimpíadas do Rio

Dia 5 de agosto começou a contagem regressiva de um ano para os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. E a data não passou em brancas nuvens pela mídia internacional. Com a divulgação de uma investigação sobre a poluição na baía de Guanabara e de um relatório sobre a violência policial na cidade olímpica, a semana foi marcada por críticas e pessimismo dos principais veículos de comunicação do mundo sobre as Olimpíadas do Rio.


Confira no Sul21

sábado, 9 de novembro de 2013

Tocha olímpica chega à Estação Espacial Internacional

A tocha dos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi-2014 chegou nesta quinta-feira à Estação Espacial Internacional (ISS) a bordo de uma nave russa na qual viajaram três astronautas, anunciou a missão de controle russa. "Chegamos", disse um porta-voz da missão, no momento em que a televisão russa exibiu, ao vivo, o acoplamento da nave Soyuz-TMA à ISS.


Confira no Correio do Povo

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Prefeitura do RJ vai levar desabrigados da Rio-2016 para área de risco

A Prefeitura do Rio de Janeiro decidiu levar para uma área de risco as cerca de 500 famílias que serão removidas da Vila Autódromo para a construção do Parque Olímpico dos Jogos de 2016. O terreno em que estão sendo erguidos os prédios nos quais viverão parte dos desabrigados pelas obras para a Rio-2016 tem possibilidade de deslizamento. Um estudo feito pelo próprio município comprova o fato.
A área tem mais de 80 mil m² e fica ao lado da Estrada dos Bandeirantes, zona oeste da capital fluminense. Ela fica nos sopés do Maciço da Pedra Branca, formação rochosa na qual está o ponto mais alto do Rio de Janeiro: o Pico da Pedra Branca, que tem 1.024 m de altitude.
Por suas características geológicas e a sua proximidade com a montanha, o espaço foi apontado como de médio risco no Mapa de Suscetibilidade de Escorregamento do Rio. O documento foi elaborado pela Geo-Rio (Instituto de Geotécnica do Município) após desastres causados pelas fortes chuvas em 2010.


Leia mais no UOL Esporte.

domingo, 21 de outubro de 2012

Vamos privatizar os gregos?


Eu disse: morro e não vejo tudo! Mas até aí tudo bem. Afinal, são instituições privadas (já vimos que nem tanto assim). Que se matem por nomes. É problema delas. Mas daí a querer exigir que se mude o nome de competições que nada têm a ver com os jogos gregos?
Quer queiram ou não, COB, CBF e tantas outras, dizem defender o Brasil nas competições. É a bandeira do Brasil que é hasteada e o nosso hino que é cantado quando ganhamos uma competição.
 
Se é o Brasil que está em jogo, por que o Brasil não pode usar livremente o nome “olimpíada”? A resposta é clara para todo mundo, menos para os engenhosos advogados e dirigentes do nosso “privado” esporte: querem privatizar – e qualquer dia desses conseguem – o nome “Brasil”. Brasil há de virar uma marca da Coca Cola, do MacDonalds, da Nike, ou de quem pagar mais para os comitês.
 
Já não bastasse o que tem sido feito (aqui), agora mais essa: minha filha não poderá participar da “Olimpíada Nacional de História do Brasil” porque alguns donos das palavras não querem. Essa e tantas outras, tão importantes quanto às olimpíadas esportivas.



quarta-feira, 1 de agosto de 2012

A verdade verdadeira / leitura obrigatória

A opinião é de Oscar Mwaanga, especialista em sociologia do esporte de Zâmbia entrevistado pelo repórter Farayi Mungazi, da BBC.
“A ideia de que todos têm condições iguais para competir diz respeito a um ideal, não a uma realidade”, afirma Mwaanga.
Para ele, os atletas de países mais pobres – que muitas vezes enviam apenas um ou dois representantes para as competições – ficam divididos entre as grandes expectativas de seus conterrâneos e suas limitações em função da falta de recursos para treinamento e preparação para os Jogos.
“Eles carregam as expectativas de seus países nas costas e querem acreditar que vencerão porque isso é uma questão de orgulho nacional”, explica Mwaanga. “Mas no fundo cada um sabe que (sua chance de vencer) a competição está muito ligada a quantidade de recursos que recebeu. É nesse estágio que percebem a humilhação.”




