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sábado, 14 de maio de 2011

Cinco Estratégias Comunicacionais de Guerra dos Estados Unidos

Por Felson Yajure

Tradução: ADITAL - 09/05/11

As guerras da atualidade começam nos meios. Em cada guerra, os meios do imperialismo tentam convencer-nos de que seus governos estão atuando bem e, para isso, utilizam 5 estratégias:

1. Ocultar a verdade: que a causa real são nos interesses econômicos. 2. Colocar a vítima como agressor e culpada e ao agressor como o defensor da justiça. 3. Desprestigiar às vítimas. 4. Monopolizar a informação. 5. Ocultar a história.

Essas estratégias também foram aplicadas contra a Líbia, uma revolta espontânea rapidamente transformada em guerra civil, aprendendo com o caso do Egito, onde ainda existe o perigo de perda do controle. Podemos dizer: Na política, nada cai do céu!

Vejam os cinco pontos estratégicos em detalhe em ADITAL

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

A propósito das "dez estratégias de manipulação de massa", atribuída a Noam Chomsky

Por Jean Bricmont [*]

Um texto intitulado "As dez estratégias de manipulação de massas" (http://www.pressenza.com/npermalink...) atribuído a Noam Chomsky circula amplamente na net nestes últimos dias [NR]. Já se vê, igualmente, na "grande" imprensa, em resposta a este texto, críticas a Chomsky como "adepto da teoria da conspiração" [1].

O 10º princípio reflete bem os fantasmas, freqüentes na extrema esquerda, sobre o conhecimento que o "sistema" teria do indivíduo médio graças "à biologia, a neurobiologia e a psicologia aplicada", o que é muito diferente do que pensa Chomsky, o qual sabe que o conhecimento (verdadeiramente) científico do ser humano é extremamente limitado.

Como este texto me parecia ser uma simplificação e uma deformação do seu pensamento, e como não encontrei o seu equivalente em inglês, perguntei-lhe para tirar a limpo. Eis a sua resposta: "Não tenho nenhuma idéia de onde surge isso. Não fiz esta compilação, não a escrevi, não a coloquei na web. Suponho que aquele que o fez poderia pretender que são interpretações daquilo que escrevi aqui e ali mas certamente não sob esta forma nem como lista".

Vejam o texto completo em PATRIA LATINA

terça-feira, 27 de abril de 2010

Plano Brasil 2022 prevê fim do analfabetismo, da miséria e da desnutrição

Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil

Brasília - Se cumprir todas as metas previstas pelo Plano Brasil 2022, no ano de seu bicentenário da Independência, o país terá erradicado o analfabetismo, a miséria e a desnutrição, bem como amenizado as disparidades social, de gênero e racial. Além disso, a qualidade de vida da população estará melhor graças a investimentos em infraestrutura, em especial a de transportes públicos. A expectativa é de que o bem estar do brasileiro fique mais próximo ao dos cidadãos de países desenvolvidos.

O cenário otimista consta da primeira parte do Plano Brasil 2022, divulgada hoje (27) pelo ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), Samuel Pinheiro. “Nosso objetivo é o de sermos um país desenvolvido. Certamente isso não será alcançado em 2022 porque a renda per capita estará ainda em apenas US$ 12 mil. Mas teremos dado um passo muito significativo nesse sentido”, afirmou o ministro.


Vejam o texto completo na AGÊNCIA BRASIL

domingo, 22 de março de 2009

Liturgia e estratégia: et pur se muove, por José Luís Fiori

(...)
Na mesma semana da reunião brasileira, o encontro do G 20, na Grã Bretanha, consagrou o fim da ordem econômica conservadora instaurada pelas reformas liberais da década de 1980. E a vitória eleitoral do candidato presidencial da Frente Farabundo Marti para a Libertação Nacional – FMLN, nas eleições presidenciais de El Salvador, consagrou o fim de uma era geopolítica que começou na América Central, com a intervenção do governo americano na Nicarágua, Honduras e El Salvador, agora governados pelas forças políticas que foram derrotadas durante a “segunda guerra fria”, da administração Reagan, na mesma década de 80.


Vejam o texto completo no Portal da Fundação Perseu Abramo