Mostrando postagens com marcador ALCA; Cúpula das Américas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ALCA; Cúpula das Américas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

ALCA: las dificultades de enterrar a un muerto

La vieja agenda del ALCA continúa promoviéndose en las reuniones gubernamentales, empresariales o “civiles” del ahora llamado “Proceso de la Cumbre de las Américas”, fomentado desde la OEA

Muchos recordamos la reunión de Mar del Plata, Argentina (noviembre 2005), como la gran derrota del proyecto imperial hemisférico del ALCA (Acuerdo de Libre Comercio de las Américas), pero poco o nada se ha mencionado acerca de que la vieja agenda del ALCA continúa promoviéndose y recreándose en las reuniones gubernamentales, empresariales o “civiles” del ahora llamado “Proceso de la Cumbre de las Américas”, fomentado desde la OEA.
En estos cuatro años pasados se han realizado varias reuniones ministeriales “de las Américas” sobre importantes temas como defensa, competitividad empresarial, seguridad pública, e incluso, casi como en los viejos tiempos, una Cumbre de las Américas. Sin embargo, probablemente ninguna de ellas ha tenido tanta continuidad y mandato oficial como la recién realizada V Reunión de Ministros de Agricultura (Jamaica, Octubre, 2009).


Vejam mais em KAOSENLARED

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Sem menção à Alca, EUA propõem nova relação com América Latina

Por Guido Nejamkis

BUENOS AIRES (Reuters) - Os Estados Unidos aproveitarão a Cúpula das Américas, no próximo fim de semana, para propor um "novo começo" nas relações com a América Latina. Será a primeira reunião continental sem a sombra do polêmico projeto da Alca, e a primeira oportunidade do presidente Barack Obama para explicitar sua política regional.

O governo de George W. Bush, encerrado em janeiro, foi acusado com frequência de tratar a América Latina com indiferença. Seu maior projeto para a região foi a Área de Livre Comércio das Américas (Alca), que abrangeria do Ártico à Terra do Fogo, mas terminou provocando forte polarização entre os partidários do livre-mercado e os defensores de políticas alternativas ou mesmo de confronto a Washington.


Vejam mais na Reuters Brasil