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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

EEUU sabe matar, mas com urânio mata melhor

Rebeldes líbios celebram junto a um veículo militar das forças
de Khadaffi, que foram destruídos por um bombardeio, sem saber
que estão inalando óxido de urânio. Foto: This Can't Be Happening

"Para proteger os civis", o presidente Obama derramou quantidades desconhecidas do letal Urânio "Empobrecido" (UE) em áreas densamente povoadas da Líbia, segundo a história jornalística n°25 mais ocultada pelos grandes meios dos EEUU, de acordo com o informe anual 2012 do Projeto Censurado.
 
Vejam o texto original em CUBADEBATE ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

segunda-feira, 27 de junho de 2011

As crianças pagam o preço final do legado envenenado da guerra do Iraque

CARTA DE BASSORÁ: Os efeitos do urânio empobrecido podem ser vistos entre os jovens nos hospitais da cidade, onde os clínicos estão convencidos da sua ligação com o cancro e as deformidades.
Os arejados corredores, claros e modernos do novo hospital Laura Bush (!...) para crianças com cancro, de 101 camas e que orçou em 166 milhões dólares (116 m euros), estão a uma curta distância da maternidade Ibn Ghazwan pintada a cores mas envelhecida e do hospital pediátrico da cidade de Bassorá a sul do Iraque.
Eles dão um contraste invulgar à paisagem urbana castanha acinzentada, cujo ar poeirento e cheio de fumos atingirá este verão os 60 graus e é um dos mais poluídos do mundo.


Vejam mais detalhes em TribunalIraque.info

domingo, 3 de abril de 2011

Libia: Como funcionam os mísseis cruzeiro de urânio empobrecido

De cada 10 mísseis disparados mais ou menos um sai do contrôle e explode em qualquer ponto fora do alvo. Ou seja, este bombardeio supostamente "humanitário" matará a milhares de civis nos anos vindouros, indica o professor Massimo Zucchettil.

Os problemas vinculados ao urânio empobrecido e sua toxicidade tem surgido varias vezes no campo da ciência nos últimos anos. O autor deste trabalho se ocupa da proteção radiológica desde décadas e do urânio empobrecido desde 1999. Depois de uma experiência de publicação de trabalhos científicos em revistas, de apresentações em colóquios internacionais e conferencias na Itália sobre o urânio empobrecido, este artigo trata de fazer uma estimativa do impacto que o uso do urânio empobrecido na guerra contra a Líbia(2011) tem sobre o meio ambiente e a saúde. Informes sobre seu uso tem aparecido nos órgãos informativos desde o princípio do conflito[1].

Vejam mais detalhes e fotos em LA HAINE.ORG

segunda-feira, 28 de março de 2011

Urânio empobrecido, uma estranha forma de proteger os civis líbios

Nas primeiras 24 horas de bombardeios a Libia, os aliados gastaram 100 milhões de libras esterlinas em munição dotada de ponta de urânio empobrecido. Trata-se de um resíduo do processo de enriquecimento de urânio que é utilizado nas armas e reatores nucleares, sendo uma substância muito valorizada no exército por sua capacidade para atravessar veículos blindados e edifícios. Esse urânio empobrecido pode causar danos renais, câncer de pulmão, câncer ósseo, problemas de pele, transtornos neurocognitivos, danos genéticos em bebês e síndromes de imunodeficiência, entre outras doenças. O artigo é de David Wilson. Stop the War Coalition


Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Faluja: anatomia de uma atrocidade

David Rothscum
DavidRothscum.blogspot.com

Hoje, 6 de julho de 2010, é o dia em que Chris Busby, Malak Hamdan e Entesar Ariabi publicou seu estudo epidemiológico sobre os problemas sanitários que estão padecendo os habitantes de Faluja. O estudo completo pode ser descarregado grátis em http://www.mdpi.com/1660-4601/7/7/2828/. Pode ser que você nunca tenha ouvido falar dessas pessoas, mas estou seguro de que seus nomes entrarão para os livros de história. A razão deles é que reunirão provas científicas do genocídio que está sofrendo o povo de Faluja em mãos dos imperialistas que invadiram o Iraque. Por desgraça, ainda não se conseguiu muita atenção pelos seus descobrimentos e por isso me sito obrigado a ajuda-los.


Vejam o texto completo em REBELION.ORG

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Faluja,pior que Hiroshima

A informação que me acaba de chegar é demasiado importante para ser deixada de lado, nem um segundo… me ponho pois a elaborar este escrito aceleradamente.

Acabo de ver, na o-Jazeera Arabic, no programa de Ahmad Mansour a entrevista com o Professor Chris Dusby.O Professor Busby é cientista e Diretor de Green Audit, bem como secretário científico do Comité Europeu sobre Riscos Radioativos.
Para conhecer mais dados sobre o Professor Chris Busby e seus trabalhos, digitem em Google “Chris Busby Uranium“.O Professor Busby publicou muitos artigos sobre a radiacão, o urânio e a contaminação em países tais como Líbano, Kosovo, Gaza e, por suposto, Iraq.
Seus últimos trabalhos, são os temas que se ocupou o programa emitido na Al Jazeera, e serão os que eu abordarei nestas linhas:

Faluya é uma cidade proibida. Foi submetida a intenso bombardeios em 2004 com bombas de urânio empobrecido e fósforo branco, e desde então declararam-na zona perigosa, o que significa que nem as autoridades fantoches de Iraque nem as forças invasoras/ocupantes de EEUU permitem que ninguém possa realizar nenhum estudo real do que ali sucede.
Faluya está basicamente sob assédio. É óbvio que os estadunidenses e os iraquianos sabem algo e que tratam do ocultar ao conhecimento público. E aí é o­nde o Professor C. Busby entra em cena.
Mas ele foi/é inflexível na busca da verdade do que ocorreu em Faluya em 2004. Por ser um dos melhores cientistas em seu campo, conseguiu uma pesquisa e passou a dirigir uma investigação em Faluya, cujos resultados preliminares publicar-se-ão em duas semanas, confio…



