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quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Citi diz que programa de Marina é favorável a bancos e pode ser ruim para parte da indústria

O programa de governo da candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, divulgado na semana passada, caso implantado traria benefícios a bancos privados e a concessionárias de infraestrutura, mas poderia ser negativo para algumas empresas do setor industrial, apontaram analistas do Citi em relatório nesta terça-feira.

Leia mais no Diário do Centro do Mundo

quinta-feira, 30 de maio de 2013

CONSPIRAÇÃO CONTRA A PÁTRIA


O Jornal do Brasil mantém a confiança nachefia do estado Democrático


O mundo inteiro passa por uma crise econômica e social, decorrente da ganância dos banqueiros, que controlam o valor das moedas, o fluxo de crédito, o preço internacional das commodities. Diante deles, os governos se sentem amedrontados, ou cúmplices, conforme o caso e poucos resistem.

A União Europeia desmantela-se: o fim do estado de bem-estar, o corte nos orçamentos sociais, a desconfiança entre os países associados, a indignação dos cidadãos e a incapacidade dos governantes em controlar politicamente a crise, que tem a sua expressão maior no desemprego e na pauperização de povos. Se não forem adotadas medidas corajosas contra os grandes bancos, podemos esperar o caos planetário, que a irresponsabilidade arquiteta.

A China, exposta como modelo de crescimento, é o caso mais desolador de crescente desigualdade social no mundo, com a ostentação de seus bilionários em uma região industrializada e centenas de milhões de pessoas na miséria no resto do país. Isso sem falar nas condições semiescravas de seus trabalhadores – já denunciadas como sendo inerentes ao “Sistema Asiático de Produção”. Os Estados Unidos, pátria do capitalismo liberal e neoliberal, foram obrigados a intervir pesadamente no mercado financeiro a fim de salvar e reestruturar bancos e agências de seguro, além de evitar a falência da General Motors.
Neste mundo sombrio, o Brasil se destaca com sua política social. Está eliminando, passo a passo , a pobreza absoluta, ampliando a formação universitária de jovens de origem modesta, abrindo novas fronteiras agrícolas e obtendo os menores níveis de desemprego de sua história.

Não obstante esses êxitos nacionais, o governo está sob ataque histérico dos grandes meios político-financeiros. Na falta de motivo, o pretexto agora é a inflação. Ora, todas as fontes demonstram que a inflação do governo anterior a Lula foi muito maior que nos últimos 10 anos. 

O Jornal do Brasil, fiel a sua tradição secular, mantém a confiança na chefia do Estado Democrático e denúncia, como de lesa-pátria, porque sabota a economia, a campanha orquestrada contra o Governo – que lembra outros momentos de nossa história, alguns deles com desfecho trágico e o sofrimento de toda a nação.

Visto no JORNAL DO BRASIL

quinta-feira, 18 de abril de 2013

JURO E TOMATE: O MOLHO AZEDO DO LAISSEZ-FAIRE

A instabilidade climática que indexou o país ao tomate nas últimas semanas veio para ficar. 
O Brasil é o quinto lugar do planeta mais alvejado por desastres climáticos na última década. O semiárido nordestino vive desde outubro uma das piores secas em meio século. A resposta ortodoxa para eventos climáticos extremos será sempre a mesma: ‘sobe o juro!'. Não importam os custos, nem as causas. A ausência de uma política estatal de estoques de alimentos acentua a vulnerabilidade ao clima desordenado. Tido como um dos cinco maiores celeiros do mundo, o Brasil simplesmente não dispõe dos ditos celeiros para intervir no abastecimento. A rede pública de armazéns  foi privatizada e sucateada nos governos Collor e FHC. Esta semana, quando já galgava o patíbulo do Copom, o governo, finalmente, decidiu espetar armazéns estatais em áreas estratégicas do território nacional. Nas últimas décadas, a supremacia neoliberal colonizou a agenda da segurança alimentar em todo o mundo. Aos livres mercados -‘mais eficientes e ágeis'-  caberia assegurar o suprimento da sociedade. No ápice da escassez e da fome geradas pelo colapso financeiro de 2007/2008,nações e organismos internacionais viram-se desarmados. Onde estavam os estoques? Onde continuam a repousar. Em celeiros das grandes corporações que dominam o  comércio agrícola mundial. A alta do juro nesta 4ª feira condensa essa trama de interesses e engodos, que compõem o molho azedo do laissez-faire. (LEIA MAIS AQUI)
(Carta Maior;5ª feira,18/04/2013)
 

terça-feira, 2 de abril de 2013

Os comedores de quindins de ouro

O pleito está marmorizado em cada centímetro da menos imparcial de todas as seções do jornalismo: o noticiário de economia. Daí se irradia para afinar o jogral de vulgarizadores e agregados de orelhada e holerite.

