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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

No Rio, militante é ameaçada após denúncias contra policiais

Ativista da Rede contra a Violência do Estado do Rio de Janeiro, Márcia Honorato relatou à secretaria estadual de Direitos Humanos as ocorrências de ameaças de morte e de um atentado frustrado no centro da capital, depois de ter feito denúncias contra a violência policial em morros cariocas.
Na terça-feira (13/09), na Cinelândia, um Siena cinza foi jogado contra a militante, que a princípio imaginou que se tratava de uma manobra irresponsável. Mais tarde, ao parar numa barraca de cachorro-quente, por volta das 21h, os ocupantes do mesmo carro passaram a observá-la. Márcia notou que o grupo havia conversado com policiais. Ao retomar a caminhada, sofreu uma nova tentativa de atropelamento do Siena.
Nervosa com os arrancos do automóvel, ela correu para um bar e se trancou no banheiro. O vidro do Siena foi aberto, segundo relata, e surgiram homens encapuzados.


Continue lendo, e confira a entrevista, no Terra Magazine

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Os Desaparecidos do Rio de Janeiro


Enquanto Sérgio Cabral, o governador do Rio de Janeiro, comemora a redução de 11,4 % de homicídios no primeiro semestre de 2011 em relação ao mesmo período de 2010, o número de desaparecidos continua com números expressivos e crescentes. Aumentou de 2.643, em 2010, para 2.879, em 2011, ou seja  9%.  E nessa conta não entram os cadáveres e ossadas encontrados no estado, número que foi 329 em 2010 e 299 em 2011, a maioria dos quais enterrados como indigentes, sem sequer um cruzamento com os registros de desaparecidos. É por conta desses números que Antonio Carlos Costa, presidente do Movimento Rio de Paz  afirma: “Enquanto não houver esclarecimento dos casos de pessoas desaparecidas, qualquer afirmação em termos absolutos sobre redução de homicídio no Rio de Janeiro é chute”.
Na cidade do Rio de Janeiro, uma média de 200 pessoas por mês tem seus sumiços registrados nas delegacias. Embora cerca de 70% dos desaparecidos reapareçam, já que na categoria entram os jovens que fogem de casa e os idosos que se perdem na rua, Ignácio Cano, do Laboratório de Análise da Violência da UERJ, lembra também que muitos desaparecidos não são registrados. “A gente conhece muitos casos de favelas nas quais uma pessoa foi morta, o corpo não foi encontrado, mas a família não registra por medo da polícia, porque já sabe que as vítima morreu e não tem expectativa de encontrar a pessoa com vida.”

Confira o texto completo na CartaCapital

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

terça-feira, 18 de novembro de 2008

CPI das Milícias indicia 226 envolvidos com grupos armados

Relatório final será apresentado à Anistia Internacional.
Deputados apresentaram propostas, como o desarmamento dos bombeiros.

No relatório final da CPI das Milícias, apresentado nesta sexta-feira (14), o presidente e o relator da comissão, deputados Marcelo Freixo e Gilberto Palmares, pediram o indiciamento de 226 pessoas suspeitas de envolvimento com grupos paramilitares.

Continue lendo no G1.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Tiro no rosto identifica crimes cometidos por milícias do Rio de Janeiro

Se os tiroteios se tornam mais raros nas áreas controladas pelas milícias, as mortes com características de execução aumentam. O crime cometido pela milícia é, geralmente, identificado com um tiro final no rosto. "Os corpos são colocados na rua, sempre no fim do dia, e o último tiro é sempre no rosto. O objetivo é desfigurar completamente a pessoa. Isso amplia o medo, que é um elemento muito importante para quem vende segurança e provoca terror. Essa é a lógica", descreve o deputado Marcelo Freixo (P-SOL), presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Milícias, instalada na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro.

A notícia completa no UOL Notícias.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Deputado Natalino pede dispensa de depoimento na Justiça, diz advogado

O advogado do deputado estadual Natalino José Guimarães (DEM) afirmou que seu cliente pediu dispensa do depoimento que seria tomado nesta quarta-feira (23) no Tribunal de Justiça do Rio. Natalino foi preso segunda-feira (21) à noite, suspeito de comandar um grupo de milícia na Zona Oeste do Rio.

Ainda segundo o advogado, o deputado não vai falar em juízo, mas permanecer na audiência para ouvir as testemunhas de acusação, que falam ainda esta quarta.

Mais no G1.

terça-feira, 3 de junho de 2008

As milícias cariocas

Criadas sob o "inocente" argumento de enfrentar o tráfico de drogas e livrar as comunidades carentes do crime organizado, as milícias compostas por policiais, agentes penitenciários, bombeiros e ex-servidores da Segurança Pública dominam hoje bem mais do que as 78 comunidades onde fincaram suas garras e estruturaram um exército muito bem armado. Elas ditam as leis a aproximadamente 2 milhões de cariocas e os submetem a um código penal que nunca foi escrito. Todos conhecem bem cada parágrafo, onde estão previstas a tortura e a morte a quem desafiar as suas regras. Um desmando sofrido pela equipe de O DIA.

Texto completo no blog do Luis Nassif.