"Para proteger os civis", o presidente Obama derramou quantidades desconhecidas do letal Urânio "Empobrecido" (UE) em áreas densamente povoadas da Líbia, segundo a história jornalística n°25 mais ocultada pelos grandes meios dos EEUU, de acordo com o informe anual 2012 do Projeto Censurado.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
EEUU sabe matar, mas com urânio mata melhor
"Para proteger os civis", o presidente Obama derramou quantidades desconhecidas do letal Urânio "Empobrecido" (UE) em áreas densamente povoadas da Líbia, segundo a história jornalística n°25 mais ocultada pelos grandes meios dos EEUU, de acordo com o informe anual 2012 do Projeto Censurado.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
As crianças pagam o preço final do legado envenenado da guerra do Iraque
Vejam mais detalhes em TribunalIraque.info
domingo, 3 de abril de 2011
Libia: Como funcionam os mísseis cruzeiro de urânio empobrecido
Os problemas vinculados ao urânio empobrecido e sua toxicidade tem surgido varias vezes no campo da ciência nos últimos anos. O autor deste trabalho se ocupa da proteção radiológica desde décadas e do urânio empobrecido desde 1999. Depois de uma experiência de publicação de trabalhos científicos em revistas, de apresentações em colóquios internacionais e conferencias na Itália sobre o urânio empobrecido, este artigo trata de fazer uma estimativa do impacto que o uso do urânio empobrecido na guerra contra a Líbia(2011) tem sobre o meio ambiente e a saúde. Informes sobre seu uso tem aparecido nos órgãos informativos desde o princípio do conflito[1].
Vejam mais detalhes e fotos em LA HAINE.ORG
segunda-feira, 28 de março de 2011
Urânio empobrecido, uma estranha forma de proteger os civis líbios
Nas primeiras 24 horas de bombardeios a Libia, os aliados gastaram 100 milhões de libras esterlinas em munição dotada de ponta de urânio empobrecido. Trata-se de um resíduo do processo de enriquecimento de urânio que é utilizado nas armas e reatores nucleares, sendo uma substância muito valorizada no exército por sua capacidade para atravessar veículos blindados e edifícios. Esse urânio empobrecido pode causar danos renais, câncer de pulmão, câncer ósseo, problemas de pele, transtornos neurocognitivos, danos genéticos em bebês e síndromes de imunodeficiência, entre outras doenças. O artigo é de David Wilson. David Wilson – Stop the War Coalition
Stop the War CoalitionVejam o texto completo em CARTA MAIOR
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Faluja: anatomia de uma atrocidade
Vejam o texto completo em REBELION.ORG
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Faluja,pior que Hiroshima
A informação que me acaba de chegar é demasiado importante para ser deixada de lado, nem um segundo… me ponho pois a elaborar este escrito aceleradamente. Acabo de ver, na o-Jazeera Arabic, no programa de Ahmad Mansour a entrevista com o Professor Chris Dusby.O Professor Busby é cientista e Diretor de Green Audit, bem como secretário científico do Comité Europeu sobre Riscos Radioativos.
Para conhecer mais dados sobre o Professor Chris Busby e seus trabalhos, digitem em Google “Chris Busby Uranium“.O Professor Busby publicou muitos artigos sobre a radiacão, o urânio e a contaminação em países tais como Líbano, Kosovo, Gaza e, por suposto, Iraq.
Seus últimos trabalhos, são os temas que se ocupou o programa emitido na Al Jazeera, e serão os que eu abordarei nestas linhas:
Faluya é uma cidade proibida. Foi submetida a intenso bombardeios em 2004 com bombas de urânio empobrecido e fósforo branco, e desde então declararam-na zona perigosa, o que significa que nem as autoridades fantoches de Iraque nem as forças invasoras/ocupantes de EEUU permitem que ninguém possa realizar nenhum estudo real do que ali sucede.
Faluya está basicamente sob assédio. É óbvio que os estadunidenses e os iraquianos sabem algo e que tratam do ocultar ao conhecimento público. E aí é onde o Professor C. Busby entra em cena.