A centralidade que une as tropas é compreensível. Trata-se de uma queda de braço decisiva.

Os sabichões que advogam a panaceia do ‘novo ciclo de alta’ da Selic sabem do que estão falando. E não estão falando apenas em adicionar mais 0,25% às taxas atuais, na reunião do Copom, do próximo dia 17.

Isso até pode acontecer. Mas não é esse o alvo, nem a dose cogitada.

O braço de ferro é para reverter um reordenamento estratégico.

É a história do país, estúpido!

São graúdos, e contabilizáveis, os interesses que arrendam espaços e gargantas para vocalizar a luta diuturna pela alta dos juros no país.

Vejam mais no BLOG DAS FRASES

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Economistas da Unicamp lançam Manifesto em Defesa da Civilização

Diante do quadro de regressão social que atinge os países ditos desenvolvidos, um grupo de economistas formados pela Unicamp decidiu elaborar um "Manifesto em Defesa da Civilização". "Estamos, hoje, vivendo uma crise que nega os princípios fundamentais que regem a vida civilizada e democrática? Quanto tempo mais a humanidade suportará tamanha regressão?" - pergunta o manifesto. As respostas para tais questões, acrescenta, não serão encontradas nos meios de comunicação de massa, "ocupados hoje por aparatos comprometidos com a força dos mais fortes e controlado pela hegemonia das banalidades". 

Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

O assassinato de um país


A ultima novidade sobre a Grécia é que a troika externa que assumiu o controle das finanças  do país pretende  obrigar a população a trabalhar um dia a mais na semana – sem aumento de salário, é claro.
É um retrocesso histórico.
Depois de eliminar os empregos, derrubar o consumo, arrasar as aposentadorias, esvaziar as residências – o número de sem-teto em Atenas cresceu 25% durante a crise – agora os credores pretendem roubar um dia de descanso da população.
É indecente.


Confira a coluna de Paulo Moreira Leite

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Começa a contagem regressiva do sistema financeiro mundial


Nuvens de tormenta começam a ameaçar a banca e alguns analistas já vêem nisto sinais de colapso do sistema financeiro global, indica theeconomiccollapseblog.com que aponta 11 provas disto.

1. Uma série de acontecimentos relacionados com o futuro financeiro da Europa ocorrerá em setembro. Assim a Alemanha, Países Baixos e a Grécia deverão tomar uma série de decisões que determinarão o futuro da zona do euro, que por sua vez tem que encontrar a maneira de ajudar suas pedras de dominó, Espanha e Itália.  
 
Vejam o texto original em RT ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Presidente do Barclays renuncia para tentar abafar escândalo de taxas


Na quarta-feira, o Barclays anunciou que pagaria 290 milhões de libras - aproximadamente 450 milhões de dólares - para encerrar as investigações das autoridades britânicas e americanas sobre tentativas de manipulação das taxas interbancárias Libor e Euribor.
Essas taxas definem o preço ao qual os bancos emprestam dinheiro, mas também indiretamente os preços dos créditos para as famílias e as empresas.
Este caso teve uma grande repercussão na Grã-Bretanha e o diretor-geral do Barclays, o norte-americano Bob Diamond, está convocado para comparecer na próxima quarta-feira perante uma comissão parlamentar britânica para dar explicações e informar o que sabia destas práticas.
Este executivo americano, muito impopular porque se converteu no símbolo dos excessos das finanças da Grã-Bretanha, segue sob pressão depois da renúncia de Agius.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Bispos dizem que democracia está em risco

A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) diz que “a política internacional não pode reduzir-se, nem muito menos submeter-se, a obscuros jogos de capital que fariam desaparecer a própria democracia”.
Numa mensagem dirigida a todos os concidadãos e também aos imigrantes, no final da assembleia plenária, os bispos dizem que “o capital provém do trabalho que, realizando a pessoa humana, mantém prioridade absoluta”. 

