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quarta-feira, 3 de julho de 2013

A covardia europeia contra o presidente Evo Morales

Paris - Os europeus são incorrigíveis. Para não ficar mal com o império norteamericano são capazes de violar todos os princípios que defendem nos fóruns internacionais. O presidente boliviano Evo Morales foi o último a experimentar as consequências dessa política de palavras solidárias e gestos mesquinhos. Um rumor infundado sobre a presença no avião presidencial boliviano do ex-membro da Agência Nacional de Segurança (NSA) norteamericana, o estadunidense Edward Snowden, conduziu a um sério incidente diplomático aeronáutico entre Bolívia, França, Portugal e Espanha.

Vejam mais em CARTA MAIOR


Veja também: 
- Morales: proibição de voo sobre países europeus responde a uma "política imperial" (no Opera Mundi);


segunda-feira, 27 de maio de 2013

Aécio utiliza Folha para justificar atentado contra Novojornal

Após a publicação de denúncia da utilização indevida da PGR-MG para monitorar o Novojornal a serviço de Aécio, ele justificar-se em artigo na Folha

“Só mesmo em pleno Regime Militar as instituições da República foram utilizadas de maneira indevida para instaurar procedimentos investigatórios fundamentados na quebra da segurança Jurídica e das garantias individuais constitucionais, como vem ocorrendo em Minas Gerais. Novojornal, desde 2006 denuncia este fato e já havia sido vítima deste esquema em 2008, o que novamente ocorre, desta vez através da PGR-MG.

Chegou à redação do Novojornal, no início do mês de fevereiro deste ano, uma denúncia de que, desde o final do ano passado, através de uma representação do ex-procurador da república e advogado do senador Aécio Neves, Dr. João Batista de Oliveira Filho, que se encontrava em andamento na Polícia Federal sobre a classificação de “Sigiloso”, um procedimento investigatório contra o Novojornal e seu diretor responsável Marco Aurélio Carone.

Vejam mais em NOVOJORNAL

domingo, 9 de dezembro de 2012

Quando o jornalismo é covarde





Por Kiko Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:
“Qualquer jornalista que não seja demasiado obtuso ou cheio de si para perceber o que está acontecendo sabe que o que ele faz é moralmente indefensável”. Janet Malcolm
Uma das imagens mais revoltantes da história do jornalismo foi publicada hoje na capa do tabloide New York Post. Um homem tenta voltar à plataforma da estação na rua 49, enquanto o trem do metrô vem em sua direção. Seu nome era Ki Suk Han, imigrante coreano de 58 anos, casado, uma filha. Han morreria em decorrência dos ferimentos.
A reação foi instantânea. Por que o fotógrafo freelancer R. Umar Abbasi preferiu clicar ao invés de tentar salvar seu personagem? Por que o Post publicou? Por que ninguém presente à cena fez nada?  


Vejam mais em PATRIA LATINA

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Homem ateia fogo em criança que dormia em praça de Maceió


O desempregado Douglas de Oliveira Roosi, de 30 anos, foi preso, neste domingo (5), acusado de atear fogo em uma família de moradores de rua que estava em um coreto na Praça da Faculdade, no bairro do Prado, na região central de Maceió. No atentado, uma criança de oito anos ficou ferida com várias queimaduras e foi socorrida para o Hospital Geral do Estado.
Segundo a polícia, no momento do incêndio estavam no coreto o morador de rua José Ailton Pereira da Silva, de 37 anos, o filho de oito anos e uma outra criança de 7 anos, que não tiveram os nomes revelados. O homem chegou com um galão de gasolina, jogou o combustível contra as vítimas e ateou fogo.

Continue lendo no Tudo na Hora.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Memória da ditadura – Exclusivo: Dossiê aponta sevícias e assassinato de militante do PCBR

Detalhe do laudo cadavérico constante no
 processo que ainda não foi julgado

Ela nasceu no interior de Mossoró, no Rio Grande do Norte, na cidade de Martins (região serrana do Estado), em 9 de julho do ano de 1945. Recebeu o nome de Anatália, uma espécie de equívoco ortográfico, que evidencia a pouca escolaridade dos pais, ou do tabelião. Coisas do interior, de um Brasil tão diverso e gigante, que quando se diz Natália no Sul, ecoa no Norte como Anatália e assim fica sendo.
Logo, quando tinha apenas cinco anos, a família se transferiu para Mossoró, onde ela fez o curso primário, o ginásio e, por fim, cursou o científico, concluído em 1967. Trabalhava durante o dia, na Cooperativa de Consumo Popular, para estudar à noite. Em 1966, um ano antes da formatura, se apaixonou e iniciou namoro com um bancário, Luiz Alves Neto, emprego fixo no Banco do Brasil. Dava para se casar, e assim o fizeram, em 1968. Parou de trabalhar fora de casa, dedicando-se à atividade de costureira. A vida seguia sem sobressaltos, casa popular comprada pelo financiamento do Fundo de Habitação Popular do Estado de Pernambuco (FUNDHAP), louça e mobília. 