Mas ele foi/é inflexível na busca da verdade do que ocorreu em Faluya em 2004. Por ser um dos melhores cientistas em seu campo, conseguiu uma pesquisa e passou a dirigir uma investigação em Faluya, cujos resultados preliminares publicar-se-ão em duas semanas, confio…
Vejam o texto completo (em português) em KAOSENLARED.NET
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Armas de uranio, dosis bajas de radiación y malformaciones en bebés
| Traducido del inglés para Rebelión por Sinfo Fernández |
Los doctores que trabajan en Faluya (Iraq) últimamente vienen informando de un aumento espectacular en el número de bebés con defectos de nacimiento [1]. Una de las posibles causas de esta alarmante situación es la exposición de la población a la radiación provocada por las armas de uranio. La comunidad internacional especializada en protección radioactiva descarta esta valoración como no razonable por las siguientes razones: 1) Porque la dosis de radiación que sufre la población de Iraq es demasiado baja, y 2) Porque no se informó de defectos de nacimiento entre la prole nacida de supervivientes de las bombas atómicas de Hiroshima y Nagasaki. Esta supuesta explicación científica es profundamente inquietante ya que no está al corriente de la actual base de conocimientos. Existen pruebas abundantes que demuestran claramente que hay niveles de radiación en el entorno, considerados seguros por la comunidad para la protección radiactiva, que provocan defectos de nacimiento. A la luz de estos conocimientos, no puede descartarse de forma sumaria la contaminación por uranio como factor de riesgo para los no nacidos.
Vejam o texto completo em REBELIÓN.ORG
sábado, 12 de dezembro de 2009
Ajudem as crianças deformadas de Fallujah
5 de Dezembro de 2009Carta enviada em 18 de Outubro 2009
Para: As Nações Unidas
Em Setembro de 2009, nasceram no Hospital Central de Fallujah 170 bebés, 24% dos quais morreram nos primeiros sete dias, e por incrível 75% dos bebés mortos foram classificados como deformados. Estes dados podem ser comparados com os dados do mês de Agosto de 2002, em que nasceram 530 bebés dos quais seis morreram nos primeiros sete dias e apenas foi relatado um defeito de nascimento.
(...)
O uso de certas armas tem repercussões terríveis. O Iraque vai-se tornar, se não se tornou já, num país onde é aconselhável não se ter filhos. Outros países irão olhar para o que tem acontecido no Iraque, e copiar o total desrespeito dos Aliados da Coligação à Carta das Nações Unidas, ao Tratado de Genebra, às Convenções de Haia, e ao Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional. Alguns países, como o Afeganistão, também virão a sentir os danos de longo prazo ao meio ambiente, calculados em biliões de anos, e os efeitos devastadores do urânio empobrecido e das bombas de fósforo branco.
Vejam o texto completo em TRIBUNALIRAQUE.INFO
domingo, 30 de março de 2008
Colômbia diz ter encontrado urânio das Farc
O povoado, a sudeste de Bogotá, fica em uma área próxima a uma região tida como reduto das Farc.
O Ministério da Defesa revelou que, no dia 20 de março, recebeu da inteligência militar uma amostra do mineral, que foi analisado por especialistas do Instituto Colombiano de Geologia e Mineração (Ingeominas).
Texto completo na BBC Brasil. Isto torna factível o tal "urânio das FARC". Ou seja, as FARC não planejavam fazer uma bomba atômica na selva, muito menos uma "bomba suja". Queriam reforçar sua munição com urânio empobrecido, ou urânio exaurido, o tal "DU", ou "depleted uranium". Munição reforçada com isso dá mais poder de penetração, e gera mais calor quando penetra um blindado, matando seus ocupantes. Esta substância, o urânio empobrecido, é largamente utilizado pelas forças armadas americanas e britânicas. Podemos ficar tranqüilos. Estas mesmas forças armadas garantem que este material não é especialmente nocivo à saúde humana.
quarta-feira, 10 de janeiro de 2007
Urânio empobrecido matando veteranos italianos
Troops who served during the wars in the 1990s believe they have contracted cancer and other serious illnesses from extended exposure to the munitions.
The US says it fired around 40,000 depleted uranium rounds during the Bosnian and Kosovo conflicts.
A pressure group says 50 veterans have died and another 200 are seriously ill.
Os estadunidenses usam urânio empobrecido em projéteis, em conseqüência disso as zonas de guerra estadunidenses costumam ser radioativas.
Só para esclarecer, os estadunidenses gostam de projéteis de urânio empobrecido porque são densos, não porque são radioativos. Ou seja, a preferência se guia pelo que se costuma chamar de inteligência militar.