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terça-feira, 8 de maio de 2012

Marilyn Monroe, em contato com a KGB

A mítica atriz de Hollywood esteve em contato com os serviços de inteligência soviéticos e teve até uma relação sentimental com um de seus agentes. 
Na biografia da legendária atriz de Hollywood ainda restam episódios pouco conhecidos. Um deles é ‘uma viagem secreta’ a Moscou. Alguns acreditam que é uma lenda chamativa e falsa, mas a diretora e roteirista Lyudmila Temnova, que fez um filme sobre Monroe, disse o contrário. 
A diretora de cinema contatou o ex-agente da KGB, suposto 'companheiro sentimental' de Monroe. Segundo seu testemunho tudo começou quanto ele trabalhava sob cobertura diplomática numa visita de Nikita Kruschov aos EEUU. O agente afirma que conheceu a atriz por casualidade na embaixada soviética e logo sua amizade se converteu em "um sentimento".  
 
Vejam o texto original em RT ou uma tradução livre em NEBULOSA.DE.ÓRION

quinta-feira, 10 de junho de 2010

O fascinante fascismo de Lady Gaga: uma nova Leni Riefenstahl?

Há uma semelhança estrutural entre o fascismo e o showbiz, particularmente a Broadway e os musicais de Hollywood, que nem todos percebem. Talvez quem melhor tenha compreendido os paralelos entre o espetáculo dos comícios de Nuremberg e a encenação grandiosa dos palcos e das telas de cinema tenha sido a ensaísta judia norte-americana Susan Sontag, autora do artigo Fascinante Fascismo, de 1974, que analisa a obra de Leni Riefenstahl, cineasta oficial do Partido Nazista.

E quem mais soube traduzir essas semelhanças, embora sempre como paródia, foi o comediante Mel Brooks, também judeu dos EUA, que encenou duas vezes um musical nazista – pensado para ser ofensivo, mas involuntariamente hilário – em Primavera para Hitler (The Producers, 1968) e sua refilmagem Os Produtores (The Producers, 2005), além de fazer Hitler dançar o break no clipe promocional de Sou ou Não Sou (To Be or Not to Be, 1982).



Vejam mais (videos, inclusive) em OPERA MUNDI


quarta-feira, 2 de junho de 2010

Oliver Stone é fã de Dilma


Como foi o encontro com Dilma?
Falamos por uma hora e fiquei muito impressionado com ela. É muito inteligente, uma grande cabeça, tem muita informação. Sabe tudo de energia, de economia, tem determinação e energia. Ela é muito focada e fiquei muito impressionado com isso. Eu como diretor preciso ter muito foco e fiquei impressionado como ela tem foco. Quando ela tem uma ideia, persiste nisso e discute bastante. É isso que nós precisamos, de pessoas com ações. Ela é dedicada ao Brasil, ao crescimento e em continuar o projeto de Lula. Eu estou muito impressionado.

Por que o senhor fez questão de conhecê-la?
Porque ela é o futuro. O Brasil é um país muito importante no mundo, como a Turquia, e o que eles [os dois países] acabaram de fazer no Irã pode não ser muito popular para todos, mas é popular para mim. Nós queremos paz. Nós não queremos uma guerra. E a situação do Irã pode se tornar outro caso como o Iraque. E o que me parece é que os Estados Unidos estão interessados em outra marcha para a guerra. Eu adoro o que o Lula e o Brasil estão fazendo. Eu acho que ela [Dilma Rousseff] vê a necessidade de paz e, ao mesmo tempo, que ela sabe a linha para falar com os Estados Unidos. A situação é muito delicada e sensível.
Leia e saiba mais sobre o encontro no BLOG DA DILMA.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Oscar: Venceu o filme a favor da máquina de guerra

Por Luiz Bolognesi*

Ao contrário do que parece à primeira vista, a polarização entre Avatar e Guerra ao Terror não traduz uma disputa entre cinema industrial e cinema independente, nem batalha entre homem e mulher. O que estava em jogo e continua é o confronto entre um filme contra a máquina de guerra e a economia que a alimenta e outro absolutamente a favor, com estratégias subliminares a serviço da velha apologia à cavalaria.

Continua no Aldeia Gaulesa.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

The People United Will Never Be Defeated

Os velhos Marxs, Karl e Groucho, assistem deliciados o que alguém já definiu como a luta entre capital e trabalho do século XXI, da Nova Era, do mundo movido pela produção intelectual. Por enquanto, só a cegueira dos jornalistas e economistas tradicionais explica que a greve dos roteiristas nos Estados Unidos seja assunto dos cadernos culturais, apenas. É uma das notícias econômicas mais importantes dessa virada de ano, que ameaça impor prejuízos milionários em um dois setores mais dinâmicos e importantes do PIB americano.

Uma coisa que ninguém explica por aqui, e não precisa explicar nos EUA, é como ninguém fura uma greve dessas, por que criadores renomados, estrelas de talk shows, não mandam os roteiristas para as cucuias e escrevem eles mesmos seus scripts, contratam algum talentoso escritos das centenas de universidades com cursos de creative writing nos Estados Unidos...

Um motivo é que os contratos milionários dos David Letterman da vida os desobrigam de inventar as piadas que dirão em público. O outro é que lá, na pátria do liberalismo, sindicato forte manda de verdade, e a grande mídia não se aventura a chamar de atraso e corporativismo a briga legítima pelos direitos do trabalho.

A história, dizia um sábio roteirista, se repete como farsa. Mas pode se repetir como comédia, drama, show de entrevistas, depende de quem se encarrega de escrever o roteiro.


quinta-feira, 21 de junho de 2007

Cidadão Kane volta a ser eleito eleito melhor filme da história

Por Arthur Spiegelman

LOS ANGELES (Reuters) - "Cidadão Kane", o poderoso retrato dirigido por Orson Welles de um magnata de mídia inescrupuloso, derrotou a concorrência de "O Poderoso Chefão" na quarta-feira, conservando seu título de maior filme norte-americano da história.
Críticos de cinema, historiadores e especialistas elegeram "Cidadão Kane" o maior filme americano pela segunda vez em uma década numa pesquisa conduzida pelo American Film Institute (AFI). Os resultados foram revelados num especial de três horas da CBS chamado "100 anos, 100 filmes, edição de 10o aniversário". Mais aqui na agência Reuters Brasil.