Vejam mais em PUBLICO.PT

domingo, 11 de setembro de 2011

Escândalo: uma elite secreta de 9 banqueiros domina as finanças globais segundo o New York Times

LA JORNADA / APORREA – Vou me referir a um velho tema de quase 13 anos da época da candidatura de Bill Clinton, que fez um acordo "secreto" com as "mãos invisíveis" e muito vistas da plutocracia oligárquica-oligopólica dos banqueiros de Wall Street (Nicholas D. Kristof y Edward Wyatt, NYT 15, 16, 17 y 18/2/99)

Fica exposto o sequestro tanto da “democracia” como da “política” e da “economia” subjugadas pelas forças do inexistente “mercado financeiro”, manipuladas por um punhado de banqueiros, que manobram na opacidade absoluta.  

Vejam em  CONTRAINJERENCIA ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ORION

terça-feira, 21 de junho de 2011

UE adia liberação de ajuda à Grécia até aprovação de plano de austeridade

Os países da zona do euro adiaram em duas semanas a liberação do quinto lote de ajuda financeira para a Grécia, à espera que as autoridades em Atenas aprovem o programa de consolidação fiscal exigido pelos parceiros da UE (União Europeia).

O presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, convocou nesta segunda-feira uma nova reunião de ministros de Finanças da zona do euro para o dia 3 de julho, na qual espera atingir a meta não conseguida no domingo: destravar o quinto lote do programa de resgate, avaliado em 12 bilhões de euros.

Para isso, o governo grego deverá primeiro mostrar sua legitimidade como interlocutor, ao ganhar o voto de confiança do Parlamento previsto para ser votado nesta terça-feira, mas também conseguir o envolvimento de todos os partidos gregos com a estratégia de consolidação fiscal a médio prazo e o programa de privatizações, em um voto parlamentar programado para o fim do mês.


Continue lendo no Opera Mundi

Leia também no Opera Mundi: Ajuda à Grécia é condicionada à aprovação de cortes de gastos.

domingo, 24 de abril de 2011

Tensão entre a França e a Itália

Os governos da França e da Itália disputam o papel de protagonista na colonização da Líbia enquanto satisfazem seus leitores mais xenófobos.

A idéia de “missão humanitária” que os paises europeus estão levando a cabo na Líbia ficaram mais claras nas palavras do ministro de Assuntos Exteriores italiano Franco Fratttini: "Reconhecemos os rebeldes de Bengasi como interlocutores - explicou o político conservador - o conselheiro delegado da (a petroleira estatal) ENI, Paolo Scaroni está contatando o Conselho Nacional Trasitório para renovar a cooperação no campo petrolífero".

A Italia, que até recentemente tem tentado salvar sua relação privilegiada com Khadafi (um vínculo que consentiu à ENI o controle da maior parte do fluxo de petróleo que chega de Líbia a Europa) mudou de de lado com um só objetivo: garantir seu abastecimento energético. Não poderia ser de outra maneira: A Liga Norte, o partido xenófobo que exerce o papel de sócio principal do desgastado governo de Silvio Berlusconi, já deixou bem clara sua idéia sobre as relações com Tripolí: "Não é possível que outros paises levem o petróleo e nos deixem aos clandestinos" disse um porta-voz da formação autonomista em referência aos refugiados políticos. A algumas semanas das eleições municipais, a frustração dos liguistas é máxima: enquanto milhares de migrantes procedentes do Norte da África seguem desembarcando nas costas italianas, fracassa a intenção do ministro transalpino do Interior, Roberto Maroni (de la Liga Norte) de livrar-se do problema acima enviando-lhes a outros países. Sugestão de seu líder Umberto Bossi, que frente aos jornalistas propôs uma simples solução: Os imigrantes? "que não encham meu saco"(*).

(*)nota deste editor: traduzi “Fuera por mis cojones” como "não encham meu saco" para ficar mais próxima da expressão brasileira .

O texto completo, e com mais informações, está no DIAGONALweb

domingo, 13 de março de 2011

Cavalo de pau na economia?