Vejam o texto completo em CORREIO DO BRASIL


quinta-feira, 5 de abril de 2012

Chile aprova lei contra discriminação após morte de jovem gay

A Câmara dos Deputados do Chile aprovou nesta quarta-feira a maioria dos artigos de uma lei que pune a discriminação por orientação sexual ou religiosa. A lei, que tramitava no Congresso desde 2005, foi votada após a morte de Daniel Zamudio, um homossexual de 24 anos que agonizou por três semanas após ser surrado por um grupo de neonazistas.


Continue lendo no Correio do Povo

quarta-feira, 14 de março de 2012

Os valentes de ontem, os poltrões de hoje e uma pergunta

Eric Nepomuceno

Se justiça houver algum dia, será para conceder aos militares, além de funcionários civis implicados em crimes contra a humanidade, aquilo que eles negaram aos torturados, levados ao exílio, seqüestrados, assassinados. Aquilo que negaram às mulheres humilhadas e violadas: o direito de defesa. Valentes diante de prisioneiros amarrados, valentes diante de mulheres indefesas e vexadas, agora se derretem, furiosamente, de medo que essa valentia toda seja conhecida e julgada. O artigo é de Eric Nepomuceno.  

Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

terça-feira, 13 de março de 2012

'Ele fez de mim um monstro', diz belga atacada com ácido pelo ex-amante




Uma mulher belga que teve a face deformada após ser atacada por seu amante com ácido depôs na corte nesta segunda-feira (12) contra o homem. "Ele fez de mim um monstro", afirmou Patricia Lefranc, que passou por 86 operações após o que ela descreve como uma tentativa de assassinato.




Confira no G1.

domingo, 11 de março de 2012

O sítio da tortura

Na zona sul de São Paulo um sítio isolado guarda histórias de terror que podem ajudar a entender um dos pontos obscuros da ditadura - os centros clandestinos de tortura. E a assombrosa colaboração civil

“Você está em poder do braço clandestino da repressão. Ninguém pode te tirar daqui”, é o que você ouve quando chega no sítio, depois de mais de uma hora metido no banco de trás do fusquinha com um capuz quente na cabeça, e a cabeça entre as pernas.
Você foi apanhado na Avenida Brigadeiro Luis Antônio, uma das mais movimentadas de São Paulo. Te enfiaram dentro do carro, dois homens grandes, meteram o capuz. Então você é todo ouvidos e corpo, e cada balanço ou ruído vai se gravando na sua mente tão vivo que você se lembrará deles para o resto da vida.
Minutos depois, pegam a estrada. Tráfego intenso. Saem da cidade, estradinha de terra, passa um trem, devagar. Quando o carro finalmente estaciona, você ouve a frase de boas-vindas e, apavorado, consegue memorizar o chão de cimento, por onde é empurrado antes de ser arremessado por escada que leva a um lugar subterrâneo. Os seus algozes chamam aquilo de “buraco”, com razão. Não tijolos, nem paredes, o calor é forteç cada vez que você apalpa à volta, caem blocos de terra molhada. O chão é lodoso. Seu cativeiro é úmido e infinito.  

Vejam o texto completo em PÚBLICA

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

'Quem nega o passado é covarde'

O general Pedro Aguerre, comandante do Exército uruguaio mandou suspender qualquer pacto de silêncio em torno de crimes praticados na ditadura. Aguerre disse que o Exército que comanda não encobrirá delinqüentes e homicidas em suas fileiras, e ordenou que seja posta à disposição da Justiça toda informação possível para esclarecer os crimes de terrorismo de Estado. Quer que a Justiça estabeleça a responsabilidade material do Exército em casos de assassinato, seqüestro e tortura de presos políticos. O artigo é de Eric Nepomuceno. 

