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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Pedro Simon analisa desempenho do Judiciário em relação a operações da Polícia Federal

Em discurso nesta quarta-feira (17), o senador Pedro Simon (PMDB-RS) fez uma análise da atuação do Judiciário brasileiro em relação a operações da Polícia Federal. Para ele, decisões de tribunais superiores entraram em choque com decisões de primeira instância tanto na Operação Satiagraha quanto na Operação Castelo de Areia.

Simon leu o artigo “A Justiça na UTI”, de autoria da procuradora Janice Ascari, publicado pelo jornal Folha de S.Paulo em 24 de dezembro do ano passado, onde ela examina os desdobramentos jurídicos da Operação Satiagraha. Para a procuradora, “após sucessivas intervenções jurídicas incomuns” as investigações sobre “um dos mais escabrosos casos de corrupção” do Brasil foram prejudicadas. Na opinião dela, leu Simon, a Satiagraha surpreendeu o país devido às “manifestações de autoridades e de instituições públicas e privadas em defesa dos investigados”.

A notícia da Agência Senado, foi vista no blog do Luís Nassif.


sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

O guardião da ética do Mampituba

O senador Pedro Simon enviou um pedido para a Executiva Nacional do PMDB solicitação satisfações públicas sobre as denúncias de que peemedebistas também teriam recebido dinheiro do “mensalão do DEM”, em Brasília. Segundo Simon, o partido precisa tomar providências enérgicas. “Temer e todos os companheiros do PMDB negam enfaticamente o envolvimento nestas operações escusas e anunciam processos na Justiça para contestar seus detratores. Mas só isso não basta. É preciso mais. Não podemos conviver com suspeitas, insinuações, dúvidas e maledicências”, diz o senador.

Já quanto às denúncias envolvendo ilustres peemedebistas do Rio Grande do Sul, como o deputado federal Eliseu Padilha, o deputado estadual Alceu Moreira e o secretário da Habitação, Marco Alba, Simon segue mantendo eloqüente silêncio. Que tal uma carta à Executiva Estadual do PMDB-RS, dizendo que negativas enfáticas não bastam?

Só uma coisa explica esse comportamento do senador: a certeza da conivência e da cumplicidade da maioria da mídia gaúcha em relação a esta peculiar geografia moral.

Do RS Urgente.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

A vergonha do senador Pedro Simon

Cena 1: Brasília: O presidente do Senado, José Sarney (PMDB), é alvo de uma série de denúncias. O Ministério Público Federal abre um processo para investigar o uso de dinheiro público pela Fundação José Sarney. Vários senadores pedem o afastamento de Sarney, entre eles o gaúcho Pedro Simon, companheiro de partido de Sarney. Enfático, Simon declara:

- Perdemos toda a credibilidade. O presidente Sarney tem de ter a grandeza de renunciar à presidência do Senado. Tenho vergonha. Estou pensando em ir para casa.

Cena 2: Porto Alegre: O governo Yeda Crusius (PSDB) é alvo de uma série de denúncias. O Ministério Público Federal, além de outras instituições, investiga o envolvimento de integrantes do governo em crimes como desvio de dinheiro público e fraude em licitações. A oposição defende a instalação de uma CPI na Assembléia para investigar as denúncias. O senador Pedro Simon é contra. Diz que a investigação do Ministério Público já é suficiente, argumento que deixa na gaveta no caso das denúncias no Senado.


Continua no Marco Weissheimer - RS Urgente.

sábado, 27 de junho de 2009

Pedro Simon, o Catão

Os telespectadores do “Roda Viva” de segunda-feira passada puderam assistir o testemunho de um brasileiro ilustre, o senador Pedro Simon, o grande Catão da República. Não se espere do senador formulações sobre o novo país ou propostas que ajudem a superar a crise. Seu papel é o de ser o homem moral. Ele tem no cérebro um botão que, devidamente acionado, resulta invariavelmente em reações morais previsíveis, nem sempre pelo bem do país, nem sempre pelo mal, mas invariavelmente pela moral.

O texto continua no blog do Luis Nassif.