"Taxa de crescimento do país deslizou de 7,5% ao ano para 3,5% neste início de 2011. BC recua e já admite encurtar ciclo de alta dos juros. Mas rentistas criticam moderação do banco e exigem novas altas da Selic com base nas 'expectativas de alta dos preços'. Episódio expõe fragilidade da metodologia que torna a política monetária (leia-se a sociedade) refém das 'expectativas dos mercados': "Esse sistema de coleta semanal de expectativas junto ao "mercado" dá margem para a criação de um clima de "terrorismo inflacionário" no qual a deterioração dos índices de inflação de curto-prazo (causados por fatores como aumento dos preços das commodities internacionais, sazonalidade dos índices e etc) gera uma piora constante das expectativas de inflação ..., criando uma atmosfera de "descontrole inflacionário" a qual leva a uma pressão política por um imediato (e rápido) ajuste da taxa de juros" (José Luis Oreiro, especial para Carta Maior, nesta pág.)

(Carta Maior; 2º feira, 14/03/2011)

terça-feira, 1 de março de 2011

APRENDIZES DE MADOFF, GANANCIA INFECCIOSA & LAISSEZ FAIRE

"Um grupo de jovens competitivos --alguns, filhos de famílias endinheiradas, todos formados nas melhores faculdades de economia e administração do país-- operava no mercado brasileiro um esquema de pirâmide semelhante ao que gerou um rombo de US$ 30 bi nos EUA, no célebre calote da corrente especulativa administrada pelo financista Bernard Madoff'(condenado a 150 anos de prisão). A exemplo do que aconteceu lá, a pirâmide dos aprendizes nativos de Madoff implodiu aqui na semana passada. A ‘Porto Forte',Fomento Mercantil, criada em 2002, captava recursos no mercado , aspas para o jornal Valor de 28/02, "à margem de qualquer tipo de regulamentação ou fiscalização" das zelosas autoridades ortodoxas do BC tupiniquim. As mesmas que devem anunciar nesta 4º feira mais um aumento na taxa de juros do país em nome da 'estabilidade'. Os acionistas do fundo especulativo, entre eles José Ermírio de Moraes Filho, herdeiro do grupo Votorantim e membro do ‘conselho consultivo da ‘Porto', prometiam o céu na terra : remuneração mínima sem risco, na base de 160% acima dos CDIs, fosse qual fosse a taxa do CDI (o CDI é um título de transações entre bancos; sua a taxa,cobrada por um banco quando empresta a outro, funciona como um piso do mercado, semelhante a Selic). Há alguns dias o ‘mercado' descobriu que a ‘Porto Forte' tinha ido a pique. Não dispunha de caixa para entregar o que prometera . Quem ainda estava atracado arcará com o ‘prejú' decorrente da revoada anterior dos mais espertos. O tombo, calcula-se, é de pelo menos 50% do investimento original. A seleta turma que levou o ‘beiço' -cerca de 450 gentis cidadãos- pertence à fina flor das chamadas ‘classes dirigentes' nativas. Um pessoal acostumado ao trato com o dinheiro grosso, escolado nos ardis e picaretagens das finanças. A ganância infecciosa e o laissez faire que subsiste na área financeira, levou-os, porém, a amarrar o dinheiro numa canoa furada. É mais uma história exemplar de estrepolias dos endinheirados, a ser abafada pelos defensores da desregulação e do Estado mínimo."

terça-feira, 5 de outubro de 2010

A crise política do ajuste europeu

Enquanto os sindicatos celebram o Dia Anti-Austeridade na Europa, os neoliberais europeus elevam a aposta:

A maior parte da imprensa descreveu as manifestações e greves europeias de quarta-feira em termos do exercício habitual dos trabalhadores nos transportes a irritarem viajantes com diminuições de velocidade no trânsito e grandes multidões a despejarem sua ira lançando fogos. Mas a história é muito mais profunda do que simplesmente uma reacção contra o desemprego e as condições da recessão económica. Estão em causa proposta da mudar drasticamente as leis e estruturas de como a sociedade europeia funcionará na próxima geração. Se as forças anti-trabalho tiverem êxito, elas fragmentarão a Europa, destruirão o mercado interno e tornarão aquele continente uma periferia. Este é o grau de seriedade do golpe de estado financeiro em curso. E está em vias de ficar muito pior – rapidamente. Como afirmou John Monks, responsável da Confederação Sindical Europeia: "Isto é o começo do combate, não o fim".

