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quarta-feira, 24 de abril de 2013

A "armadilha" Boston-Tchetchenia do FBI

 
  A imprensa independente não se intimidou. Encontram-se fotos, em Natural News, um achado, um perfeito tesouro de fotos e mais fotos que mostram empregados da Craft no local da Maratona, em uniforme completo de combate, mochilas pretas, equipamento tático, portando até detector de radiação.


Por Pepe Escobar, da Asia Times Online


As fotos, portanto, existem. E como reagiu o FBI? Impôs total blecaute. Censura total de imagens, coisa do tipo “nenhuma outra imagem será confirmada” – só imagens que mostrem os irmãos Tsarnaev. A empresa Craft é intocável.

As bombas em Boston foram tiro pela culatra. Disso já não há qualquer dúvida. O que ainda não se sabe é que nível de tiro saiu-lhes pela culatra. 



Vejam mais no PORTAL VERMELHO

Ianques propõe bombardear a República Tcheca ao confundi-la com a Chechênia

Estadounidenses proponen bombardear la República Checa al confundirla con Chechenia
Moscú, 22 de abril, RIA Novosti.
O embaixador tcheco nos EEUU, Petr Gandalovic, dirigiu uma mensagem aos ianques, pedindo-lhes melhorar seus conhecimentos de Geografia para não confundir a República Tcheca com a Chechênia.

"A República Tcheca é um Estado da Europa Central, enquanto que a Chechênia constitui parte da Federação Russa", escreveu o diplomata, confirmando que seu país é aliado fiel dos EEUU na luta contra o terrorismo.

O documento foi publicado no portal da embaixada depois que o Twitter e o Facebook foram inundados de acusações aos tchecos pelo atentado de Boston de 15 de abril.  

Visto em RIA NOVOSTI

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Não esqueçamos o assassinato de Natalia Estemirova!

Nenhuma novidade. Diante do cadáver de Natalia Estemirova, encontro desesperadamente as mesmas palavras e os mesmos pensamentos, as mesmas emoções e as mesmas lágrimas que tive na morte de minha amiga Anna Politkovskaia. Que me apresentou sua amiga, pedindo que a apoiasse para o prêmio Sakharov (ela recebeu a medalha Schuman). Elas se conheciam desde a primeira guerra, tendo ambas partido, intrépidas, em busca da verdade sobre um massacre de longa duração, que eliminou um em cada cinco civis. Ambas, cassandras de nossos tempos, falavam para as paredes, prevendo que o caos se estenderia ao Cáucaso (o que aconteceu), e que os acertos de contas mafiosos e oficiais ganhariam a própria Rússia (o que aconteceu).

A Chechênia? Um império minúsculo, mas um caso clássico para a humanidade: um milhão de habitantes antes da guerra, 200 mil mortos, 40 mil crianças mortas (e quantos órfãos?), uma capital devastada, cidades e vilarejos reduzidos a cinzas. E depois? A educação pelo medo e pela corrupção, ou como calar o povo. Não somente os chechenos, mas os russos e se possível nós, pacíficos cidadãos das nações democráticas. As fachadas reluzentes dos imóveis reconstruídos em Grozny mentem.

Veja o texto completo, do Le Monde, no UOL.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Medvedev condena assassinato de ativista na Chechênia


O presidente russo Dmitry Medvedev expressou "revolta" nesta quinta-feira pela morte da ativista de direitos humanos Natalia Estemirova.

Ele ordenou a abertura de um inquérito sobre o assassinato de Estemirova, que estava investigando supostos abusos de milícias apoiadas pelo governo na Chechênia.

Estemirova foi sequestrada na quarta-feira em Grozny, capital da Chechênia. O seu corpo foi encontrado no mesmo dia na região vizinha da Ingushetia. Ela foi assassinada a tiros.

Continue lendo na BBC Brasil.