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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

MG contratará 14 mil substitutos


Às vésperas de completar três meses e sem a perspectiva de um acordo, a paralisação dos professores da rede pública de ensino de Minas Gerais – a mais longa nos últimos dez anos – levou o governo a buscar uma solução emergencial extrema para o caso: a contratação de 14 mil docentes em regime temporário.
Segundo o governo, a paralisação atinge cerca de 20% das 3779 escolas públicas e 10% dos professores em falta greve, ou seja, com salários suspensos. Porém, o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE) aponta adesão de 50%.

Leia mais na CartaCapital

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

A úlcera da ULBRA

- Em todos os meses o salário atrasa, estamos fartos, o melhor mesmo é sair da empresa antes que seja decretada falência.

- e o carro novo do administrador....

- a "festinha" de aniverário do reitor não saiu por menos de R4 40.000 e quem pagou???? adivinhem

- He He! ainda bem que saí daquela bagunça! é uma vergonha, uma instituição do tamanho da Ulbra, não ter um pingo de considereção com seus funcionários! O Pessoal dos Hospitais tb estão sem os Salários novamente!

Leia mais no blog Alma da Geral

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Trabalhadores da educaçao em MG em greve

Contra as políticas neoliberais do governo Aécio Neves, por melhores condições de trabalho, atendimento médico e pela implementação imediata do Piso Nacional dos Professores, os trabalhadores em educação de Minas Gerais estão paralisados desde o dia 28 de agosto.

A greve por tempo indeterminado foi aprovada em assembléia no dia 2 de julho e desde então a categoria vem tentando negociar com o governo. Sem serem atendidos, mais de duas mil lideranças realizaram uma nova assembléia na última quinta-feira, no pátio da Assembléia Legislativa, em Belo Horizonte, reafirmando a determinação da categoria.

A coordenadora-geral do Sindicato Único dos trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE), Inez Camargos, lembrou que "o Sindicato tenta, há muito, a negociação com o governo. Desde 2007, nossa pauta de reivindicações está protocolada. O que a categoria exige do governo é negociação, de fato, e não respostas evasivas para nossas demandas".


Vejam o texto completo na Revista Fórum.