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domingo, 23 de setembro de 2012

PAGAR PARA APANHAR


Uma suposta reportagem da Veja,  na qual o publicitário Marcos Valério, sem dar entrevistas, “revelaria” seus segredos em que “incriminaria” Lula como o responsável pelo chamado  mensalão -  uma grosseira montagem  -   faz surgir novamente, com força,  a necessidade de um jornal popular, democrático, de massas. Sem ele, as forças progressistas  ficam reféns, inertes e sem qualquer capacidade de resposta diante da verdadeira campanha de demolição de Lula, do PT e dos valores políticos defendidos pelas forças populares.
Nos países em que há governos populares na América Latina,   foram criados mecanismos de comunicação popular, seja com nova leis de comunicação, como na Argentina, Venezuela e Equador, fortalecendo a TV e o rádio públicos, mas também houve  o florescimento de jornais populares com capacidade de fazer a batalha de idéias com a imprensa conservadora sistematicamente sintonizada com as ideologias e os interesses dos EUA, e dos oligarcas nativos. No Brasil já houve um jornal, cuja criação foi estimulada pelo Presidente Vargas, o Última Hora, que foi  sufocado após o golpe de 1964.   

Vejam mais em PATRIA LATINA

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Imprensa alternativa sem RSS?

Você encontra jornais e revistas em bancas, e na internet. Também pode segui-la por RSS. Como sabemos, no Brasil esta imprensa é parcial, e muitas vezes enganadora. A solução? Outros canais de mídia. Blogs estão entre estes. Mas são iniciativas amadoras, as quais não chegam a bancas. Mas chegam a todos que tem acesso a quem tem acesso à internet. Desde que as pessoas entrem no site, ou, o que é cada vez mais usual, assinem o RSS do site.

Eu assino o RSS de centenas de sites e blogs. Só assim consigo acompanhá-los. Seria uma perda de tempo absurda entrar a cada dia em cada um dos sites, só para ver se tem algo novo. Com o RSS, o novo é enviado para mim. É simples.

[...]Bem, por motivos inexplicáveis, canais de imprensa alternativos, como a Carta Maior e o Sul 21, não têm RSS. Eles esperam que eu entre lá todos os dias? Bem, talvez eu faça isso, mas outros não farão.

terça-feira, 2 de março de 2010

Criada a ALTERCOM - associação da "outra" mídia

Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores da Comunicação.

Esse foi o nome aprovado no sábado, para a entidade que deve reunir editoras, sites, produtoras de vídeo, de rádio, revistas, jornais, blogueiros, agências de comunicação e tantos outros que não se sentem representados pelo condomínio comandado por Abril/Globo/Folha/Estadão, nem tem peso econômico para atuar junto às grandes teles.

O nome fantasia da nova associação será ALTERCOM.

A entidade é fruto de quase seis meses de debate. Mais que tudo, é fruto da experiência concreta.

A ALTERCOM surgiu como resultado das articulações inciadas durante a Confecom - Conferência Nacional de Comuncação.

Continua no blog do Rodrigo Vianna.


Marcadores: "ALTERCOM",

quinta-feira, 5 de março de 2009

Hélio Fernandes, sobre a dita branda

Todos os jornalões, SEM EXCEÇÃO, apoiaram, ajudaram e engrandeceram a ditadura que a “Folha”, agora, chama de dita-BRANDA. Para eles foi BRANDA e enriquecedora. Além de não terem sofrido coisa alguma. Não tiveram o mínimo de censura.

O general Hugo Abreu, chefe da Casa Militar do “presidente” Geisel, conta os diálogos que manteve durante anos, com Otavio Frias pai, Julio Mesquita, Nascimento Brito, Roberto Marinho.

São diálogos esclarecedores, elucidativos, autênticos, pois contados pelo personagem maior do lado oficial, com outros, menores, do lado particular. Hoje fala muito em publicar documentos da ditadura. Basta ou bastaria editar esse livro (“O outro lado do Poder”) e distribuir pelo Brasil todo. Principalmente em universidades, os jovens hoje, obrigados a ler esses jornalões que traíram a Democracia e a Liberdade de Imprensa, não conhecem o passado. Da Tribuna da imprensa.

N.E. - Leia o restante da matéria no primeiro comentário abaixo, pois a Tribuna da imprensa (burricamente) não tem linque permanente para os artigos.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

NoMínimo bate as botas, dá com os costados na cerca, veste o pijama de madeira

"Editores, blogueiros, colunistas, funcionários, colaboradores assíduos ou ocasionais, enfim, todos os nomes abaixo relacionados que ajudaram a criar o site de jornalistas mais querido do Brasil comunicam sua morte súbita neste 29 de junho de 2007, vítima de inanição financeira decorrente do desinteresse quase geral de patrocinadores e anunciantes em sua sobrevida na web. NoMínimo deixa órfãos cerca de 150 mil assinantes entre os mais de 3 milhões de visitantes que, em média, se habituaram a passar por aqui todo mês nos últimos 5 anos. (...) Foi bom, foi muito bom enquanto durou. Quantos no país têm a oportunidade de tocar seus próprios projetos com prazer, independência e alegria? Aos leitores, nossas desculpas pela falta de talento empreendedor, o que talvez pudesse transformar o site num bom negócio financeiro. Fica para a próxima. Até breve." Leia a lista de falecimentos Mínimos aqui.

terça-feira, 26 de junho de 2007

Vitória da imprensa alternativa

Carta Maior, Carta Capital e Luís Nassif foram indicados por um júri altamente qualificado e depois votados nas respectivas categorias, como a melhor imprensa do Brasil. A eleição, de livre acesso, foi conduzida na página do Portal da Imprensa, e teve quase 20 mil votantes.

No dia 15 de junho passado foram encerradas as votações da segunda edição do “Troféu Dia da Imprensa”, computando-se os quase 20 mil votos, organizada pela revista Imprensa. Os finalistas haviam sido indicados por um colégio eleitoral com composição profissional diversificada, e de amplo espectro ideológico, contando com personalidades como Zilda Arns, Cristovam Buarque, Aldo Rebelo, o deputado estadual de Minas Gerais Carlos Mosconi, o prof. Wilson da Costa Bueno, Yara Perez, Eduardo Pugnali, Ricardo Viveiros.Na categoria “Melhor página de hard news”, Carta Maior triunfou por ampla maioria, tendo obtido 64,05% dos votos.

Em segundo lugar ficou a Agência Estado, com 21,56%, em terceiro, G1, com 5,66%, em quarto Uol News, com 4,96% e em quinto, Último Segundo, 3,75%. Uma vitória que dá reconhecimento ao trabalho sério, independente, crítico, da Carta Maior, competindo com sites com grande circulação comercial, sendo boicotado pela mídia oligárquica, que trata de desconhecer e mesmo sabotar o papel que a mídia alternativa tem desempenhado, cada vez mais, como espaço de construção democrática de uma informação rigorosa e pautada pela defesa ampla dos direitos da cidadania.
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