Mais no blog do Hiltor Mombach, no Correio do Povo

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Coordenador de segurança da Rio-2016 desviou R$ 18 mi no Pan-2007, diz Ministério Público


O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016 nomeou para o cargo de diretor de segurança do órgão o delegado Luiz Fernando Corrêa, ex-diretor geral da Polícia Federal e réu em um processo que tramita na Justiça Federal por desvio de dinheiro público. Segundo o MPF (Ministério Público Federal), ele teria lesado os cofres nacionais em pelo menos R$ 18 milhões, por meio de contratos superfaturados, quando coordenava os serviços de segurança dos Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio de Janeiro.

À época, Corrêa era secretário Nacional de Segurança Pública, no Ministério da Justiça. A secretaria dirigida por ele foi a responsável pela coordenação da segurança no Pan e também pela contração de serviços e compra de equipamentos usados na proteção de atletas e autoridades.

Em fevereiro de 2007, o delegado assinou um contrato para a aquisição de equipamentos de inteligência com o Consórcio Integração Pan, formado por um grupo de empresas, entre elas a Motorola. A compra dos equipamentos custou R$ 174 milhões e foi feita sem licitação, sob a alegação de que o contrato tratava de assunto ligado à segurança nacional.

A aquisição foi feita, inclusive, sem pesquisa de preços no mercado, contrariando o que determina a legislação de compras públicas. A ausência dessa pesquisa chamou a atenção do MPF, que abriu uma investigação sobre o contrato ainda em 2007.


Mais pode ser lido no UOL.

domingo, 11 de setembro de 2011

Estudantes brasileiros conquistam medalhas em Olimpíada Internacional de Astronomia

O Brasil será o próximo anfitrião da Olimpíada. Em 2013, será a vez da Grécia.

O Brasil conquistou duas medalhas de bronze na 5ª Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA, na sigla em inglês), realizada entre os dias 25 de agosto e 3 de setembro, em Gdansk, na Polônia. Os medalhistas foram Gustavo Haddad e Ivan Tadeu, ambos com 16 anos. Tábata Amaral, de 17 anos, e Pedro Caetano, de 16, obtiveram menção honrosa. Os quatro brasileiros se destacaram entre competidores de 27 nações. À frente do grupo, estavam os professores Thaís Mothé-Diniz, do Observatório do Valongo, da UFRJ e Felipe Gonçalves Assis, ex-participante da olimpíada. No próximo ano, a IOAA acontecerá no Brasil.

 Vejam mais em JORNAL DA CIÊNCIA-SBPC

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O logo das Olimpíadas é um plágio?



Mal a logomarca dos Jogos do Rio-2016 foi lançada, uma onda de suspeita de plágio se espalhou pela internet. No dia seguinte ao lançamento, blogs e mensagens no Twitter alertavam para as semelhanças entre a marca olímpica do Rio e a logo da Telluride Foundation, uma instituição filantrópica que leva o nome da cidade americana no Colorado que a abriga. Ainda segundo alguns blogs, a marca da fundação foi inspirada na pintura do francês Henri Matisse, chamada "A dança''.




Continue lendo no blog do Luís Nassif

domingo, 19 de dezembro de 2010

Sai resultado da 32ª Olimpíada Brasileira de Matemática

Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) teve a participação de 350 mil jovens estudantes e seus professores

A OBM tem crescido nos últimos anos. Neste ano, participaram 4.651 escolas, sendo 2.770 da rede pública e 1.881 da rede privada de ensino. Veja os resultados da OBM 2010 em:

http://www.obm.org.br/opencms/premiados/2010.html

O Programa Nacional de Olimpíadas de Matemática conta com a colaboração de professores universitários em 155 instituições de ensino superior: eles participam de todas as atividades da OBM, inclusive aquelas referentes à OBM Nível Universitário em atividades de coordenação, divulgação, treinamento de alunos, aperfeiçoamento de professores e aplicação das provas.

(Assessoria de Imprensa da OBM)


Em JORNAL DA CIÊNCIA-SBPC

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Brasil sai campeão da XV Olimpíada Ibero-americana de Física

Equipe brasileira sagrou-se campeã absoluta na XV Olimpíada Ibero-americana de Física (OIbF), ocorrida no Panamá, de 26 de setembro a 2 de outubro

A equipe brasileira, selecionada e preparada pela Olimpíada Brasileira de Física (OBF), conquistou quatro Medalhas de Ouro, Top Gold (melhor estudante) e, pelo terceiro ano consecutivo, foi a Campeã Geral do torneio.

