quinta-feira, 1 de julho de 2010
Você já foi à Bahia, Nêgo, andar de elevador? Não?! Então vá ao Rio!
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Rio aumenta indenização a famílias de policiais mortos
Notícia do G1.
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Beltrame diz que "polícia agiu corretamente", mas estuda punição aos policiais
"A polícia agiu corretamente. Ela reagiu aos tiros que foram dados, fez a perseguição, chamou reforço, acendeu todos os seus alarmes possíveis para que esse carro parasse. Ela foi agredida a tiros e reagiu com um tiro no pneu desse carro", declarou Beltrame nesta terça-feira (15), ao sair de uma reunião no Palácio Guanabara, sede do governo.
Jefferson abordou o Siena prata em que estava o administrador, na zona norte do Rio, e mandou que ele passasse para o banco do carona. Segundo a PM, quando o bandido avistou uma viatura do 22º BPM (Maré), mudou bruscamente de direção, o que fez com que os policiais suspeitassem. Os PMs perseguiram o veículo pela avenida Brasil e Jefferson teria começado a atirar. A polícia reagiu e Luiz Carlos foi atingido na troca de tiros.
Texto completo no UOL Notícias.
Cinegrafista flagra ação da PM que causou morte de administrador no Rio
As imagens mostram que os PMs envolvidos na ação arrastam o administrador, ainda vivo, pelo asfalto, e mexeram diversas vezes na cena do crime. Antes de as imagens serem divulgadas, a Polícia Militar concedeu entrevista e classificou a atitude dos policiais como correta e cautelosa.
Notícia completa na Folha Online.
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Polícia do Rio de Janeiro é a que mais mata no mundo
Notícia completa no G1. Esta notícia contraria o governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral Filho, que disse que os PM's assassinos eram uma "aberração". Disparar para matar parece estar sendo método de trabalho da PM carioca.
Justiça decreta prisão temporária de PMs envolvidos em morte de menino no Rio
Texto completo na Folha Online.
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Polícia do Rio matou mais e apreendeu menos armas e drogas no 1º trimestre
O Rio voltou a registrar aumento nos casos de pessoas mortas pela polícia em confrontos --os chamados autos de resistência. No primeiro trimestre deste ano, houve 358 casos do tipo, 12% a mais que o registrado no mesmo período do ano passado (318). O número consta no balanço dos índices de criminalidade do primeiro trimestre de 2008, divulgado na tarde desta terça-feira pelo ISP (Instituto de Segurança Pública), órgão do governo do Rio responsável pelas estatísticas criminais.
Em 2007, o número de mortes por policiais (1.330) já havia sido 25% maior que o de 2006 (1.063) e atingido a maior marca deste tipo de crime desde 1998, quando o governo do Rio começou a contabilizar os autos de resistência. Em fevereiro deste ano, a ex-presidente do ISP Ana Paula Miranda foi exonerada do cargo depois de a entidade divulgar números recordes de autos de resistência. Na época, ela disse haver risco na transparência dos índices de violência no Rio com sua saída.
Ao contrário dos autos de resistência, a quantidade de policiais mortos diminuiu. Quatro morreram em serviço e 24 em folga no período, contra dez em serviço e 31 em folga nos três primeiros meses de 2007. Em todo o ano passado, foram 32 mortos em serviços e 119 em folga, de acordo com o ISP.
Esta notícia continua na Folha Online.
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Polêmica - Cabral responde à OAB: o governo não deseja o confronto, mas não vai recuar
- O governo do estado do Rio de Janeiro reitera que as ações da polícia são planejadas com inteligência, que não deseja o confronto, mas que ele é inevitável. O governo não vai recuar de sua obrigação de buscar e garantir a segurança da população.
Mais cedo, o presidente da OAB do Rio de Janeiro, Wadih Damous, reagira duramente à ironia feita pelo governador do Rio, Sérgio Cabral , às críticas à ação policial na favela da Coréia , ocorrida nesta semana. Em nota, Damous afirmou que a OAB ficou chocada com as imagens da caçada promovida por um helicóptero da polícia a dois fugitivos, aparentemente desarmados. A ação, aponta o texto, foi mais um episódio da guerra travada na cidade em nome do combate à criminalidade, que a sociedade carioca assistiu "já quase sem qualquer espanto" e resultou nas "costumeiras mortes de pessoas sem nomes e vitimou uma criança de 04 anos de idade e um policial". Os leitores do GLOBO ONLINE, em seus comentários, criticaram com veemência a posição da OAB .
Texto completo, d'O Globo, no Leituras e Opiniões. Comentário: Ainda bem que a OAB RJ está sendo diferente da OAB SP...