sábado, 16 de fevereiro de 2013
O primeiro ministro português, Passos Coelho, é interrompido ao ritmo de "Grandola, Vila Morena"
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Revolução dos Cravos, outra visão: Hoje na História: Sem derramar sangue, Revolução dos Cravos põe fim à ditadura herdada de Salazar
domingo, 26 de abril de 2009
Portugueses celebram 35º aniversário da Revolução dos Cravos
Portugueses saíram às ruas neste sábado para relembrar o 35º aniversário da Revolução dos Cravos.
Também conhecido como "25 de Abril" ou "Dia da Liberdade" em Portugal, o acontecimento foi uma revolta liderada em 25 de abril de 1974 por oficiais intermediários, em grande parte capitães que tinham participado da guerra colonial na África, contra a ditadura iniciada em 1926 por Antônio de Oliveira Salazar e encabeçada, a partir de 1968, por Marcelo Caetano.
Meio atrasado, mas aí está, ora pois... Mais no G1.
sábado, 26 de abril de 2008
Cavaco também esquece o passado. Ou faz por isso
Cavaco Silva é um dos últimos portugueses que podem demonstrar espanto perante aquilo que designa por «ignorância» dos jovens sobre os valores e personagens da «Revolução dos cravos».
Enquanto primeiro-ministro, Cavaco teve oportunidade de definir um rumo para o país. Dinheiro, meios, tempo. E escolheu o betão. Os fundos europeus para formação tiveram o destino que a história guardou e desses dias sobram alguns quilómetros de auto-estrada, hoje quase sempre em obras.
Texto completo no blog português Sobras.
Portugal celebra 34 anos da Revolução dos Cravos
A sessão solene, com início às 10h, vai contar com as intervenções dos representantes dos grupos parlamentares, pelos discursos e Jaime Gama e, por fim, de Cavaco Silva. Este é o segundo ano que Cavaco Silva preside às celebrações oficiais como Presidente da República.
Os festejos da Revolução dos Cravos vão percorrer as ruas da capital durante a tarde, através das iniciativas da Associação 25 de Abril, que promove um desfile entre o Marquês de Pombal e o Rossio, e os protestos de associações de militares. Na Avenida da Liberdade, os militares vão contestar o actual regime na Doença aos Militares.