Vejam mais em CARTA MAIOR

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Denuncia que abortou por causa da violência policial no Occupy Seattle

Uma mulher grávida que foi atacada com spray de pimenta durante os protestos do Occupy Seattle denuncia que perdeu o bebê cinco dias depois por causa da violência exercida pela polícia. Jennifer Fox, de 19 anos, alega também que além de ser literalmente ensopada por spray de pimenta, a polícia a golpeou no estômago duas vezes. Afirma que um policial deu-lhe um chute e um outro a empurrou com a roda de sua bicicleta, enquanto dispersavam os manifestantes em 15 de novembro passado.


Vejam o texto original e o vídeo em PÚBLICO.ES ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ORION

Violência contra as mulheres: um fenómeno multidimensional

A violência contra as mulheres é uma forma de discriminação e uma violação de direitos humanos, sendo que a sua persistência constitui um pesado retrocesso civilizacional. Tendo em conta que as suas manifestações são variadas e complexas, a resposta a este fenómeno terá que ser global, estratégica e exige o envolvimento de toda a sociedade.

Ao invés de constituir um conjunto de fenômenos isolados e facilmente repreensíveis pelo conjunto da sociedade, a violência contra as mulheres constitui uma realidade cultural que se fundamenta na relação estrutural de desigualdade que existe entre mulheres e homens.
A permanente repressão contra as mulheres visa, na realidade, perpetuar a sua menorização e constituir uma forma de controlo sobre o seu poder e a sua sexualidade.  

Vejam mais em ESQUERDA.NET

quarta-feira, 9 de março de 2011

Homens atacam com violência manifestação de mulheres no Cairo

Um protesto na praça Tahrir (Liberdade) no Cairo reivindicando a igualdade de gênero em comemoração do Dia Internacional da Mulher derivou em violência logo depois que um grupo de homens irrompeu para praquejar contra as manifestantes.

A chamada “Marcha do Milhão de Mulheres”, uma manifestação pacífica em prol de um maior protagonismo na política e maior igualdade para as mulheres, acabou em incidentes violentos que obrigaram o Exército a realizar disparos ao ar para dispersar os homens envolvidos nas brigas enquanto várias centenas de mulheres se viram presas no centro dos enfrentamentos.


Vejam mais detalhes em CUBADEBATE

sábado, 4 de dezembro de 2010

Boicotem a Amazon!

Daniel Ellsberg, o responsável pela divulgação em 1971 dos “Documentos do Pentágono”, acusa a empresa norte-americana de servilismo por ter expulsado o Wikileaks dos seus servidores e apela a que ninguém lá faça compras.

O mais famoso whistleblower (responsável por fugas de informação) dos EUA antes do Wikileaks, Daniel Ellsberg, publicou uma carta aberta à Amazon em que acusa a empresa de servilismo e cobardia diante das ameaças do senador Joe Lieberman e de outros políticos direitistas. A empresa retirou dos seus servidores o site Wikileaks, tirando-o do ar por umas horas.



Vejam mais detalhes em ESQUERDA.NET

sábado, 30 de outubro de 2010

Polícia chilena golpeia duramente uma mulher mapuche grávida de 8 meses.

Uma mulher sofreu um violento constrangimento hoje pela manhã na comunidade Pancho Curamil de Victoria. Sua família é parte da mobilização pelos direitos mapuche convocada na Alianza Territorial Mapuche.
Uns 20 policiais invadiram a casa do líder mapuche Pascual Alberto Curamil durante esta manhã, no setor rural de Victoria. Alí golpearam e ameaçaram a esposa deste, a qual se encontrava só e apresenta gravidez de oito meses. O grupo atuou por ordem do promotor de Collipulli Claudio Campos.

Vejam mais detalhes em KAOSENLARED.NET

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Serra ataca de novo o Mercosul. Valentia, só com os fracos

Seguindo na sua linha de que bom mesmo é ser amigo dos ricos, José Serra voltou a atacar hoje o Mercosul. Segundo ele disse à Folha, o Brasil teria mais chances sozinho de fechar, de forma ágil, um acordo com a União Europeia, sem depender do Mercosul. “Seria importante ter uma flexibilização das regras do Mercosul. O Brasil tem condições de avançar mais sozinho”, disse o tucano.

Ele fez críticas à política externa do governo Lula. Serra disse que “o Brasil investiu muito em estreitar relações com países de pouca relevância no comércio mundial”.
Não tenho dúvidas que Serra fecharia mais rápido os acordos com os países ricos. É mais rápida a negociação onde o lado mais fraco diz: “sim, senhor”, “certo”, “está bem”, e “seja como o senhor quiser, patrão”.


