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quarta-feira, 8 de junho de 2011

"Ele resolve… STF, STJ, ele resolve! O cara tem trânsito político ferrado"

O título da nota é a frase gravada na operação Satiagraha, dita por Hugo Chicaroni, sobre Daniel Dantas. Foi no momento do flagrante da tentativa de suborno do delegado da Polícia Federal Victor Hugo, no vídeo que foi ao ar nos telejornais.

Por 3 votos a 2, o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) concedeu nesta terça-feira um habeas-corpus a Daniel Dantas e anulou a ação penal da Operação Satiagraha. Ainda cabe recurso no Supremo Tribunal Federal (STF), mas o Ministério Público (MP) decidiu pela nulidade do processo.

Visto no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

sábado, 13 de novembro de 2010

Delegado Protógenes condenado a três anos de prisão

O delegado da Polícia Federal de São Paulo, Protógenes Queiróz foi condenado a três anos e 4 meses de prisão por ações na Operação Satiagraha como abuso de poder e fraude processual. A pena foi substituída por retrições de direito e o delegado terá que prestar serviços à comunidade. Ele deverá fazer este trabalho em hospital público ou privado, “preferencialmente em hospitais que atendam queimados”. O delegado também fica impedido de concorrer a mandato eletivo, cargo, função ou atividade pública.

Protógenes Queiróz ganhou fama na Operação Satiagraha que investigou suposto desvio de divisas do grupo Opportunity, do empresário Daniel Dantas, que foi condenado a 10 anos de prisão. O juiz Ali Mazloum, da 7ª Vara Criminal Federal de São Paulo condenou o delegado baseado na investigação policial que comprovou que o delegado revelou dados sigilosos da operação dirigida por ele contra Dantas, além de ter forjado provas.


Continue lendo na CartaCapital.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

PF indicia 42 cotistas do Opportunity por evasão

O relatório final da Polícia Federal sobre o inquérito da Operação Satiagraha que investigou o fundo de investimentos Opportunity Fund, sediado nas Ilhas Cayman, aponta que 42 cotistas usaram a carteira para fazer operações financeiras ilegais.

O fundo investigado é ligado ao grupo Opportunity, que é comandado pelo banqueiro Daniel Dantas, réu acusado de ter cometido crimes financeiros apurados na operação da PF.


Continue lendo na Folha.com .

terça-feira, 30 de março de 2010

Brasil:Governo Lula não quer saber fonte de jornalista

“O requerente e membros de sua família têm sofrido ações de espionagem, perseguição e grampo telefônico por parte ... do banqueiro Daniel Dantas e do governador José Serra.”


Paulo Henrique Amorim encaminhou o documento anexo à Polícia Federal, em São Paulo, nesta tarde de segunda feira, dia 29 de março de 2010:


Vejam mais detalhes em KAOSENLARED.NET

segunda-feira, 22 de março de 2010

Corrupção da imprensa: Por que a revista Veja escolhe a versão de um doleiro preso na Operação Satiagraha contra a versão do Ministério Público Federa

As últimas edições da revista Veja chamam a atenção pela escolha da revista em associar-se à opinião e versão extra-oficial de um doleiro preso na Operação Satiagraha, cujo nome aparece envolvido no mensalão do DEM, e que já é réu em processo por lavagem de dinheiro.

Chamou mais atenção quando a revista, confrontando a palavra do Ministério Público Federal com a do doleiro, não titubeou em ficar ao lado do doleiro.

As razões da revista ficar ao lado do doleiro, em vez de se fiar na versão do Ministério Público Federal, só a revista pode explicar ao distinto público.


Vejam mais detalhes no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

quinta-feira, 4 de março de 2010

STJ nega habeas corpus a Daniel Dantas e mantém juiz no caso

Por quatro votos a um a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o habeas corpus pedido pela defesa do banqueiro Daniel Dantas e decidiu manter o juiz Fausto De Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, à frente do processo envolvendo o empresário.

De Sanctis era suspeito de parcialidade no caso. Em dezembro do ano passado, o ministro Arnaldo Esteves Lima, do STJ, determinou a interrupção das ações penais em que Dantas figurasse como acusado e que tivesse a atuação do juiz.

Vejam mais no NOVOJORNAL

sexta-feira, 29 de maio de 2009

PF abre novo inquérito para investigar suposta espionagem de Protógenes

A Polícia Federal abriu novo inquérito para investigar suposta espionagem feita pelo delegado Protógenes Queiroz. O delegado comandou a primeira fase da Operação Satiagraha, que investiga supostos crimes financeiros atribuídos ao banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity.

Protógenes, que está afastado da corporação, é réu em ação criminal por violação de sigilo funcional e fraude processual na Satiagraha. A reportagem não localizou o advogado Luiz Gallo, que defende Protógenes, para comentar o assunto.

A abertura do inquérito foi determinada pelo juiz da 7ª Vara Federal de São Paulo, Ali Mazloum, na mesma sentença na qual ele aceitou a denúncia do Ministério Público Federal contra o delegado por violação de sigilo funcional e fraude processual.