Vejam mais detalhes em JORNAL DA CIÊNCIA-SBPC

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Supercomputador comentará partidas da Olimpíada de xadrez 2010

Moscú, 26 de agosto, RIA Novosti. Um supercomputador será a principal novidade dos XXXXI Jogos Olímpicos de Xadrez, a celebrar-se de 20 de setembro a 3 de outubro em Janti Mansiisk, na Sibéria, informou hoje a governadora da região, Natalia Komarova.

"Um supercomputador analisará e selecionará 20 partidas mais impactantes e as comentará em tempo real em tres idiomas internacionais. Os comentários serão fáceis de entender inclusive para os novatos", disse Komarova.

Vejam mais em RIA NOVOSTI

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Brasil entre os melhores países do mundo em Olimpíadas de Matemática

País participa pela primeira vez da Romanian Master in Mathematics (RMM), competição que realiza sua terceira edição de quarta-feira (24) a 1º de março, na Romênia

O evento convoca os países com melhor desempenho no mundo na Olimpíada Internacional de Matemática (IMO). Além do Brasil participam este ano as delegações da Alemanha, Bielorussia, Bulgaria, Coreia do Sul, China, Estados Unidos, Hungria, Itália, Irã, Japão, Reino Unido, Romênia, Rússia, Sérvia, Turquia, Ucrânia. O Brasil é o primeiro e único país iberoamericano a ser convidado.

Vejam mais em Jornal da Ciência-SBPC


sábado, 14 de novembro de 2009

Presidente de Israel oferce ajuda para 2016

O presidente de Israel, Shimon Peres, ofereceu nesta sexta-feira, durante um encontro com autoridades no Rio de Janeiro, a tecnologia de seu país para garantir a segurança e a comunicação durante os Jogos Olímpicos de 2016.

A notícia está no Terra.

sábado, 31 de outubro de 2009

Jogos dos Povos Indígenas – Olimpíada Verde começa este mês em Paragominas (PA)

Contagem regressiva para a realização dos 10º Jogos dos Povos Indígenas. Este ano, o evento esportivo e cultural da tradição indígena acontece de 31 de outubro a 7 de novembro, na cidade de Paragominas, no Pará. O Parque Ambiental, a sede dos jogos, está quase pronto para abrigar cerca de 1.300 indígenas de todo o país, além de aborígenes do Canadá, da Austrália e da Guiana Francesa. A abertura oficial será às 17h30, de sábado (31), na Arena Círculo Indígena.

Impulsionados pelo compromisso de erguer a aldeia indígena onde serão realizados os jogos, 25 indígenas das etnias locais, Tembé e Kaapor, mudaram literalmente de seu habitat natural para morar na cidade. Eles partiram de 11 aldeias distantes até 150 quilômetros de Paragominas, para trabalhar na montagem de 28 ocas que compõem a Vila Olímpica e que irão abrigar os povos.

Vejam mais em PRAVDA.RU

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Brasil obtuvo el derecho de organizar las Olimpiadas de 2016 por su activa participación en el G-20, según experto

Londres, 19 de octubre, RIA Novosti. La participación activa de Brasil en el Grupo de los Veinte (G-20) le ayudó a obtener el derecho de organizar los Juegos Olímpicos y Paralímpicos de Verano de 2016, declaró hoy el responsable de estrategia y medios de comunicación Río 2016, el británico Mike Lee.

"El Grupo de los Veinte llegó a sentar las bases del futuro orden económico mundial y la activa participación de Brasil en ese organismo le ayudó a obtener el derecho de organizar las Olimpiadas de Verano de 2016", comentó Lee al intervenir en el Congreso de la Industria del Deporte que se celebra en Londres.

Vejam mais em RIA NOVOSTI

Las olimpiadas y la geopolítica

Immanuel Wallerstein

Se supone que las olimpiadas modernas tienen que ver con dos cosas: promover la paz por todo el mundo mediante una competencia no violenta que esté por encima de la política, y exaltar los logros atléticos. Sin duda casi todos los atletas entran en las competencias olímpicas teniendo en mente lo segundo. Pero promover la paz parece ser casi la última cosa en la mente de los gobiernos cuyo respaldo de sus estructuras atléticas ha sido siempre crucial para el éxito de sus participantes nacionales.
(...)

