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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Cadê o escândalo que estava aqui?

Como funciona o esquema de subjornalismo de criação de escândalos?

Solta-se a primeira matéria, com um suposto escândalo graúdo. No caso atual, a tal reportagem da Veja informando que Erenice Guerra recebeu propinas no valor de R$ 5,8 milhões; que tinha reuniões em sua casa com o lobista, nas quais eram proibidos equipamentos que pudessem conter gravadores; que disse que o dinheiro era para financiar atividades políticas do Planalto. Só isso. Fosse verdade, não apenas Erenice mas a República teria caído.

Uma marotagem visando eximir o lobista de apresentar provas - a história de que não podia ir a reuniões com Erenice nem com canetas - é apresentada por insigines jornalistas como prova de que os fatos ocorreram. A denúncia se resume a provas declaratórias - se é que houve - de um lobista que mentia até sobre seu cargo na empresa que assessorava.

Em cima desse fato, começam repercussões de qualquer tipo, mesmo que nada tenham a ver com a denúncia principal. Cada denúncia, por mais besta que seja, é acompanhada de um pró-memória de que fulano foi acusado de cobrar propinas. Não se tem um dado objetivo sequer corroborando a acusação-mãe, mas ela é repetida como se fosse verdade sacramentada.


Continue lendo no blog do Luís Nassif.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Apos escandalo, Ogivy desfaz acordo com gaucha SLM

O executivo Luiz Leite, presidente da Ogilvy Brasil, após consultar advogados que atendem a agência, resolveu cancelar o contrato operacional que sua agencia mantinha há alguns anos com a gaúcha SLM, envolvida no escândalo do Banrisul com a DCS. A Polícia Federal promoveu prisoes e apreensoes de documentos e computadores no banco e nas agências. A PF acusa cliente e agências de desvio de R$ 10 milhoes da verba de publicidade nos últimos 18 meses. Nesse momento a Ogilvy nao tinha nenhuma campanha em andamento com a agora ex-coligada.

Blue Bus

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Folha chama relatórios de auditoria de "dossiês", para abafar rombo de R$ 850 milhões da turma do Serra/FHC

A Folha de José Serra (jornal Folha de São Paulo) e Veja são uma piada, que só agrada os humores de corruptos demo-tucanos. Arrumaram uma "notícia" dizendo que fundo Previ é fábrica de "dossiês".

Segundo o jornal, um dos "dossiês" da PREVI seria contra ACM, na CPI dos Correios em 2005.

Acontece que o referido "dossiê", não passa de um relatório contábil da PREVI, para suprir informações à CPI, e demonstrar um prejuízo de cerca de R$ 850 milhões, na construção e manutenção do resort Costa do Sauípe, no litoral norte da Bahia, com forte influência de então senador ACM e do então governador Paulo Souto (DEMos/BA).

Costa do Sauípe é resultado de uma transação comercial que, além da Previ, envolveu a construtora Odebrecht e o banco FonteCindam, fechado em 1999 após aparecer implicado no mesmo escândalo do banco de Salvatore Cacciola (ex-sogro do vice de José Serra).


Vejam o texto completo no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Empresário diz ter organizado 18 festas com prostitutas para Berlusconi

Dois jornais italianos publicaram nesta quarta-feira os primeiros detalhes do escândalo envolvendo o primeiro-ministro Silvio Berlusconi. Em depoimento à polícia, o empresário Gianpaolo Tarantini revelou ter organizado 18 festas com 30 mulheres dispostas a fazer sexo "se a necessidade aparecesse" para obter favores de Berlusconi.
...
"Prostituição e cocaína são os ingredientes para obter sucesso na sociedade", disse Tarantini, citado pelo jornal "La Stampa".

Leia a íntegra dessa notícia AQUI.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Combate à corrupção é bandeira da direita

Celso Lungaretti

A notícia do momento é mais um escândalo de uso dos recursos públicos para finalidades pessoais de congressistas. Desta vez, a lama respingou até no Gabeira e na Luciana Genro.

É o tipo de assunto do qual mantenho sempre distância.(...)

Por um motivo simples: a desproporção entre o dano causado ao cidadão comum pelos ladrões de galinha da política e as atividades corriqueiras dos capitalistas é incomensurável.


Vejam o texto completo no Correio da Cidadania

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Chefe do Exército colombiano renuncia em meio a escândalo por execuções

Bogotá, 4 nov (EFE).- O chefe do Exército colombiano, general Mario Montoya, renunciou hoje ao cargo em meio a um escândalo devido às execuções extrajudiciais cometidas, aparentemente, por membros de sua instituição.
O alto oficial tomou a decisão cinco dias depois que o presidente colombiano, Álvaro Uribe, anunciou a destituição de 27 oficiais e suboficiais do Exército, entre eles três generais, por causa de uma investigação devido ao desaparecimento e morte de cerca de 20 jovens nos arredores de Bogotá.

Último Segundo

quinta-feira, 10 de julho de 2008

50% dos presos esperam decisão dada a Dantas

Metade da população carcerária brasileira, de acordo com números oficiais do ministério da Justiça, espera decisão semelhante àquela que o banqueiro Daniel Dantas recebeu do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes. Do total de 422.373 presos em todo o País, mais de 211 mil estão em situação provisória - ainda sem condenação - e poderiam aguardar o julgamento em liberdade, como ocorrerá com Dantas.
...
Na decisão do ministro Gilmar Mendes a favor de Daniel Dantas, o presidente do STF alega que a coleta de provas já havia sido cumprida no período em que Dantas esteve preso ou sob investigação. Diz o ministro na decisão:

"Não se pode decretar prisão temporária com base na mera necessidade de oitiva dos investigados, para fins de instrução processual."

Traduzindo-se do juridiquês: ninguém pode ficar preso para ser questionado sobre os crimes que supostamente praticou. Ninguém. Continua o deferimento:

"O interrogatório constitui ato normal do inquérito policial, em regra levado a efeito com o investigado solto, ante a garantia fundamental de presunção de inocência".

Ou seja: todo cidadão é inocente até que se prove o contrário. Deve ser feito o interrogatório, portanto, segundo o presidente da Corte máxima brasileira, "com o investigado solto". Mais de 211 mil presos, em todo o País, devem concordar com o ministro.

Terra Magazine