Vejam o texto completo (em português) em KAOSENLARED.NET

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Armas de uranio, dosis bajas de radiación y malformaciones en bebés

Paul Zimmerman
Global Research

Traducido del inglés para Rebelión por Sinfo Fernández


Los doctores que trabajan en Faluya (Iraq) últimamente vienen informando de un aumento espectacular en el número de bebés con defectos de nacimiento [1]. Una de las posibles causas de esta alarmante situación es la exposición de la población a la radiación provocada por las armas de uranio. La comunidad internacional especializada en protección radioactiva descarta esta valoración como no razonable por las siguientes razones: 1) Porque la dosis de radiación que sufre la población de Iraq es demasiado baja, y 2) Porque no se informó de defectos de nacimiento entre la prole nacida de supervivientes de las bombas atómicas de Hiroshima y Nagasaki. Esta supuesta explicación científica es profundamente inquietante ya que no está al corriente de la actual base de conocimientos. Existen pruebas abundantes que demuestran claramente que hay niveles de radiación en el entorno, considerados seguros por la comunidad para la protección radiactiva, que provocan defectos de nacimiento. A la luz de estos conocimientos, no puede descartarse de forma sumaria la contaminación por uranio como factor de riesgo para los no nacidos.


Vejam o texto completo em REBELIÓN.ORG

sábado, 12 de dezembro de 2009

Ajudem as crianças deformadas de Fallujah

5 de Dezembro de 2009
Iraq Solidarity UK
Fonte: uruknet | Tradução de Francisca Macias

Carta enviada em 18 de Outubro 2009

Para: As Nações Unidas

As jovens de Fallujah, no Iraque, vivem com terror de terem filhos, devido ao aumento do número de bebés que nascem com malformações grotescas, sem cabeça, com duas cabeças, um único olho na testa, com o corpo coberto de escamas ou sem membros. Além disso, as crianças na primeira infância, estão a deparar-se com terríveis cancros e leucemias. Estas deformações são bem documentadas, por exemplo em documentários do canal de televisão do Reino Unido SKY em 1 de Setembro de 2009, e em Junho de 2008. Através do nosso contacto directo com médicos de Fallujah, foi-nos relatado que:
Em Setembro de 2009, nasceram no Hospital Central de Fallujah 170 bebés, 24% dos quais morreram nos primeiros sete dias, e por incrível 75% dos bebés mortos foram classificados como deformados. Estes dados podem ser comparados com os dados do mês de Agosto de 2002, em que nasceram 530 bebés dos quais seis morreram nos primeiros sete dias e apenas foi relatado um defeito de nascimento.
(...)
O uso de certas armas tem repercussões terríveis. O Iraque vai-se tornar, se não se tornou já, num país onde é aconselhável não se ter filhos. Outros países irão olhar para o que tem acontecido no Iraque, e copiar o total desrespeito dos Aliados da Coligação à Carta das Nações Unidas, ao Tratado de Genebra, às Convenções de Haia, e ao Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional. Alguns países, como o Afeganistão, também virão a sentir os danos de longo prazo ao meio ambiente, calculados em biliões de anos, e os efeitos devastadores do urânio empobrecido e das bombas de fósforo branco.


Vejam o texto completo em TRIBUNALIRAQUE.INFO

domingo, 30 de março de 2008

Colômbia diz ter encontrado urânio das Farc

O Ministério da Defesa da Colômbia disse que foi encontrado em Pasquilla, um povoado rural perto da capital, Bogotá, um carregamento de urânio empobrecido que pertencia ao grupo rebelde Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

O povoado, a sudeste de Bogotá, fica em uma área próxima a uma região tida como reduto das Farc.

O Ministério da Defesa revelou que, no dia 20 de março, recebeu da inteligência militar uma amostra do mineral, que foi analisado por especialistas do Instituto Colombiano de Geologia e Mineração (Ingeominas).


Texto completo na BBC Brasil. Isto torna factível o tal "urânio das FARC". Ou seja, as FARC não planejavam fazer uma bomba atômica na selva, muito menos uma "bomba suja". Queriam reforçar sua munição com urânio empobrecido, ou urânio exaurido, o tal "DU", ou "depleted uranium". Munição reforçada com isso dá mais poder de penetração, e gera mais calor quando penetra um blindado, matando seus ocupantes. Esta substância, o urânio empobrecido, é largamente utilizado pelas forças armadas americanas e britânicas. Podemos ficar tranqüilos. Estas mesmas forças armadas garantem que este material não é especialmente nocivo à saúde humana.


quarta-feira, 10 de janeiro de 2007

Urânio empobrecido matando veteranos italianos

No Newsvine:

Troops who served during the wars in the 1990s believe they have contracted cancer and other serious illnesses from extended exposure to the munitions.

The US says it fired around 40,000 depleted uranium rounds during the Bosnian and Kosovo conflicts.

A pressure group says 50 veterans have died and another 200 are seriously ill.

Os estadunidenses usam urânio empobrecido em projéteis, em conseqüência disso as zonas de guerra estadunidenses costumam ser radioativas.

Só para esclarecer, os estadunidenses gostam de projéteis de urânio empobrecido porque são densos, não porque são radioativos. Ou seja, a preferência se guia pelo que se costuma chamar de inteligência militar.