A Espanha recebeu maior parte da atenção, graças à sua greve de dez milhões (confirmadamente, a metade de toda a força de trabalho). Ao efectuar a sua primeira greve geral desde 2002, o trabalho espanhol protestou contra o seu governo socialista que utiliza a crise bancária (decorrente de maus empréstimos imobiliário e hipotecas com situação líquida negativa, não de custos laborais elevados) como uma oportunidade para mudar as lei e permitir às companhias e corpos governamentais despedirem trabalhadores à vontade e reduzir suas pensões e despesas públicas sociais a fim de pagar mais aos bancos. Portugal está a fazer o mesmo e parece que a Irlanda se seguirá – tudo isto nos países cujos bancos foram os prestamistas mais irresponsáveis. Os banqueiros estão a exigir que reconstruam suas reservas para empréstimos a expensas do trabalho, tal como no programa do presidente Obama aqui nos Estados Unidos, mas sem disfarces hipócritas.


O texto, original do Resistir.info , mas visto no blog do Luís Nassif .

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Maior corte desde 2ª Guerra põe em risco recuperação da Europa

Os cinco maiores países da União Europeia (Alemanha, França, Grã-Bretanha, Espanha e Itália) cortarão, juntos, cerca de 375 bilhões de euros em gastos públicos para tentar reduzir seus elevados déficits.

Mas as medidas de austeridade orçamentária, as mais expressivas desde a Segunda Guerra Mundial, poderão comprometer, na avaliação de especialistas, as tímidas perspectivas de retomada do crescimento econômico no continente.

“Os planos de rigor fiscal na Europa ocorrem no pior momento”, afirma Jean-Paul Fitoussi, presidente do Observatório Francês de Conjunturas Econômicas. “Eles arriscam reduzir um crescimento que já é baixo e de comprometer as perspectivas em 2011”, afirma.


Continua na BBC Brasil.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Investidores de 14 países perdem isenção de IR

O investidor estrangeiro residente na Suíça perdeu a isenção do Imposto de Renda (IR) incidente sobre rendimentos em operações nos mercados financeiros e de capitais do Brasil e passa a ser tributado entre 15% e 22,5%. A mudança foi anunciada pela Receita Federal e é válida também para aplicadores domiciliados em outros 13 países que passaram a integrar a nova lista de paraísos fiscais. A cobrança do tributo será retroativa a 7 de junho deste ano.

Leia AQUI.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Moody's admite que contribuiu para crise financeira

Ex-analistas da agência disseram ter sido pressionados para melhorar a avaliação de certos produtos financeiros

O presidente da agência de classificação de risco Moody's, Raymond McDaniel, admitiu hoje os erros de seu sistema de análise, que contribuiu para a crise financeira por ter dado boas qualificações a títulos hipotecários de má qualidade. Em um comunicado apresentado à comissão de investigação sobre a crise financeira internacional criada pelo Governo e pelo Congresso americanos, McDaniel confessou que o nível de precisão das avaliações da companhia "foi profundamente desalentador".

"A Moody's certamente não está satisfeita", afirmou McDaniel, em um testemunho por escrito apresentado à comissão, que realizou uma audiência em Nova York. Na audiência, ex-analistas da companhia disseram ter sido pressionados pela gerência da agência para melhorar a avaliação de certos produtos financeiros em benefício de seus emissores, que são os que pagam pelos serviços da Moody's. Além da Moody's, as agências de classificação de risco Standard & Poor's e Fitch, principais do mundo, atribuíram avaliações de alta qualidade a títulos imobiliários que acabaram por conter hipotecas subprime. [Segue no iG AQUI.]

#moody's

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Crises de Grécia e Portugal derrubam mercados financeiros

As principais bolsas mundiais fecharam em forte queda nesta terça-feira (27/4) refletindo o pessimismo que paira sobre países do sul da Europa. No Brasil, o Ibovespa fechou o pregão em baixa de 3,43%, com 496.794 operações e um giro financeiro de 8,579 bilhões de reais.

Já em Nova York, o índice Dow Jones Industrial, principal de Wall Street, fechou em queda de 1,9% e o Standard & Poor's 500 caiu 2,34%. A bolsa eletrônica Nasdaq obteve queda de 2,04%.

A notícia continua no Operamundi.

Ainda sobre a crise nos chamados "países periféricos" na zona monetária do euro: