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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Crítico-Spam: "Avatar"

Existem duas maneiras de se ver um filme como “Avatar”. A primeira é como pura peça de entretenimento da indústria cultural estadunidense e aí encher o texto com termos como “revolução digital” e outras tecno-baboseiras que vem junto com as suas campanhas publicitárias milionárias e são repetidas mundo afora pelos patéticos profissionais da opinião doutrinados pelo sistema. Outra é analisá-lo como o produto cultural de uma sociedade de consumo decadente e doente. Eu prefiro a segunda. Assim, a partir dessa visão, “Avatar” expõe e reforça tudo que existe de mais desprezível e grotesco nessa sociedade e funciona como uma verdadeira máquina de ludibriar e entorpecer mentes a fim de deixá-las conformadas e amorfas frente à dura realidade que as cerca.

Vejam o texto completo na Revista Fórum

terça-feira, 7 de abril de 2009

Era digital põe em risco 150 empregos na editora mais antiga do mundo

A revolução digital, que cada vez mais substitui a impressão litográfica, pode pôr fim aos empregos de 150 trabalhadores da Cambridge University Press (CUP), a mais antiga editora do mundo, com 425 anos de história.

Mais no O Globo.