quarta-feira, 15 de junho de 2011
Jovens sonham e acreditam no Brasil
* Geração "sonhadora" quer "oportunidade para todos" e menos consumismo.
* Formação profissional está no topo das preocupações dos jovens de hoje; 90% querem uma carreira que ajude o Brasil.
Leia AQUI.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
O futuro do tempo
O imediatismo e a urgência são a marca do nosso tempo. A instabilidade e a precariedade do trabalho encurtam o tempo presente. Essa situação impede qualquer projeto de longo prazo, fazendo prever grande incerteza sobre o futuro. É preciso estruturar uma ética do futuro, uma ética do tempo que reabilita o futuro, mas também o passado e o presente
Jérôme Deauvieau - (01/03/2002)
Com a teoria da relatividade, de Einstein, a noção de tempo modificou-se: o conceito espaço-tempo substituiu as noções separadas de espaço e de tempo
Por que suscitar a questão do tempo, do futuro do tempo e dos futuros possíveis? Porque nossa sociedade vive sob a tirania do tempo. Como mostra Milan Kundera, ela “está imobilizada na estreita passarela do presente”.
Vejam o texto completo em LE MONDE DIPLOMATIQUE-biblioteca diplô
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Até isso | Um apelo para que Obama ajude a salvar os jornais nos EUA
Blue Bus
domingo, 12 de julho de 2009
Sempre fui cyberpunk
O texto completo, para quem gosta de "cybercultura", no blog Different Thinker.
quinta-feira, 20 de março de 2008
Relatório antecipa próximas tendências para jornais
Relatório antecipa próximas tendências para jornais
Da Redação
O Instituto de Imprensa da América lançou recentemente um relatório que promete ser um “caminho das pedras” para empresas jornalísticas no século XXI. Desenvolvido pelo Newspaper Next 2.0, criado para pensar o futuro dos jornais, “Making the Leap Beyond Newspaper Companies” traz uma série de preceitos que devem ser seguidos para quem quer sobreviver no cenário de mídia atual.
Indo além da teoria, o documento traz estudos de casos de 24 produtos que seguem o que a Newspaper Next propõe, além dos perfis de sete empresas que também acataram as sugestões. Em linhas gerais, os autores definem sua visão por três pontos.
- Jornais devem ampliar sua função, se tornando produtos de informação e também de conectividade e integração para um mercado ou região;
- Ir além dos conceitos de “leitores” e “anunciantes”, interpretando-os como “consumidores” e “negócios”, e como o jornal pode ligar todos esses elementos em um mercado;
- Identificar onde estão as necessidades de cada mercado e os “trabalhos a serem feitos” e se dirigir a estes elementos.
O relatório pode ser baixado gratuitamente no site do Newspaper Next.
Outro texto do Comunique-se. O boletim do Comunique-se desta quinta-feira está bastante fértil. Este texto acima não chega a ser algo de preocupação primordial do blog, mas pode indicar uma tendência por onde possam entrar os jornalões brasileiros.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Terra está vivendo nova era geológica, diz cientista
De acordo com ele, essa era se iniciou por volta de 1800, com a chegada da sociedade industrial, caracterizada pela utilização maciça de hidrocarbonetos. Desde então, não pára de crescer a concentração de dióxido de carbono na atmosfera, causada pela combustão desses produtos. A acumulação dos gases do efeito-estufa contribui para o aquecimento global.
Depois de ter modificado seu ambiente de maneira jamais vista no passado, ao longo dos últimos 50, de perturbar a maquinaria do clima e prejudicar o equilíbrio da biosfera, a espécie humana se tornou "uma força geofísica de alcance planetário", e é preciso agir com grande rapidez para evitar que os desgastes que ela causa continuem. Mas seremos capazes de superar esse desafio? É essa a questão proposta pelos três pesquisadores.
LEIA MAIS CLICANDO NO TÍTULO DESTA POSTAGEM.
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
quarta-feira, 20 de junho de 2007
Áreas desmatadas da Amazônia precisam de 70 anos para se recuperarem
A lenta recuperação da Amazônia
Áreas abandonadas pela agricultura precisam de pelo menos 70 anos para recuperar seu ciclo original do nitrogênio e voltar a crescerUm amplo estudo realizado por pesquisadores brasileiros e norte-americanos revela a dinâmica de recuperação das áreas da Amazônia que inicialmente foram desmatadas para dar lugar a plantações, mas acabaram sendo deixadas de lado pela agricultura. Segundo o trabalho, são necessários 70 anos para uma porção abandonada de floresta tropical restabelecer o ciclo do nitrogênio, essencial para a manutenção da biodiversidade nesse tipo de ecossistema, e voltar a crescer. Estima-se que entre 30 e 50% da área desmatada na Amazônia deixou de ser explorada e está se recuperando. As florestas tropicais costumam ser ricas em nitrogênio. No entanto, a agricultura reduz muito os níveis desse nutriente no solo.
sexta-feira, 15 de junho de 2007
MST propõe agrovilas
A proposta de reforma agrária que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) pretende discutir com o governo federal e com a sociedade brasileira prevê a criação de agrovilas: a implementação de micro-cidades em assentamentos rurais com uma infra-estrutura que permita a interação entre homem, trabalho e meio ambiente.
Ribeiro diz que as agrovilas funcionariam como pequenas cidades com infra-estrutura básica, como saneamento, posto médico, escola, etc. Além disso, haveria espaço para esporte, lazer e atividades culturais. A construção das casas seria feita em local que permitisse uma ligação direta com as áreas de cultivo, respeitando a vegetação e as fontes de água.
De acordo com ela, algumas agrovilas já foram construídas no Nordeste. "Essas experiências têm se mostrado um sucesso".
Desertificação no horizonte da América do Sul
“Há um ciclo em que um fenômeno alimenta o outro. Se o meio ambiente é degradado com desmatamento e erosão, os reservatórios de água diminuem, aumentando as áreas desertas", afirma Matallo.
"Por sua vez, essas terras degradadas influenciam no clima, impedindo a formação de chuvas e aumentando ainda mais a desertificação.”
Matallo ainda ressalta que as perdas econômicas provocadas pela desertificação na América Latina chegam a US$ 20 bilhões por ano.
Pode ser causada pela ação humana, entre outros fatores. O uso incontrolado da terra para cultivos e pastagens, além do desmatamento e pouca irrigação, estão transformando terras férteis em desertos.
quarta-feira, 13 de junho de 2007
O déficit de professores pode levar a um apagão educacional
O país corre o risco de sofrer um "apagão" na formação de professores
já existe hoje, quando apenas 41% dos jovens na idade adequada estão matriculados em instituições de ensino médio, um déficit calculado em 250 mil professores.
domingo, 10 de junho de 2007
Governo do RS em débito com a educação pública
CAOS - FALTAM MAIS DE 1000 PROFISSIONAIS NAS ESCOLAS DO RS
Ao todo, faltam 541 funcionários e 505 professores, entre 412 escolas pesquisadas. Além disso, 301 escolas estão com o repasse da verba de autonomia atrasado e 91 têm obras interrompidas ou não-iniciadas.
Além da falta de funcionários, o Estado está com os repasses das verbas atrasados. De acordo com Simone, a atual gestão não pagou nenhum repasse mensal completo às escolas desde que assumiu.
O governo ainda reduziu em 30% os gastos das secretarias no início do ano, o que reflete em menos investimento na educação.