Vejam mais no blog TIJOLAÇO

sexta-feira, 21 de maio de 2010

De animal se faz o homem

Por Sulamita Esteliam [Terça-Feira, 18 de Maio de 2010 às 22:20hs]

A animalidade é uma característica própria do ser humano. Só que o macho bípede não-emplumado, ao contrário do que ocorre no reino dito selvagem, consegue ser mais violento do que a fêmea, particularmente no ambiente doméstico. Na rua, entre seus pares, o valente espancador e/ou matador de mulheres e crianças pode até arrotar vantagem, mas costuma baixar a cabeça e enfiar o rabo entre as pernas diante de um predador, ou de quem grite mais alto do que ele.

Traduzida em violência, de qualquer natureza, a macheza nada mais é do que a outra face da covardia. Só os covardes, destituídos de amor próprio, usam a força física ou a incontinência verbal ou a instabilidade emocional e a morte como armas de destruição. Quem ama a si próprio, ama ao outro. E quem ama cuida, preserva, respeita, não machuca, não mata.


Vejam o texto completo na REVISTA FÓRUM

terça-feira, 27 de abril de 2010

Violência sexual contra as mulheres continua sendo arma de guerra

Adital -
A violência sexual contra as mulheres continua sendo transformada em arma de guerra. Foi esta uma das constatações do Alerta 2010! Relatório sobre conflitos, direitos humanos e construção da paz. O documento, elaborado anualmente pela Escola de Cultura de Pau da Universidade Autônoma de Barcelona, analisa a situação mundial no que diz respeito aos conflitos armados e às oportunidades de paz.

Em sua nona edição o Alerta! Analisou os 31 conflitos armados que aconteceram durante o ano de 2009. Grande parte ocorreu na Ásia (14), seguido pela África (10). O ano terminou com 29 conflitos armados ainda em andamento; 12 conflitos se intensificaram durante o ano e oito mostraram uma redução nas hostilidades. Segundo o relatório, os demais não mudaram em nada.

Vejam o texto completo em ADITAL

terça-feira, 20 de abril de 2010

Serra é o anti-Lula e não o pós-Lula


[Altamiro Borges] A estratégia está na rua, nas capas do grandes jornais, nas comunidades apócrifas, nos ataques covardes na Internet. O "anjo" Serra decidiu se transvestir de “pós-Lula” para que possamos esquecer todas as suas maldades do passado. O que nos resta é desconstruir esta farsa. Isto que vai significar avançar ou retroceder como nação.


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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

La hora de la patota de la Armada


El Tribunal Oral Federal 5 juzgará desde hoy a Astiz, Acosta, Cavallo, Pernías y Rolón, entre otros acusados de la Marina y fuerzas de seguridad, por los crímenes de Rodolfo Walsh, las monjas francesas, las fundadoras de Madres y otras 79 víctimas.

Hoy, a las 10, en el subsuelo de Comodoro Py, un tribunal argentino comenzará a juzgar a diecisiete represores de la ESMA, símbolo universal del terrorismo de Estado. Quedan detrás un tercio de siglo de impunidad, las leyes del olvido de Raúl Alfonsín, los indultos de Carlos Menem, la resistencia de las corporaciones política, judicial, empresaria y eclesiástica, y también centenares de madres y padres que murieron sin llegar a conocer justicia para sus seres queridos.

“¿Sabe cuántos Astiz hubo en la Armada?”, preguntó a un periodista en 1985 el contraalmirante Horacio Mayorga. “Trescientos”, confesó. El Tribunal Oral Federal 5 juzgará al primer puñado: trece marinos, dos policías, un prefecto y un oficial del Ejército. La lista incluye al capitán Jorge Acosta, jefe de inteligencia del Grupo de Tareas 3.3, y al propio Alfredo Astiz, icono de la cobardía desde que su foto rendido en Malvinas permitió identificarlo como quien se infiltró entre las Madres para seleccionar a las mujeres que la Armada arrojaría con vida desde un avión en vuelo. También estarán los capitanes Antonio Pernías y Juan Carlos Rolón, detonantes involuntarios de la confesión de Alfredo Scilingo a mediados de los ’90; el comisario Ernesto Weber, que les enseñó a usar la picana eléctrica en nombre de la Policía Federal, y el vicealmirante Oscar Montes, ex canciller de la dictadura.

(Nota do editor: - abaixo, texto que acompanha a foto:
Los represores Alfredo Astiz, Jorge Acosta, Ricardo Cavallo y Adolfo Donda.)

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