Confira o restante do texto na Folha Online.


A sentença Mazloum e a defesa de Dantas

As seguintes pessoas e órgãos, de maneira direta ou indireta, têm ajudado na defesa de Daniel Dantas: Gilmar Mendes, Ali Mazloum, Nabarrete, Conjur, Veja (através de Diogo Mainardi e Reinaldo Azevedo), Suzana Camargo.

No caso de Ali, sua decisão levantou como indícios de crime telefonemas de jornalistas ao delegado e procuradores, juizes e policiais conversando entre si por telefone. Queria que fosse como? Por pombo correio?

Confira os procedimentos do juiz Ali Mazloum e suas consequências no blog do Luís Nassif. Confira também o próximo post.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Uma sentença polêmica

A decisão tem várias partes. Mazloum não se limitou a receber a denúncia do MPF. Foi longe, muito longe.

Como se sabe, o expediente policial que gerou essa denúncia foi aquele conduzido pelo corregedor-vazador da PF, que devassou a investigação de Protógenes e a vida pessoal do policial, na esteira da CPI e da imprensa interessada.

O MPF paulista recebeu o material e fez a denúncia apenas referente à participaçao dos repórteres no momento da prisão, caracterizando a quebra de sigilo funcional e a tal fraude processual. Mas pediu o arquivamento do inquérito no que tocava ao crime da lei de interceptações telefônicas, por entender lícita a prova produzida na Satiagraha.

Mazloum recebeu a denúncia, mas discordou do pedido de arquivamento e remeteu a análise do arquivamento para o Procurador-Geral da república. E é aqui que a coisa fica feia para a Justiça. Discordar do MP é uma faculdade do juiz (artigo 28 do CPP). Ocorre que o magistrado, após censurar o MPF por considerar válida a prova penal que seria avaliada em outro juízo (o da Satiagraha, óbvio), fez um longo e profundo arrazoado jurídico exatamente para dizer que aquela prova que o MP analisou continha vício de ilicitude. Prejulgou a Satiagraha e disse que o MPF deveria reavaliar o pedido de arquivamento.

Mais no blog do Luís Nassif.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

PF faz operação de busca e apreensão no banco Opportunity

Por Fabio Murakawa

SÃO PAULO (Reuters) - A Polícia Federal realiza nesta quarta-feira uma operação de busca e apreensão nas sedes do banco Opportunity, no Rio de Janeiro e em São Paulo, como parte da Operação Satiagraha, que investiga delitos financeiros cometidos pela instituição, informou o Ministério Público Federal à Reuters nesta quarta-feira.

Seguranças do edifício na capital fluminense onde fica a sede do Opportunity --que tem como principal acionista o banqueiro Daniel Dantas-- disseram à Reuters que policiais federais se encontram desde a manhã desta quarta-feira nos escritórios do banco.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Daniel Dantas | Folha e Globo ignoraram a noticia, só o Estado deu

A Folha de S Paulo e o Globo ignoraram a notícia, mas o Estado de S Paulo publica na ediçao de hoje, 3a, com destaque, que o Tribunal Regional Federal da 3ª Regiao impôs ontem uma importante derrota à estratégia de defesa do banqueiro Daniel Dantas. O controlador do banco Opportunity queria trancar a açao penal nascida da acusaçao de corrupção ativa, por tentativa de subornar um delegado federal para ser excluído da chamada Operaçao Satiagraha. A decisao é fundamental para o prosseguimento das açoes judiciais contra Dantas. Por essa razao, os leitores da Folha e do Globo ficarao menos informados sobre o assunto do que os leitores do Estadao. Do Luciano Martins Costa hoje no Observatorio da Imprensa.

24/03 Blue Bus

quinta-feira, 19 de março de 2009

Protógenes diz que uso de escutas na Satiagraha foi legal; veja entrevista exclusiva

Em entrevista exclusiva ao UOL Notícias na manhã desta quinta-feira (19), o delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz, centro das polêmicas envolvendo a Operação Satiagraha, afirmou que é impossível fazer investigações de casos de crime organizado no Brasil sem o uso de escutas telefônicas e outras tecnologias, devido à complexidade das ações dos criminosos atualmente. No entanto, o delegado reforça que grampo só pode ser feito com autorização da Justiça. Ele é acusado de ter feito escutas sem autorização nas investigações da Satiagraha, fato que nega.

Veja o texto no UOL Notícias. Na página há vídeos com os repórteres perguntando ao delegado Queiroz.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Polícia Federal indicia Protógenes Queiroz por excessos na Satiagraha

O corregedor de Polícia Federal Amaro Vieira, que investiga a atuação do delegado Protógenes Queiroz na Operação Satiagraha, decidiu indiciá-lo pelos crimes de violação do sigilo funcional e da Lei de Interceptações, por supostos abusos no comando da operação, na qual foram presos o banqueiro Daniel Dantas, sócio-fundador do Banco Opportunity, o mega-investidor Naji Nahas e o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta, em julho de 2008.