Para la tercera ronda, Río de Janeiro emergió victorioso con dos tercios de los votos, lo que es un margen inusualmente amplio. No es difícil discernir por qué ocurrió así. Aunque Río es una sede atractiva en sí misma, los miembros del COI votaron menos por Río de Janeiro que por Brasil. Los tres otros candidatos fueron todos del norte –Estados Unidos, España y Japón-. Brasil representaba al sur.

El argumento público principal del presidente Lula es que Sudamérica es el único continente que nunca ha sido anfitrión de los Juegos Olímpicos de Invierno. Eso es cierto, pero pienso que Fidel Castro estaba más en lo cierto cuando de modo exultante describió la votación como un triunfo del tercer mundo.

Y no sólo fue cualquier país del tercer mundo el que ganó la votación. Fue Brasil, uno de los gigantes del sur que se levantan. Lula mismo dijo después de la votación: Brasil pasó de ser un país de segunda a uno de primera clase, y ahora comenzamos a recibir el respeto que merecemos.

Vejam o texto completo em REBELION

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

O que explica Rio-2016? A vocação inata do Brasil para a felicidade

Se houvesse sido feita uma pesquisa nacional, teria aparecido que nesse dia 100% dos brasileiros se sentiram felizes quando o presidente do COI abriu o envelope e apareceu Rio de Janeiro como vencedora da competição para realizar os Jogos Olímpicos de 2016. Os brasileiros, que gozam de uma formidável coesão nacional, estão sempre abertos para acolher qualquer motivo para ser felizes. E abrigar os jogos lhes causou orgulho e felicidade. E não escondem isso - outra característica do brasileiro.

(...)

Qualquer um que passa pelo Brasil, por turismo ou trabalho, sente-se rapidamente capturado pela cordialidade, a exuberância afetiva, o acolhimento alegre de sua gente, do norte ao sul do país. "É que com os brasileiros não se pode brigar, porque sorriem até quando você fica nervoso", me disse um correspondente argentino. É verdade. A vocação do brasileiro é mais para a paz, a amizade, o entendimento mútuo, o desejo de agradar, do que para a guerra ou a disputa. E então, o que acontece com a violência que mata no Brasil mais que em outros países? Não é uma violência brasileira, mas produzida pelo câncer do tráfico de drogas.

Texto do El País, no UOL.

As olímpíadas no país sem direito ao esporte

Na sexta-feira dia 02 de outubro, o país dos extremos viveu mais um contra senso. O governo de Lula, o mesmo que cortou em 85,69% o orçamento do Ministério do Esporte (ME) para 2009, comemora a realização de uma Olimpíada no Brasil. Entramos em júbilo quando o Rio de Janeiro foi eleito como cidade sede das Olimpíadas de 2016. O presidente fez-se acompanhar por um verdadeiro séquito de atletas, ex-atletas, dirigentes esportivos, personalidades, ministros e políticos no exercício do mandato. Autoridades choraram copiosamente e cantaram com desenvoltura. Tudo estaria perfeito, caso não faltasse o principal elemento. Na festa olímpica brasileira, faltou o direito ao esporte.

Continua no Estratégia e Análise.

Fossa olímpica



Do Kayser.

sábado, 3 de outubro de 2009

O Rio deve essa ao Lula

Lula poderia ter agido, como muitos de seus pares na política agiriam, com rancor e desprezo pelo Rio de Janeiro, seus políticos, sua mídia, todos alegremente colocados como caixa de ressonância dos piores e mais mesquinhos interesses oriundos de um claro ódio de classe, embora mal disfarçados de oposição política. Lula poderia ter destilado fel e ter feito corpo mole contra o Rio de Janeiro, em reação, demasiada humana, à vaia que recebeu – estranha vaia, puxada por uma tropa de canalhas, reverberada em efeito manada – na abertura dos jogos panamericanos, em 2007, talvez o maior e mais bem definido ato de incivilidade de uma cidade perdida em décadas de decadência. Vaiou-se Lula, aplaudiu-se César Maia, o que basta como termo de entendimento sobre os rumos da política que se faz e se admira na antiga capital da República. Fosse um homem público qualquer, Lula faria o que mais desejavam seus adversários: deixaria o Rio à própria sorte, esmagado por uma classe política claudicante e tristemente medíocre, presa a um passado de cidade maravilhosa que só existe, nos dias de hoje, nas novelas da TV Globo ambientadas nas oníricas ruas do Leblon.


Vejam mais no blog BRASILIA, EU VI, do Leandro Fortes