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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

MEC reajusta piso nacional do magistério para R$ 1.187

Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O Ministério da Educação (MEC) divulgou hoje (24) o novo valor do piso nacional do magistério. O reajuste foi de 15,8%, elevando o piso de R$ 1.024 para R$ 1.187 para uma jornada semanal de 40 horas e vale para professores de educação básica da rede pública.

O piso nacional do magistério foi estabelecido por lei em 2008, mas, segundo as entidades que representam a categoria, ainda é desrespeitado na maioria dos estados e municípios. Há ainda divergências sobre o cálculo do reajuste. De acordo com a legislação, o piso deve ser atualizado com base no percentual de crescimento do valor por aluno estabelecido pelo Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) para matrículas dos primeiros anos do ensino fundamental urbano.


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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Parlamentares criam bancada em defesa do piso nacional para os professores

Os professores ganham, na próxima quarta-feira (19), um aliado na defesa do piso salarial da categoria. Trata-se da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Piso Nacional dos Professores, composta por deputados e senadores com o objetivo de se contrapor à ação movida pelos estados do Rio Grande do Sul, Ceará, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul, que questionam o piso de R$ 950.

Mais no UOL Educação. Nem tudo é notícia ruim vinda do Congresso.

sábado, 18 de outubro de 2008

10 estados aderem à mobilização pelo piso dos professores


Professores de pelo menos dez estados do país se mobilizaram nesta quinta (16), mais uma vez, para defender a implementação da lei do piso nacional do magistério. Sancionada há três meses pelo presidente Lula, a lei, que estabelece o piso de R$ 950 para a categoria, vem sendo questionada por alguns estados e municípios, que alegam que não terão dinheiro suficiente para arcar com a nova despesa. O piso entra em vigor em 1º de janeiro de 2009.

Ao contrário do que que ocorreu no mês passado, não foi convocada paralisação das atividades em nenhum estado. Para chamar a atenção para a importância de um piso para os professores, sindicatos organizaram manifestações em assembléias legislativas, panfletagens, audiência e reuniões. A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) ainda não divulgou um balanço das ações.

Para o presidente da CNTE, Roberto Leão, alguns governos estaduais continuam resistentes, mas “sossegaram por enquanto”, em razão das eleições. “Mas tenho certeza que, depois do período eleitoral, eles vão voltar a fazer oposição com força”, prevê.


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