Nesta terça (17), a Corregedoria da PF tomou o depoimento de Protógenes. A conclusão do inquérito deve sair em breve, mas a assessoria da PF não quis apontar uma data.

Mais no UOL Notícias.

terça-feira, 10 de março de 2009

Delegados da PF mostram impaciência com vazamento

"É preciso ser exemplar, quando se quer cobrar respeito ao Estado Democrático de Direito. Isso não é possível com a violação de uma investigação que tramita em segredo de justiça. Assim como não é compatível com acusações de escutas clandestinas baseadas em ilações e conjecturas sem apresentação de qualquer áudio ou outra prova material dos noticiados grampos telefônicos", diz o texto.

Para a associação, "não é aceitável que segmentos da mídia nacional se esforcem tanto em apurar os procedimentos do delegado Protógenes Queiroz sem dedicar, ao menos, igual esforço para a apuração dos fatos principais da Operação Satiagraha envolvendo o empresário Daniel Dantas".

Texto completo no Terra Magazine.

Até tu, Tarso ?!

BRASÍLIA - O ministro da Justiça, Tarso Genro, disse hoje que o delegado federal Protógenes Queiroz pode ter cometido graves irregularidades durante o comando da Operação Satiagraha. Durante a entrega da medalha Mérito Segurança Pública do Distrito Federal, no Clube do Exército, o ministro comentou as denúncias feitas pela revista Veja de que o delegado teria grampeado ilegalmente integrantes do governo.

Porém, Genro ressaltou que já existe um inquérito em curso para apurar a conduta de Queiroz, que poderá ser submetido a uma sindicância. - A Polícia Federal tem que dar exemplo para a sociedade no sentido que ela também sabe cortar na própria carne - afirmou. JB.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Leituras de Veja: O país dos bisbilhoteiros

Não há nada mais ruidoso no noticiário do fim de semana do que a reportagem de capa da revista Veja, na qual é revelada parte do conteúdo dos computadores apreendidos com o delegado federal Protógenes Queiroz, aquele que investigou atividades ilegais do banqueiro Daniel Dantas. No entanto, os jornais deram pouca repercussão ao assunto.

Com exceção do Estado de S.Paulo, que lhe dedicou uma página inteira no domingo (8/3) e outra página na segunda-feira (9), o resto da imprensa diária praticamente ignorou a notícia requentada.

Texto completo no Observatório da Imprensa, via Luis Nassif.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Dinheiro bloqueado da Satiagraha equivale a gasto federal com segurança pública

Brasília - O dinheiro bloqueado pelo Ministério da Justiça no exterior em contas bancárias relacionadas aos investigados na Operação Satiagraha da Polícia Federal, mais de US$ 2 bilhões (R$ 4,5 bilhões, aproximadamente), equivalem ao orçamento do Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública co Cidadania), carro-chefe dos investimentos que o governo federal pretende fazer nos estados.

Vejam mais na Agencia Brasil

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Satiagraha: PF chega à Andrade Gutierrez

Cemig está cada dia mais próxima da Operação Satiagraha
Divulgação

Daniel Dantas é investigado pela PF
Agentes da Polícia Federal (PF) cumpriram mandado de busca e apreensão na residência do empresário Roberto Amaral, em São Paulo, ainda no âmbito da Operação Satiagraha, que prendeu o banqueiro Daniel Dantas e provocou sua condenação na Justiça Federal.

Amaral foi o principal executivo da construtora Andrade Gutierrez durante quase três décadas e, nesse período, ele e os controladores da empresa (Sérgio Andrade, Roberto Gutierrez e Gabriel Andrade) foram assessorados por Humberto Braz.

Hoje ligado a Dantas e também condenado no mesmo processo, sob a acusação de tentar subornar um delegado federal, Braz é amigo de Amaral.



Vejam mais no Novo Jornal

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Protógenes nega grampo no STF e chama Dantas de bandido

O delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz disse acreditar que não houve grampo realizado contra o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, durante a Operação Satiagraha e qualificou de "banqueiro bandido e condenado" Daniel Dantas, o principal investigado na ação.

Em entrevista ao "Roda Viva", da TV Cultura, o delegado rejeitou qualquer grampo ilegal de uma conversa entre Mendes e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO). "Levaram o nome de duas importantes pessoas da República fabricando um escândalo", disse. "Eu acredito que não houve grampo. Não existe áudio. Logo que foi anunciado [o suposto grampo] eu mesmo perguntei 'cadê o áudio?'. Eu quero o áudio."

A notícia continua na Folha Online.


sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Dossiê Daniel Dantas

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http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=6&i=1643
A Carta Capital disponibilizou, em sua página, o Dossiê Dantas, para ajudar o "jornalismo investigativo" brasileiro, que anda em polvorosa desde a deflagração da Operação Satiagraha pela Polícia Federal.